domingo, 29 de novembro de 2009
O Agora
Este exato momento AGORA é a única coisa da qual você jamais conseguirá escapar, o único fator constante em sua vida.
Aconteça o que acontecer, e por mais que sua vida mude, uma coisa é certa: é sempre o AGORA.
Se não for possível fugir do AGORA, por que não acolhê-lo e tratá-lo bem?
A DIVISÃO DA VIDA EM PASSADO, PRESENTE E FUTURO É UMA CONSTRUÇÃO DA MENTE, EM ÚLTIMA ANÁLISE: ILUSÓRIA.
Passado e futuro são formas pensamento, abstrações mentais.
O PASSADO só pode ser lembrado AGORA.
O que você lembra é um fato que aconteceu no AGORA e do qual você se lembra AGORA.
O FUTURO, quando chega, é o AGORA.
Portanto, a única coisa real, a única coisa que sempre existe,é o AGORA.
Concentrar sua atenção no AGORA, não é negar o que é necessário em sua vida. É reconhecer o que é prioritário. Depois, você poderá lidar mais facilmente com o que é secundário.
Veja o que é prioritário e faça do AGORA seu amigo, não seu inimigo. Reconheça-o, respeite-o. Quando o AGORA é a base e o foco principal de sua vida, ela flui com facilidade.
Sinta a vida em seu corpo.
Isso enraíza você no AGORA.
Enquanto não se responsabilizar por este exato momento - O AGORA - você não estará assumindo qualquer responsabilidade por sua vida.
É POR ISSO QUE O AGORA É O ÚNICO LUGAR ONDE A VIDA PODE SER ENCONTRADA.
O AGORA é como é porque não pode ser de outro jeito.
Assumir responsabilidade por este momento presente é estar em harmonia com a vida.
Quando você passa a dar atenção ao AGORA, cria-se um estado de ALERTA. É como se você acordasse de um sonho, o sonho do pensamento, o sonho do passado e do futuro.
É TÃO CLARO E TÃO SIMPLES.
Não sobra lugar para criar problemas.
Só esse momento, tal como ele é.
Quando concentra sua ATENÇÃO NO AGORA, você se dá conta de que a vida é SAGRADA. Existe algo de SAGRADO em tudo que você percebe quando se encontra no presente. Quanto mais você viver no AGORA, mais vai sentir a simples e profunda alegria de SER e do caráter SAGRADO DA VIDA.
A maior parte das pessoas confunde o AGORA com o que ACONTECE no agora. Mas não é isso.
O AGORA é mais profundo do que qualquer conteúdo queocorre nele.
É o ESPAÇO no qual tudo ACONTECE.
Você sempre ignora o fato mais óbvio: o seu sentido mais profundo de ser não tem nada a ver com o que acontece na sua vida, nada a ver com o conteúdo de
sua vida.
O sentido de ser, de EU SOU, está intimamente ligado ao AGORA.
Ele sempre permanece o mesmo.
Na infância e na velhice, na saúde ou na doença, no sucesso ou no fracasso, o EU SOU, o espaço do AGORA permanece imutável no nível mais profundo. Mas como ele costuma se confundir com o que acontece em sua vida, você sente o EU SOU ou o AGORA muito tênua e indiretamente, através do conteúdo da sua vida.
Em outras palavras: sua noção de ser fica obscurecida pelas circunstâncias, por sua corrente de pensamento e pelos inúmeros fatos que ocorrem no mundo à sua volta.
O AGORA FICA ENCOBERTO PELO TEMPO.
No entanto, é tão simples lembrar a verdade e dessa forma voltar às
origens (...)
Eu NÃO SOU os meus pensamentos, NÃO SOU minhas emoções, minhas percepções sensoriais e minhas experiências.
NÃO SOU o conteúdo da minha vida.
SOU O ESPAÇO NO QUAL TODAS AS COISAS ACONTECEM.
EU SOU A CONSCIÊNCIA.
SOU O AGORA.
Eckhart Tolle
________________________________
Trechos do Capitulo IV do livro:
"O Poder do Silêncio" de Eckhart Tolle
Aconteça o que acontecer, e por mais que sua vida mude, uma coisa é certa: é sempre o AGORA.
Se não for possível fugir do AGORA, por que não acolhê-lo e tratá-lo bem?
A DIVISÃO DA VIDA EM PASSADO, PRESENTE E FUTURO É UMA CONSTRUÇÃO DA MENTE, EM ÚLTIMA ANÁLISE: ILUSÓRIA.
Passado e futuro são formas pensamento, abstrações mentais.
O PASSADO só pode ser lembrado AGORA.
O que você lembra é um fato que aconteceu no AGORA e do qual você se lembra AGORA.
O FUTURO, quando chega, é o AGORA.
Portanto, a única coisa real, a única coisa que sempre existe,é o AGORA.
Concentrar sua atenção no AGORA, não é negar o que é necessário em sua vida. É reconhecer o que é prioritário. Depois, você poderá lidar mais facilmente com o que é secundário.
Veja o que é prioritário e faça do AGORA seu amigo, não seu inimigo. Reconheça-o, respeite-o. Quando o AGORA é a base e o foco principal de sua vida, ela flui com facilidade.
Sinta a vida em seu corpo.
Isso enraíza você no AGORA.
Enquanto não se responsabilizar por este exato momento - O AGORA - você não estará assumindo qualquer responsabilidade por sua vida.
É POR ISSO QUE O AGORA É O ÚNICO LUGAR ONDE A VIDA PODE SER ENCONTRADA.
O AGORA é como é porque não pode ser de outro jeito.
Assumir responsabilidade por este momento presente é estar em harmonia com a vida.
Quando você passa a dar atenção ao AGORA, cria-se um estado de ALERTA. É como se você acordasse de um sonho, o sonho do pensamento, o sonho do passado e do futuro.
É TÃO CLARO E TÃO SIMPLES.
Não sobra lugar para criar problemas.
Só esse momento, tal como ele é.
Quando concentra sua ATENÇÃO NO AGORA, você se dá conta de que a vida é SAGRADA. Existe algo de SAGRADO em tudo que você percebe quando se encontra no presente. Quanto mais você viver no AGORA, mais vai sentir a simples e profunda alegria de SER e do caráter SAGRADO DA VIDA.
A maior parte das pessoas confunde o AGORA com o que ACONTECE no agora. Mas não é isso.
O AGORA é mais profundo do que qualquer conteúdo queocorre nele.
É o ESPAÇO no qual tudo ACONTECE.
Você sempre ignora o fato mais óbvio: o seu sentido mais profundo de ser não tem nada a ver com o que acontece na sua vida, nada a ver com o conteúdo de
sua vida.
O sentido de ser, de EU SOU, está intimamente ligado ao AGORA.
Ele sempre permanece o mesmo.
Na infância e na velhice, na saúde ou na doença, no sucesso ou no fracasso, o EU SOU, o espaço do AGORA permanece imutável no nível mais profundo. Mas como ele costuma se confundir com o que acontece em sua vida, você sente o EU SOU ou o AGORA muito tênua e indiretamente, através do conteúdo da sua vida.
Em outras palavras: sua noção de ser fica obscurecida pelas circunstâncias, por sua corrente de pensamento e pelos inúmeros fatos que ocorrem no mundo à sua volta.
O AGORA FICA ENCOBERTO PELO TEMPO.
No entanto, é tão simples lembrar a verdade e dessa forma voltar às
origens (...)
Eu NÃO SOU os meus pensamentos, NÃO SOU minhas emoções, minhas percepções sensoriais e minhas experiências.
NÃO SOU o conteúdo da minha vida.
SOU O ESPAÇO NO QUAL TODAS AS COISAS ACONTECEM.
EU SOU A CONSCIÊNCIA.
SOU O AGORA.
Eckhart Tolle
________________________________
Trechos do Capitulo IV do livro:
"O Poder do Silêncio" de Eckhart Tolle
sábado, 28 de novembro de 2009
Mochila de Viagem
E ele, antes de encarnar, sentou com seu Mentor e disse:
- Mestre, já arrumei minha mochila, já posso partir em direção ao Planeta Terra...
E seu Mestre perguntou:
- O que levas aí, meu filho?
Ele respondeu:
- Coisas que vou precisar no Planeta... Missões que devo cumprir, aprendizados que tenho que assimilar, lições que tenho que estudar... nada de mais, Mestre...
O Mestre novamente pergunta:
- E o que mais carregas aí, meu filho? Parece-me que sua mochila está meio pesada...
E ele responde:
- Não, Mestre... Só tenho aqui o que preciso...
O Mestre, fazendo de conta que acredita, o deixa partir...
Ele retorna à Terra, através de um útero quentinho, esconde sua mochila, acreditando que seu Mestre não viu os traumas que ele lá escondeu! Coisinhas que ele ainda não conseguiu se desconectar... Situações de outras vidas...
Ele nasce, inicia seu percurso no Planeta... E, um dia, aquelas coisinhas que trouxe escondido em sua mochila começam a incomodar. Algumas viram dores físicas, outras emocionais e outras ainda espirituais...
O tempo passa... passa... E um dia, cansado de tanto sofrer, resolve descobrir a origem de suas dores...
Passa por uma regressão terapêutica e descobre suas coisinhas que insistiu em carregar em sua mochila, e que não eram necessárias... Tem a oportunidade de conversar com seu Mentor e novamente acontece um diálogo:
Ele diz:
- Mestre, sabias que eu carregava coisas que não necessitaria, não é?
O Mestre responde:
- Sim, meu filho. Sabia!
Ele pergunta:
- Por que então deixastes, Mestre? Sabias que eu sofreria com esse peso a mais...
O Mestre sorri e diz:
- Também sabias que uma de tuas lições era a Verdade. No entanto, quando te perguntei, dissestes que nada de mais carregavas...
Ele fica envergonhado e diz:
- Perdoe-me, Mestre...
O Mestre responde:
- Terás nova oportunidade!
Por: Angélica Specht Altermann
Psicoterapeuta Reencarnacionista - Ministrante de Cursos de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica - ABPR
- Mestre, já arrumei minha mochila, já posso partir em direção ao Planeta Terra...
E seu Mestre perguntou:
- O que levas aí, meu filho?
Ele respondeu:
- Coisas que vou precisar no Planeta... Missões que devo cumprir, aprendizados que tenho que assimilar, lições que tenho que estudar... nada de mais, Mestre...
O Mestre novamente pergunta:
- E o que mais carregas aí, meu filho? Parece-me que sua mochila está meio pesada...
E ele responde:
- Não, Mestre... Só tenho aqui o que preciso...
O Mestre, fazendo de conta que acredita, o deixa partir...
Ele retorna à Terra, através de um útero quentinho, esconde sua mochila, acreditando que seu Mestre não viu os traumas que ele lá escondeu! Coisinhas que ele ainda não conseguiu se desconectar... Situações de outras vidas...
Ele nasce, inicia seu percurso no Planeta... E, um dia, aquelas coisinhas que trouxe escondido em sua mochila começam a incomodar. Algumas viram dores físicas, outras emocionais e outras ainda espirituais...
O tempo passa... passa... E um dia, cansado de tanto sofrer, resolve descobrir a origem de suas dores...
Passa por uma regressão terapêutica e descobre suas coisinhas que insistiu em carregar em sua mochila, e que não eram necessárias... Tem a oportunidade de conversar com seu Mentor e novamente acontece um diálogo:
Ele diz:
- Mestre, sabias que eu carregava coisas que não necessitaria, não é?
O Mestre responde:
- Sim, meu filho. Sabia!
Ele pergunta:
- Por que então deixastes, Mestre? Sabias que eu sofreria com esse peso a mais...
O Mestre sorri e diz:
- Também sabias que uma de tuas lições era a Verdade. No entanto, quando te perguntei, dissestes que nada de mais carregavas...
Ele fica envergonhado e diz:
- Perdoe-me, Mestre...
O Mestre responde:
- Terás nova oportunidade!
Por: Angélica Specht Altermann
Psicoterapeuta Reencarnacionista - Ministrante de Cursos de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica - ABPR
O amor é a lei da vida
Você já se deu conta de que o amor é a lei maior que rege a vida?Antes de pensar numa resposta negativa, reflita um pouco sobre as seguintes considerações:
Da batalha entre a chuva e o sol, surge o arco-iris, exibindo suas múltiplas cores, tornando a paisagem mais bela e mais poética.
É o amor sugerindo harmonia.
Sob o rumor da cascata, que jorra violenta sobre as rochas desalinhadas e pontiagudas, as andorinhas fazem seus ninhos e garantem revoadas em todos os verões.
É o amor orientando o instinto.
Sob a neve que se estende sobre planícies e montes gelados as sementes dormem, para explodir em flor aos primeiros beijos do sol da primavera.
É o amor acordando a vida.
O tempo, hábil conselheiro, traz o esquecimento das dores e cicatriza as feridas abertas pelos sofrimentos mais acerbos.
É o amor incentivando a vida.
Quando a doença corrói o corpo físico, causando desconforto de dor, e os órgãos já não têm forças para manter funcionando a máquina de carne, a morte, como hábil cirurgiã, liberta o espírito do fardo inútil.
É o amor renovando a vida.
Junto com a tempestade que rasga os céus com raios e trovões, chega a chuva generosa, fertilizando a terra e garantindo a boa safra.
É o amor propiciando a vida.
Sob a pesada pedra, a frágil semente germina e rasteja, contorna obstáculos, até encontrar a luz e florescer, vitoriosa.
É o amor orientando a vida.
Os séculos, quais anciães compassivos, se dobram sobre as memórias dos povos vencidos nas guerras promovidas pelo egoísmo, trazendo o bálsamo do esquecimento.
É o amor amenizando o ódio.
Na face do solo rachado, crestado pela seca implacável, surge pequeno olho d'água, dando notícias da vida que persiste, submersa, invencível.
É o amor alimentando a esperança.
Nos conflitos das guerras sangrentas e cruéis o homem transforma o mundo em que vive, criando tecnologia e fomentando o progresso.
É o amor promovendo o esclarecimento.
As marcas profundas esculpidas nas almas pelos holocaustos de toda ordem, forjam pérolas de luz nos corações sensíveis e os eleva acima das misérias humanas.
É o amor gerando o entendimento.
Quando um agente externo qualquer penetra o organismo humano, imediatamente um exército de células-soldados entra em combate para eliminar o intruso e garantir a saúde.
É o amor defendendo a vida.
O amor age em silêncio, trabalha incansavelmente para garantir a harmonia da vida. Nada supera a sua potência. Nada supera a sua ação. O amor é a lei maior da vida, e rege o micro e o macro cosmos, sem alarde, sem exibição.
Cada planeta que se movimenta no espaço é um orbe em evolução, gravitando na lei de amor. Cada estrela que brilha no infinito, é um astro que conquistou a condição de mundo sublime, e está sustentado pela lei de amor...
Cada criança que renasce nos palcos terrenos, traz consigo um plano de felicidade, traçado pelas leis de amor...
O ser humano, que age e interage no meio em que vive, fomentando o progresso, está sob o amparo da lei de amor.
Cada anjo que habita os mundos sublimes é um Espírito de luz que conquistou o mais alto grau na universidade da vida, e hoje nos convida ao amor...
(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita)
Da batalha entre a chuva e o sol, surge o arco-iris, exibindo suas múltiplas cores, tornando a paisagem mais bela e mais poética.
É o amor sugerindo harmonia.
Sob o rumor da cascata, que jorra violenta sobre as rochas desalinhadas e pontiagudas, as andorinhas fazem seus ninhos e garantem revoadas em todos os verões.
É o amor orientando o instinto.
Sob a neve que se estende sobre planícies e montes gelados as sementes dormem, para explodir em flor aos primeiros beijos do sol da primavera.
É o amor acordando a vida.
O tempo, hábil conselheiro, traz o esquecimento das dores e cicatriza as feridas abertas pelos sofrimentos mais acerbos.
É o amor incentivando a vida.
Quando a doença corrói o corpo físico, causando desconforto de dor, e os órgãos já não têm forças para manter funcionando a máquina de carne, a morte, como hábil cirurgiã, liberta o espírito do fardo inútil.
É o amor renovando a vida.
Junto com a tempestade que rasga os céus com raios e trovões, chega a chuva generosa, fertilizando a terra e garantindo a boa safra.
É o amor propiciando a vida.
Sob a pesada pedra, a frágil semente germina e rasteja, contorna obstáculos, até encontrar a luz e florescer, vitoriosa.
É o amor orientando a vida.
Os séculos, quais anciães compassivos, se dobram sobre as memórias dos povos vencidos nas guerras promovidas pelo egoísmo, trazendo o bálsamo do esquecimento.
É o amor amenizando o ódio.
Na face do solo rachado, crestado pela seca implacável, surge pequeno olho d'água, dando notícias da vida que persiste, submersa, invencível.
É o amor alimentando a esperança.
Nos conflitos das guerras sangrentas e cruéis o homem transforma o mundo em que vive, criando tecnologia e fomentando o progresso.
É o amor promovendo o esclarecimento.
As marcas profundas esculpidas nas almas pelos holocaustos de toda ordem, forjam pérolas de luz nos corações sensíveis e os eleva acima das misérias humanas.
É o amor gerando o entendimento.
Quando um agente externo qualquer penetra o organismo humano, imediatamente um exército de células-soldados entra em combate para eliminar o intruso e garantir a saúde.
É o amor defendendo a vida.
O amor age em silêncio, trabalha incansavelmente para garantir a harmonia da vida. Nada supera a sua potência. Nada supera a sua ação. O amor é a lei maior da vida, e rege o micro e o macro cosmos, sem alarde, sem exibição.
Cada planeta que se movimenta no espaço é um orbe em evolução, gravitando na lei de amor. Cada estrela que brilha no infinito, é um astro que conquistou a condição de mundo sublime, e está sustentado pela lei de amor...
Cada criança que renasce nos palcos terrenos, traz consigo um plano de felicidade, traçado pelas leis de amor...
O ser humano, que age e interage no meio em que vive, fomentando o progresso, está sob o amparo da lei de amor.
Cada anjo que habita os mundos sublimes é um Espírito de luz que conquistou o mais alto grau na universidade da vida, e hoje nos convida ao amor...
(Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita)
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
O Agora
Este exato momento AGORA é a única coisa da qual você jamais conseguirá escapar, o único fator constante em sua vida.
Aconteça o que acontecer, e por mais que sua vida mude, uma coisa é certa: é sempre o AGORA.
Se não for possível fugir do AGORA, por que não acolhê-lo e tratá-lo bem?
A DIVISÃO DA VIDA EM PASSADO, PRESENTE E FUTURO É UMA CONSTRUÇÃO DA MENTE, EM ÚLTIMA ANÁLISE: ILUSÓRIA.
Passado e futuro são formas pensamento, abstrações mentais.
O PASSADO só pode ser lembrado AGORA.
O que você lembra é um fato que aconteceu no AGORA e do qual você se lembra AGORA.
O FUTURO, quando chega, é o AGORA.
Portanto, a única coisa real, a única coisa que sempre existe,é o AGORA.
Concentrar sua atenção no AGORA, não é negar o que é necessário em sua vida. É reconhecer o que é prioritário. Depois, você poderá lidar mais facilmente com o que é secundário.
Veja o que é prioritário e faça do AGORA seu amigo, não seu inimigo. Reconheça-o, respeite-o. Quando o AGORA é a base e o foco principal de sua vida, ela flui com facilidade.
Sinta a vida em seu corpo.
Isso enraíza você no AGORA.
Enquanto não se responsabilizar por este exato momento - O AGORA - você não estará assumindo qualquer responsabilidade por sua vida.
É POR ISSO QUE O AGORA É O ÚNICO LUGAR ONDE A VIDA PODE SER ENCONTRADA.
O AGORA é como é porque não pode ser de outro jeito.
Assumir responsabilidade por este momento presente é estar em harmonia com a vida.
Quando você passa a dar atenção ao AGORA, cria-se um estado de ALERTA. É como se você acordasse de um sonho, o sonho do pensamento, o sonho do passado e do futuro.
É TÃO CLARO E TÃO SIMPLES.
Não sobra lugar para criar problemas.
Só esse momento, tal como ele é.
Quando concentra sua ATENÇÃO NO AGORA, você se dá conta de que a vida é SAGRADA. Existe algo de SAGRADO em tudo que você percebe quando se encontra no presente. Quanto mais você viver no AGORA, mais vai sentir a simples e profunda alegria de SER e do caráter SAGRADO DA VIDA.
A maior parte das pessoas confunde o AGORA com o que ACONTECE no agora. Mas não é isso.
O AGORA é mais profundo do que qualquer conteúdo queocorre nele.
É o ESPAÇO no qual tudo ACONTECE.
Você sempre ignora o fato mais óbvio: o seu sentido mais profundo de ser não tem nada a ver com o que acontece na sua vida, nada a ver com o conteúdo de
sua vida.
O sentido de ser, de EU SOU, está intimamente ligado ao AGORA.
Ele sempre permanece o mesmo.
Na infância e na velhice, na saúde ou na doença, no sucesso ou no fracasso, o EU SOU, o espaço do AGORA permanece imutável no nível mais profundo. Mas como ele costuma se confundir com o que acontece em sua vida, você sente o EU SOU ou o AGORA muito tênua e indiretamente, através do conteúdo da sua vida.
Em outras palavras: sua noção de ser fica obscurecida pelas circunstâncias, por sua corrente de pensamento e pelos inúmeros fatos que ocorrem no mundo à sua volta.
O AGORA FICA ENCOBERTO PELO TEMPO.
No entanto, é tão simples lembrar a verdade e dessa forma voltar às
origens (...)
Eu NÃO SOU os meus pensamentos, NÃO SOU minhas emoções, minhas percepções sensoriais e minhas experiências.
NÃO SOU o conteúdo da minha vida.
SOU O ESPAÇO NO QUAL TODAS AS COISAS ACONTECEM.
EU SOU A CONSCIÊNCIA.
SOU O AGORA.
Eckhart Tolle
Trechos do Capitulo IV do livro:
"O Poder do Silêncio" de Eckhart Tolle
Aconteça o que acontecer, e por mais que sua vida mude, uma coisa é certa: é sempre o AGORA.
Se não for possível fugir do AGORA, por que não acolhê-lo e tratá-lo bem?
A DIVISÃO DA VIDA EM PASSADO, PRESENTE E FUTURO É UMA CONSTRUÇÃO DA MENTE, EM ÚLTIMA ANÁLISE: ILUSÓRIA.
Passado e futuro são formas pensamento, abstrações mentais.
O PASSADO só pode ser lembrado AGORA.
O que você lembra é um fato que aconteceu no AGORA e do qual você se lembra AGORA.
O FUTURO, quando chega, é o AGORA.
Portanto, a única coisa real, a única coisa que sempre existe,é o AGORA.
Concentrar sua atenção no AGORA, não é negar o que é necessário em sua vida. É reconhecer o que é prioritário. Depois, você poderá lidar mais facilmente com o que é secundário.
Veja o que é prioritário e faça do AGORA seu amigo, não seu inimigo. Reconheça-o, respeite-o. Quando o AGORA é a base e o foco principal de sua vida, ela flui com facilidade.
Sinta a vida em seu corpo.
Isso enraíza você no AGORA.
Enquanto não se responsabilizar por este exato momento - O AGORA - você não estará assumindo qualquer responsabilidade por sua vida.
É POR ISSO QUE O AGORA É O ÚNICO LUGAR ONDE A VIDA PODE SER ENCONTRADA.
O AGORA é como é porque não pode ser de outro jeito.
Assumir responsabilidade por este momento presente é estar em harmonia com a vida.
Quando você passa a dar atenção ao AGORA, cria-se um estado de ALERTA. É como se você acordasse de um sonho, o sonho do pensamento, o sonho do passado e do futuro.
É TÃO CLARO E TÃO SIMPLES.
Não sobra lugar para criar problemas.
Só esse momento, tal como ele é.
Quando concentra sua ATENÇÃO NO AGORA, você se dá conta de que a vida é SAGRADA. Existe algo de SAGRADO em tudo que você percebe quando se encontra no presente. Quanto mais você viver no AGORA, mais vai sentir a simples e profunda alegria de SER e do caráter SAGRADO DA VIDA.
A maior parte das pessoas confunde o AGORA com o que ACONTECE no agora. Mas não é isso.
O AGORA é mais profundo do que qualquer conteúdo queocorre nele.
É o ESPAÇO no qual tudo ACONTECE.
Você sempre ignora o fato mais óbvio: o seu sentido mais profundo de ser não tem nada a ver com o que acontece na sua vida, nada a ver com o conteúdo de
sua vida.
O sentido de ser, de EU SOU, está intimamente ligado ao AGORA.
Ele sempre permanece o mesmo.
Na infância e na velhice, na saúde ou na doença, no sucesso ou no fracasso, o EU SOU, o espaço do AGORA permanece imutável no nível mais profundo. Mas como ele costuma se confundir com o que acontece em sua vida, você sente o EU SOU ou o AGORA muito tênua e indiretamente, através do conteúdo da sua vida.
Em outras palavras: sua noção de ser fica obscurecida pelas circunstâncias, por sua corrente de pensamento e pelos inúmeros fatos que ocorrem no mundo à sua volta.
O AGORA FICA ENCOBERTO PELO TEMPO.
No entanto, é tão simples lembrar a verdade e dessa forma voltar às
origens (...)
Eu NÃO SOU os meus pensamentos, NÃO SOU minhas emoções, minhas percepções sensoriais e minhas experiências.
NÃO SOU o conteúdo da minha vida.
SOU O ESPAÇO NO QUAL TODAS AS COISAS ACONTECEM.
EU SOU A CONSCIÊNCIA.
SOU O AGORA.
Eckhart Tolle
Trechos do Capitulo IV do livro:
"O Poder do Silêncio" de Eckhart Tolle
Por que as folhas caem
A cada outono, certas plantas e árvores preparam-se para um repouso necessário e vital à sua vida e continuação.
Algumas espécies de árvores matizam-se de várias cores, num maravilhoso contraste entre a melancolia e a beleza extrema. Depois, uma a uma, as folhas caem, como lágrimas, até que as árvores, nuas e tristes, abram os braços ao inverno e esperem, pacientemente, a primavera, que restaurará cada folha caída.
Por que para nós seria diferente? Por que não perder antes de reencontrar, por que não as lágrimas, por que não dias áridos, frios e secos? E por que não a esperança de que a primavera volte? Porque, creiam, ela volta sempre!
Talvez nos julguemos bons demais para receber o sofrimento, como se ele fosse sempre símbolo de castigo e não algo necessário ao nosso crescimento.
As folhas caem e as árvores parecem assim tão desprotegidas, tão solitárias!... e eu me pergunto o que faz com que sobrevivam.
Elas entendem que esse período é necessário à sua renovação. Elas aceitam, doam-se e esperam e recebem de volta, no tempo oportuno.
Assim somos nós com todas as perdas que sofremos, com as lágrimas que escorrem e salgam nossa boca, com o tempo que parece interminável ou as noites longas demais.
Tanto que não entendemos e não aceitamos o sofrimento, ele se prolongará. Tanto que não vemos isso como uma fase, apenas uma fase, a ferida estará aberta e sangrará.
Não aceitar o outono e negar o inverno não faz com que não existam. Apenas nos deixam fora de uma realidade que chega pra todo mundo.
Não somos maus demais para recebê-los como um castigo e nem bons demais para que possamos não acolhê-los.
As árvores perdem as folhas e perdemos os nossos. Elas choram e choramos também. Elas esperam e nada há que nos impeça de esperar.
E elas recebem, a seu tempo determinado, novos galhos e novas folhas, novas flores e novos frutos. Sentem-se assim completas.
Somos assim o que somos e o mesmo Deus que sustenta as árvores, nos sustenta a nós!
E Ele nos poda, nos molda, nos deixa nús e aparentemente sem defesa, mas está sempre presente e estará ainda quando a primavera voltar, quando seremos, depois do inverno frio, renovados e prontos para recomeçar.
Letícia Thompson
Algumas espécies de árvores matizam-se de várias cores, num maravilhoso contraste entre a melancolia e a beleza extrema. Depois, uma a uma, as folhas caem, como lágrimas, até que as árvores, nuas e tristes, abram os braços ao inverno e esperem, pacientemente, a primavera, que restaurará cada folha caída.
Por que para nós seria diferente? Por que não perder antes de reencontrar, por que não as lágrimas, por que não dias áridos, frios e secos? E por que não a esperança de que a primavera volte? Porque, creiam, ela volta sempre!
Talvez nos julguemos bons demais para receber o sofrimento, como se ele fosse sempre símbolo de castigo e não algo necessário ao nosso crescimento.
As folhas caem e as árvores parecem assim tão desprotegidas, tão solitárias!... e eu me pergunto o que faz com que sobrevivam.
Elas entendem que esse período é necessário à sua renovação. Elas aceitam, doam-se e esperam e recebem de volta, no tempo oportuno.
Assim somos nós com todas as perdas que sofremos, com as lágrimas que escorrem e salgam nossa boca, com o tempo que parece interminável ou as noites longas demais.
Tanto que não entendemos e não aceitamos o sofrimento, ele se prolongará. Tanto que não vemos isso como uma fase, apenas uma fase, a ferida estará aberta e sangrará.
Não aceitar o outono e negar o inverno não faz com que não existam. Apenas nos deixam fora de uma realidade que chega pra todo mundo.
Não somos maus demais para recebê-los como um castigo e nem bons demais para que possamos não acolhê-los.
As árvores perdem as folhas e perdemos os nossos. Elas choram e choramos também. Elas esperam e nada há que nos impeça de esperar.
E elas recebem, a seu tempo determinado, novos galhos e novas folhas, novas flores e novos frutos. Sentem-se assim completas.
Somos assim o que somos e o mesmo Deus que sustenta as árvores, nos sustenta a nós!
E Ele nos poda, nos molda, nos deixa nús e aparentemente sem defesa, mas está sempre presente e estará ainda quando a primavera voltar, quando seremos, depois do inverno frio, renovados e prontos para recomeçar.
Letícia Thompson
domingo, 25 de outubro de 2009
A constante busca

Corre o homem diariamente de um lado para outro.
Desde a aurora até bem depois do pôr do sol.
Passos apressados nas calçadas, cruzando ruas, olhando sempre o relógio.
Parece sempre atrasado, à procura de algo muito importante.
Nunca tem tempo para nada.
Está sempre em alerta, como se um único descuido seu fosse suficiente para arruinar para sempre a consecução de seus objetivos.
Mas, afinal, o que busca o homem na luta cotidiana da vida?
Para onde dirige seus passos?
O que espera ele encontrar?
Sabe, realmente, o que quer?
Seria por demais simplista dizer que a resposta para tais questionamentos seja: “a busca da felicidade”.
Pois, momentos de felicidade permeiam sua existência, mas são como sopros suaves de brisa que cessam sem aviso prévio e que passam rapidamente.
Fala-se tanto em felicidade, mas se sabe tão pouco a seu respeito.
Diz-se “estar feliz” quando tudo o que se deseja acontece.
Quando o amor é correspondido.
Quando o dinheiro é suficiente para garantir as compras tão sonhadas.
Quando o emprego almejado é obtido.
Quando um título é alcançado.
Quando tudo parece conspirar para satisfazer os mais íntimos desejos.
Nessas ocasiões, uma euforia ímpar toma conta do ser que sai pelas ruas estampando um sorriso largo na face.
Canta e sente uma vontade de erguer os braços aos céus gritando:
“Consegui! Venci!”.
Como se o mundo inteiro tivesse se curvado às suas necessidades e reconhecido seu valor como pessoa, a partir daquela oportunidade.
Mas isso é apenas uma ilusão.
A fragilidade daquela sensação fará com que sua duração seja efêmera e, por isso mesmo, por vezes, quase frustrante.
Por pouco, pouco mesmo, sorrisos abandonam rostos até então eufóricos.
O retorno à realidade pode decorrer da sensação de que a vida continua, não obstante aquela parcial vitória.
A luta continua.
Não pode o homem abandonar o combate porque novas provas vão se apresentar, novos obstáculos vão surgir.
Outra vez será necessário empenhar esforços para prosseguir na jornada.
Nessas horas, quando o homem percebe que suas conquistas não lhe garantem um bem-estar eterno, muitas vezes ele se entrega ao desânimo.
Tem a sensação de que caminha sempre em direção ao horizonte e que este, por mais que ande, distancia-se inelutavelmente dele.
Sempre há algo por fazer, por aprender, por conquistar.
Sempre.
Percebe-se o quão verdadeiro é o ensinamento de que “a felicidade não é deste mundo.”
* * *
O que busca você?
O que seria capaz de fazer estampar em seu rosto um sorriso sincero?
O que você acredita ser suficiente para fazê-lo feliz?
Não se iluda, no entanto, com as promessas enganosas do mundo.
Satisfações materiais não saciam por muito tempo o corpo, tão pouco a mente que deseja a paz.
Por outro lado, as virtudes adquiridas ao longo do tempo podem auxiliar concedendo equilíbrio e lucidez.
A consciência tranqüila e a franca sensação de dever cumprido permitem que se repouse a cabeça no travesseiro todas as noites.
São situações em que se pode desfrutar de felicidade, quando, então, ela pode ser efetivamente alcançável e duradoura, até mesmo neste mundo.
Equipe de Redação do Momento Espírita
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Paradoxo do nosso tempo
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor,quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia, seus amores, seus amigos, a pessoa que lhe ama...
E, aquelas que estão ao seu lado, sempre..!
George Calin
Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande, de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor,quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua familia, seus amores, seus amigos, a pessoa que lhe ama...
E, aquelas que estão ao seu lado, sempre..!
George Calin
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