Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-

domingo, 22 de julho de 2007

Infelicidade é viver para impressionar os outros


Infelicidade é viver para impressionar os outros
por Roberto Shinyashiki

Nós nascemos com um potencial infinito de realizações.
Porém, à medida que vamos sendo educados, durante a infância e adolescência, perdemos a rota original de nossa própria existência.
Deixamos de fazer aquilo que nos realiza e passamos a agir em função dos outros: pais, professores e depois toda a sociedade.
Nosso objetivo de vida nos é imposto e passamos a condicionar nosso sucesso ao aplauso das pessoas que nos cercam.
Para continuar merecendo essa aprovação, progressivamente abandonamos nossas vocações e passamos a realizar os desejos alheios.
A maioria das pessoas vive para ser admirada por uma multidão de olhos vorazes que, muito provavelmente, não se cruzarão mais.
Quando elas param para perceber o rumo dado as suas vidas, verificam que apenas colecionaram cupons que não servem para nada.
Quem consegue realizar as metas de sua alma é feliz e desperta admiração devido a sua integridade como pessoa.
Ao contrário, quem vive para ser admirado sempre será infeliz, porque está deixando de lado o compromisso consigo mesmo.
Não se consegue ser feliz valorizando mais a opinião dos outros do que seus próprios sentimentos.
Alguns se sentem infelizes, mas raciocinam: "Se os outros estão aplaudindo é porque estou no caminho certo".
E avançam nas suas frustrações.
Você é mais importante do que qualquer julgamento alheio.
Para ser feliz, viva para surpreender a si próprio, e não aos outros.

Um comentário:

Regina Lucia disse...

É verdade, Wagner, e vamos empurrando com a barriga, como se diz na linguagem popular.
Mudar já é difícil, visto que nos esquecemos de nossa verdadeira identidade.
Mas, é possível nos reencontrarmos , talvez em outra pessoa, trabalho ou estudo. Nos redescobrimos em algum momento e passamos a trilhar o caminho a que viemos.
Beijos.

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