Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Os Trabalhadores da Luz - 2a parte


O nascimento da alma

As almas dos trabalhadores da luz nasceram muito antes que surgissem a Terra e a humanidade.
As almas nascem por levas. Em certo sentido as almas são eternas, sem começo e sem fim. Mas, em outro sentido, elas nascem em um certo ponto, quando suas consciências alcançam um sentido de individualidade própria. Antes desse ponto, elas já estão aí, como uma possibilidade. Ainda não há consciência de ‘eu’ e ‘outro’.
A consciência do ‘eu’ aparece quando, de algum modo, se faz uma linha de demarcação entre grupos de energias. Temos de voltar para as metáforas para poder explicar isto.
Pensem por um momento no oceano e imaginem que ele é um enorme campo de energias fluindo: correntes que se mesclam e se separam constantemente. Imaginem que uma consciência difusa se estende por todo o oceano. Chamem de oceano espiritual se o preferirem.

Depois de um tempo, em certos lugares do oceano emergem concentrações de consciência. A consciência aqui está mais focalizada, menos difusa no seu entorno direto. Em todo o oceano, há uma diferenciação progressiva que leva ao desenvolvimento de formas transparentes. Essas formas, que são pontos focalizados de consciência, movem-se independentemente do entorno. Experimentam a si mesmas como formas diferentes do oceano (espírito).
O que ocorre aqui é o nascimento de um sentido rudimentar de si mesmo ou da própria consciência.
Por que os pontos focalizados de consciência emergem em algumas partes do oceano mais que em outras? Isto é muito difícil de explicar. Podem sentir, de todos os modos, que há algo muito natural nesse procedimento? Quando atiram sementes sobre a terra, notarão que as pequenas plantas que brotarem, crescerão cada uma no seu próprio ritmo. Uma não crescerá tão grande ou tão facilmente como outra. Algumas não crescerão de jeito nenhum. Há diferenciação através do campo. Por que? A energia do oceano (o oceano espiritual) intuitivamente procura a melhor expressão possível para todas suas múltiplas correntes ou camadas de consciência.

Durante a formação de pontos individuais de consciência no oceano, há um poder externo que trabalha sobre o oceano, ou isso é o que parece. Esse é o poder da divina inspiração que pode ser concebido como o ‘aspecto masculino’ daquele que criou vocês. Enquanto o oceano representa o ‘lado feminino’, receptivo, o aspecto masculino pode ser visualizado como raios de luz, derrubando-se no oceano, que incrementa o processo de diferenciação e de separação em massas individuais de consciência. Eles são como os raios de sol que enfraquecem o solo.
O oceano e os raios de luz juntos formam uma entidade ou ser que pode ser chamado de ‘arcanjo’. É uma energia arquetípica com ambos os aspectos masculino e feminino e é uma energia angélica que se manifesta ou expressa a si mesma em vocês. Voltaremos com a noção de arcanjo mais adiante.
Logo depois que a alma nasce, como uma unidade individual de consciência, lentamente abandona o estado de unidade oceânica que foi seu lar por muito tempo. Ela é cada vez mais consciente de estar separada e de si mesma.

Com essa consciência, aparece pela primeira vez em seu ser uma sensação de perda ou ausência.
Quando ela se lançar em seu caminho de exploração como uma entidade individual, carregará consigo um certo desejo pela totalidade, um desejo de pertencer a algo maior que ela mesma. Bem no fundo, ela manterá a memória de um estado de consciência no qual tudo é ‘um’, no qual não existe ‘eu’ e ‘outro’. Isto é o que ela considera o ‘lar’: um estado de estática unidade, um lugar de completa segurança e fluidez.
Com esta memória ‘guardada na mente’, ela começa sua viagem através da realidade, através de incontáveis campos de experiência e exploração interna. A nova alma é impulsionada pela curiosidade e tem uma grande necessidade de experiência. Esse é o elemento ausente no estado oceânico de unidade. Agora a alma é capaz de explorar livremente tudo o que deseja.

É livre para procurar a totalidade de todas as maneiras possíveis.
Dentro do universo há incontáveis planos de realidade para explorar. A Terra é simplesmente um deles, um que surgiu relativamente tarde, falando em uma escala cósmica. Os planos da realidade, ou dimensões, sempre se originam por necessidades interiores ou desejos. Como todas as criações, são as manifestações de visões internas e considerações. A Terra foi criada de um desejo interno de colocar juntos elementos de diferentes realidades que colidiram uns com outros. Quis-se que a Terra fosse um crisol de fusão para um grande conjunto de influências. Explicaremos isto mais abaixo. Agora é suficiente dizer que a Terra chegou relativamente tarde na etapa cósmica e que muitas almas viveram muitas vidas de exploração e desenvolvimento em outros planos de realidade (planetas, dimensões, sistemas estelares, etc.), antes que a Terra nascesse.

Os trabalhadores da luz são almas que viveram muitas, muitas vidas nesses outros planetas, antes de encarnarem alguma vez na Terra. Isso é o que os distingue das ‘almas terrestres’, como poderíamos chamá-las por conveniência.
As almas terrestres são almas que encarnaram em corpos físicos na Terra relativamente cedo em seu desenvolvimento como unidades individualizadas de consciência. Poder-se-ia dizer que elas começaram seu ciclo de vidas terrestres, quando suas almas estavam em suas etapas infantis. Naquele tempo, os trabalhadores da luz eram almas ‘crescidas’. Já haviam passado por muitas experiências e o tipo de relação que compartilharam com as almas terrestres pode ser comparado àquela de pais e filhos.

O desenvolvimento de vida e consciência na Terra

Na Terra, a evolução das formas de vida esteve estreitamente entrelaçada com o desenvolvimento interior das almas terrestres. Embora nenhuma alma esteja ligada a um planeta em particular, poder-se-ia dizer que as almas terrestres são os nativos de seu planeta. Isso porque seu crescimento e expansão coincidem amplamente com a proliferação de formas de vida na Terra.

Quando nascem unidades individuais de consciência, elas são similares a simples células físicas, tanto em estrutura como em possibilidade. Do mesmo modo que as células têm uma estrutura relativamente simples, os movimentos internos de uma consciência recém-nascida são transparentes. Não se estabeleceu muita diferenciação ainda. Há um mundo de possibilidades a seus pés (tanto física como espiritualmente). O desenvolvimento de uma forma recém-nascida de consciência para um tipo de consciência que é introspectiva e capaz de observar e reagir a seu meio ambiente pode ser grosseiramente comparado ao desenvolvimento de um organismo unicelular para um organismo vivo complexo que interage com seu meio ambiente de múltiplas maneiras.
Estamos aqui comparando o desenvolvimento de almas conscientes com o desenvolvimento biológico da vida e não o fazemos somente para usar uma metáfora.

Na realidade, o desenvolvimento biológico da vida como acontece na Terra deve ser visto como uma necessidade espiritual de exploração e experiência por parte das almas terrestres. Esta necessidade ou desejo de exploração provocou a existência de rica variedade de formas de vida na Terra. Como temos dito, a criação é sempre o resultado de um movimento interno de consciência.
Embora a teoria da evolução, como atualmente é aceita por sua ciência, em certo sentido descreva corretamente o desenvolvimento de formas de vida em seu planeta, não contempla absolutamente o impulso interno, o motor ‘oculto’ detrás desse profundo processo criativo.

A proliferação de formas de vida na Terra deveu-se a movimentos internos em nível de alma. Como sempre, o espírito precede e cria a matéria.
No início, as almas terrestres encarnaram nas formas físicas que melhor se adaptavam a seu ainda rudimentar sentido de si mesmo: organismos unicelulares. Depois de um período de aquisição de experiência e integrando isto com sua consciência, apareceu uma necessidade de meios mais complexos de expressão física. Assim, formas de vida mais complexas foram impulsionadas a existir. A consciência cria a forma física em resposta a necessidades interiores e desejos das almas terrestres, cuja consciência coletiva habitou primeiro a Terra.

A formação de novas espécies e a encarnação de almas terrestres em membros individuais daquelas espécies significa uma grande experiência de vida e consciência. Embora a evolução seja dirigida pela consciência (e não por acidente e incidente), esta não segue uma linha predeterminada de desenvolvimento. Isso porque a consciência é livre e imprevisível.
As almas terrestres experimentaram toda classe de formas animais de vida. Habitaram vários tipos de corpos físicos no reino animal, mas nem todas elas experimentaram a mesma linha de desenvolvimento.
O caminho de desenvolvimento da alma é muito mais fantástico e aventureiro do que vocês supõem. Não há leis acima ou fora de vocês. Vocês são a lei para vocês. Assim, por exemplo, se vocês decidem experimentar as formas de vida partindo de um macaco, vocês podem em algum momento encontrar-se vivendo em um corpo de macaco, desde o nascimento ou como um visitante temporário. A alma, especialmente a alma jovem, implora por experiência e por expressão. Isso a incita a explorar a diversidade das formas de vida que emergem na Terra.

Dentro desse grande experimento de vida, o surgimento da forma de vida humana marcou o começo de uma importante etapa dentro do desenvolvimento da consciência de alma na Terra. Antes de explicar isso detalhadamente, discutiremos os estágios do desenvolvimento interior da alma.

Desenvolvimento da consciência: etapa infantil, maturidade, velhice.

Se observarmos o desenvolvimento da consciência da alma logo depois de nascer, como uma unidade individual, ela passa rudemente por três etapas internas. Estas etapas são independentes do plano particular de realidade (planeta, dimensão, sistema estelar) que a consciência escolhe para povoar ou experimentar.

1) A etapa da inocência (‘paraíso’)
2) A etapa do ego (‘pecado’)
3) A etapa da ‘segunda inocência’ (‘iluminação’)

Essas etapas poderiam ser comparadas metaforicamente a infância, maturidade e velhice.
Logo depois de nascerem como unidades individuais de consciência, as almas deixam a etapa oceânica de unidade, a qual recordam como ditosa e completamente segura. Em seguida, vão explorar a realidade de uma maneira completamente nova. Lentamente se tornam mais conscientes delas mesmas e de como são únicas em comparação a seus companheiros de viagem. Nesta etapa, são muito receptivas e sensíveis, como uma criança pequena que observa o mundo com grandes olhos abertos, expressando curiosidade e inocência.

Essa etapa pode ser chamada paradisíaca, já que a experiência de unidade e segurança ainda está fresca na memória da alma recém-nascida. Ainda estão perto do lar; ainda não reivindicam seu direito de ser quem são.
À medida que a viagem continua, isto é, à medida que elas se introduzem em distintos tipos de experiência, a memória do lar se desvanece. Tudo é novo no começo e tudo é absorvido incondicionalmente na etapa da infância. Uma nova etapa começa quando a jovem alma começa a sentir-se como o ponto focal de seu mundo. Então realmente começa a dar-se conta que existe tal coisa como ‘eu’ e ‘outro’. Começa a experimentar como pode influenciar seu meio ambiente ao atuar sobre ele.

A verdadeira noção de fazer algo que surge de sua própria consciência é nova. Antes, era mais ou menos uma percepção passiva do que fluía. Agora, há dentro da alma uma noção crescente de seu poder para exercer influência naquilo que experimenta.
Esse é o começo da etapa do ego. O ego originalmente representa a habilidade de usar sua vontade para afetar o meio externo.
Por favor, notem que a função original do ego é simplesmente o que permite à alma sentir-se completamente uma entidade separada. Isto é um desenvolvimento natural e positivo dentro da evolução da alma. O ego não é ‘mau’ em si mesmo.

Entretanto, tende a ser expansivo e agressivo. Quando a nova alma descobre sua habilidade para influenciar seu meio ambiente, ‘apaixona-se pelo ego’. Bem no profundo, ainda existe uma dolorosa memória na alma, agora amadurecida, que lhe recorda o lar, que lhe recorda o paraíso perdido. O ego parece sustentar uma resposta a esta dor, a esta saudade. Parece que ele permite à alma obter ativamente um controle sobre a realidade. Intoxica a alma ainda jovem com a ilusão de poder.
Se alguma vez houve uma queda da harmonia ou uma ‘queda do paraíso’, aconteceu com a jovem consciência da alma voltando-se enfeitiçada pela possibilidade do ego, pela promessa de poder. De todo o modo, o verdadeiro propósito da consciência nascida como alma individual é explorar, experimentar tudo o que há, tanto o paraíso como o inferno, tanto a inocência como o ‘pecado’. Portanto, a queda do paraíso não foi uma ‘mudança equivocada’. Não existe culpa ligada a isto, a menos que vocês assim acreditem. Ninguém os culpa, além de vocês mesmos.

Quando a alma jovem amadurece, há uma mudança no modo ‘centrado em mim’ de observar e experimentar as coisas. A ‘ilusão de poder’ realça a separação entre as almas, em lugar de conectá-las. Por causa disso, estabelecem-se dentro da alma a solidão e um sentido de alienação. Embora não seja realmente consciente disso, a alma começa uma luta, uma batalha por poder. O poder parece ser a única coisa que alivia a mente – por um tempo.
Mais acima, distinguimos uma terceira etapa no desenvolvimento da consciência da alma: a etapa da iluminação, ‘segunda inocência’ ou velhice. Teremos muito para dizer a respeito desta etapa e em particular a respeito da transição da segunda para a terceira etapa, numa próxima mensagem. (Do ego ao coração – a ser publicada em seguida).

Agora, retornaremos à nossa história das almas terrestres e esclareceremos como o despertar da etapa do ego se encaixa com a aparição do homem na Terra.
As almas terrestres entrando na etapa do ego; a aparição do homem na Terra.
A etapa na qual as almas terrestres exploraram a vida vegetal e animal coincidiu com a etapa da inocência ou paraíso nos níveis internos. A vida floresceu na Terra, sob a orientação e amparo de seres espirituais dos reinos angélicos e dos devas. (Os Devas trabalham no nível etéreo de um modo mais próximo ao mundo físico que os anjos).

Os corpos etéreos de plantas e animais foram incondicionalmente receptivos ao cuidado e às nutritivas energias maternais dos reinos angélicos e dos Devas. Não tiveram inclinações de escapar ou ir-se e encontrar seu próprio modo de fazer as coisas... Ainda existia um grande sentido de unidade e harmonia entre todos os seres viventes.
O surgimento do homem macaco, entretanto, marcou um ponto de transformação no desenvolvimento da consciência. Essencialmente, ao caminhar ereto e através do desenvolvimento do cérebro, a consciência que residia no homem macaco obteve um maior domínio sobre o meio ambiente. A consciência, encarnada no antropóide, começou a experimentar como era ter mais controle sobre seu entorno direto. Começou a descobrir seu próprio poder, sua própria habilidade de influenciar seu meio ambiente.

Começou a explorar o livre-arbítrio.

Este desenvolvimento não foi fortuito. Foi uma resposta a uma necessidade interior sentida pelas almas terrestres, uma necessidade de explorar a individualidade em níveis mais profundos que anteriormente. O crescente auto conhecimento das almas terrestres estabeleceu a etapa para a aparição do homem em termos biológicos, o ser humano que conhecemos.
Quando as almas terrestres ficaram prontas para entrar na etapa do ego, a criação do homem permitiu a estas almas experimentar uma forma de vida com livre-arbítrio. Isso também dotou as consciências encarnadas com uma maior consciência do ‘eu’ como oposto ao ‘outro’. Com isso, estabeleceu-se a etapa para possíveis conflitos entre ‘meu interesse’ e ‘seu interesse’, ‘meu desejo’ e ‘seu desejo’. O individual escapou da unidade manifesta, da ordem natural de ‘dar e tomar’, para descobrir que outros caminhos estavam disponíveis. Isso marcou o ‘fim do paraíso’ na Terra.
Pedimos que considerem isso não como um evento trágico, mas como um processo natural (como as estações do ano). Foi uma mudança natural de eventos que finalmente lhes permitiu (nestes dias e época) equilibrar divindade e individualidade dentro de seu ser.

Quando a consciência da alma terrestre entrou na etapa do ego e começou a explorar ‘ser humano’, as influências dos devas e angélicas lentamente se retiraram. A verdadeira natureza dessas forças é respeitar o livre-arbítrio de todas as energias que encontram. Nunca exercerão sua influência sem convite. Portanto, as consciências do ego tiveram um livre reinado e as almas terrestres passaram a conhecer todos os golpes e inconvenientes do poder. Isso também afetou o reino vegetal e animal. Poder-se-ia dizer que a emergente energia guerreira foi parcialmente absorvida por esses reinos não humanos, o que criou um certo distúrbio dentro deles. Isso ainda está presente hoje em dia.

Quando as almas terrestres desejaram novas experiências, isto também as fez receptivas a novas influências externas. Aqui, queremos chamar a atenção especialmente para tipos de influência extraterrestre, galáctica, as quais muito afetaram as amadurecidas, mas ainda jovens, almas terrestres. É neste ponto de nossa história, que as almas, às quais denominamos trabalhadores da luz, entraram em cena.

Influências galácticas sobre o homem e a Terra

Por influências galácticas ou extraterrestres, entendemos as influências de energias coletivas associadas a certos sistemas estelares, estrelas ou planetas. No universo, há muitos níveis ou dimensões de existência. Um planeta ou estrela pode existir em várias dimensões, estendendo-se das dimensões materiais até as mais etéreas. Em geral, as comunidades galácticas que influenciaram as almas terrestres existiram em uma realidade menos ‘densa’ ou material que aquela na qual vocês existem na Terra.
Os reinos galácticos estiveram habitados por almas amadurecidas que nasceram muito antes que as almas terrestres que estavam nos começos de sua etapa do ego.
Quando a Terra tornou-se habitada por toda forma de vida, e finalmente pelo homem, os reinos extraterrestres observaram este desenvolvimento com grande interesse. A diversidade e abundância de formas de vida chamaram sua atenção. Sentiram que algo especial estava ocorrendo aqui.

Entre as diferentes comunidades galácticas, ocorreram muitas lutas e batalhas por muito tempo. Isso foi, em certo sentido, um fenômeno natural, já que a consciência das almas acarreta necessidade de batalha para descobrir tudo a respeito ‘do centrado em mim’ e o poder. Estiveram explorando o trabalho do ego e, à medida que ‘progrediram’, tornaram-se adeptas da manipulação de consciência. Tornaram-se peritas em subordinar outras almas ou comunidades de almas a suas regras, por meio de sutis e não tão sutis ferramentas psíquicas.
O interesse que as comunidades galácticas tiveram sobre a Terra foi principalmente egocêntrico. Viram aí uma oportunidade para exercer sua influência de novas e poderosas maneiras.

Poder-se-ia dizer que naquele momento as batalhas intergalácticas tinham alcançado um ponto morto. Quando vocês brigam uns com outros uma e outra vez, alcançam um equilíbrio logo depois de um tempo, uma divisão de zonas de poder por assim dizer. Vocês conhecem um ao outro tão bem que sabem quando há espaço para atuar e quando não há. Desse modo, a situação alcança um beco sem saída e os inimigos galácticos esperaram novas oportunidades na Terra.
Pensaram que a Terra poderia lhes prover um cenário para renovar a batalha e superar o beco sem saída.

O modo como as comunidades galácticas pensaram exercer sua influência sobre a Terra foi por meio da manipulação da consciência das almas terrestres. As almas terrestres eram particularmente receptivas à sua influência quando entraram na etapa do ego. Antes disso, elas eram imunes a qualquer força externa motivada por poder, porque elas mesmas não estavam inclinadas a exercer o poder. Vocês são imunes à agressão e ao poder, quando dentro de vocês não há nada a que estas energias possam apegar-se.
Portanto, as energias galácticas não puderam acessar a consciência das almas terrestres, antes que estas almas decidissem elas mesmas explorar a energia do poder.

A transição à etapa do ego tornou as almas terrestres vulneráveis porque, além de sua intenção de explorar a consciência do ego, elas eram ainda muito inocentes e ingênuas. Portanto, não foi difícil para os poderes galácticos impor suas energias sobre a consciência das almas terrestres.
O modo como operaram foi por meio da manipulação da consciência ou controle mental.
Suas tecnologias eram muito sofisticadas. Eles tiveram principalmente ferramentas psíquicas, não muito diferentes à lavagem de cérebro através da sugestão hipnótica subconsciente. Trabalharam em níveis psíquicos e astrais, mas influenciaram o homem nos níveis materiais/físicos do corpo. Influenciaram o desenvolvimento do cérebro humano, proporcionando mais experiências aos seres humanos.

Essencialmente estimularam modelos de pensamento e emoções baseados no medo. O medo já estava presente na consciência das almas terrestres como resultado da dor e saudade que toda alma jovem traz dentro de si. Este medo existente foi tomado pelos poderes galácticos como seu ponto de partida para ampliar enormemente a energia de medo e subordinação nas mentes e emoções das almas terrestres. Isso lhes permitiu controlar a consciência humana.
Os guerreiros galácticos conseqüentemente trataram de lutar contra seus anteriores inimigos galácticos através (utilizando o) do ser humano. A luta de poder sobre a humanidade foi uma luta entre velhos inimigos galácticos que utilizaram seres humanos como seus títeres.

O delicado sentido de individualidade e autonomia das almas da Terra foi talhado em seus primórdios por esta violenta intervenção, esta guerra pelo coração da humanidade.
Entretanto, os interventores galácticos não puderam verdadeiramente privar as almas da Terra de sua liberdade. Apesar da massiva influência extraterrestre, a essência divina dentro de cada consciência de alma individual permaneceu indestrutível. A alma não pode ser destruída, embora sua natureza livre e divina tenha ficado velada por um longo tempo. Isto está relacionado com o fato de que o poder no fim de contas não é real. O poder sempre alcança seu objetivo através das ilusões de medo e ignorância. Pode somente esconder e velar as coisas; não pode verdadeiramente criar ou destruir nada.

Mais ainda, esse verdadeiro ataque sobre as almas terrestres não somente trouxe escuridão à Terra. Conseguiu, sem intenção alguma, iniciar uma profunda mudança na consciência dos guerreiros galácticos, uma mudança para uma nova etapa da consciência: iluminação ou ‘segunda inocência’.

Raízes galácticas das almas trabalhadoras da luz

Como se vincula a esta história a noção de almas trabalhadoras da luz?
As almas trabalhadoras da luz, como vocês as chamam, são almas que estão profundamente conectadas ao sistema estelar das Plêiades. As Plêiades são um grupo de estrelas, sete das quais podem ser vistas a olho nu na Terra.
Antes de encarnarem na Terra em corpos humanos, as almas trabalhadoras da luz habitaram este sistema de estrelas por um longo tempo. Em termos de desenvolvimento da consciência em três etapas, passaram uma grande parte de sua maturidade ali. Nessa etapa, exploraram a ‘consciência do ego’ e todos os ‘assuntos do poder’ relacionados com ela. Foi a etapa em que exploraram a escuridão e na qual abusaram muito de seu poder.

Os pleiadianos, naquele tempo, foram CO-criadores do ser humano à medida que se desenvolviam. Igual a outras forças galácticas, os pleiadianos tiveram a intenção de usar o homem como uma marionete para dominar outras partes do Universo. Implantaram um tipo de radar energético no ser humano, que os proveria de informação (a respeito de seus inimigos).
É difícil explicar as técnicas que os poderes galácticos usaram em suas batalhas, porque não se assemelha a nada em seu mundo, não até onde eles as aperfeiçoaram.
Essencialmente, a tecnologia de guerra galáctica esteve apoiada em uma ciência de energia não materialista. Conheceram o poder da psique e sabiam que a consciência cria a realidade física. A metafísica deles foi mais adequada que os aspectos materialistas abrangidos por sua ciência atual. Como a sua ciência concebe a consciência como um resultado dos processos materiais, em vez do contrário, não pode compreender o poder criativo e causal da mente.

Na era do Cro-Magnon, os pleiadianos interferiram no desenvolvimento natural do homem em um nível genético. Essa interferência genética deveria ser concebida como o auge do processo de manipulação: imprimiram o cérebro/consciência humano com formas de pensamentos particulares os quais afetaram a camada física celular do organismo. O efeito dessas impressões mentais foi como um elemento robótico, metálico, instalado no cérebro humano, o que tirou parte da força e a própria consciência do ser humano. Foi um implante artificial que tornou o homem mais adaptável como instrumento para as metas estratégicas dos pleiadianos.

Interferindo deste modo no desenvolvimento da vida na Terra, os pleiadianos violaram o curso natural das coisas. Não respeitaram a integridade das almas terrestres, que habitavam as espécies humanas em evolução. De certo modo, roubaram delas seu (recentemente ganho) livre-arbítrio.
Em certo sentido, ninguém pode roubar o livre-arbítrio das almas, como indicamos no final do último parágrafo. De todos os modos, em termos práticos, por causa da superioridade dos pleiadianos em todos os níveis, as almas terrestres perderam seu sentido de auto-determinação em uma grande amplitude. Os pleiadianos usaram os seres humanos como ferramentas, como “coisas” essencialmente falando, que os ajudaram a alcançar suas metas. Naquela etapa, não estavam preparados para respeitar a vida como valiosa em si mesma. Não reconheceram no ‘outro’ (seus inimigos ou seus escravos) uma alma vivente como eles mesmos.

Porém, não há nenhuma intenção de fazer um ‘julgamento’ disto, já que tudo é parte do grande e profundo desenvolvimento da consciência. Eu mesmo, Jesus, fui parte desta história. Eu mesmo passei pelos extremos da dualidade, levando a cabo tanto atos de maldade, como atos de luz.
Em nível mais profundo, não há ‘culpa’, somente livre escolha. Não há vítimas, nem ofensores; somente experiência.
Vocês, as almas trabalhadoras da luz que alguma vez empregaram estes métodos escuros de opressão, julgaram a si mesmos muito severamente por seus atos. Inclusive agora, carregam consigo um profundo sentimento de culpa, do qual são parcialmente conscientes, de que vocês não são ‘suficientemente bons’ (qualquer coisa que façam). Esse sentimento se origina de um equívoco.

É importante compreender que ‘trabalhador da luz’ não é algo que vocês simplesmente são ou não são. É algo que vocês chegam a ser, quando vocês vão através da viagem de experiência; experimentando luz e escuridão. Sendo luz e escuridão. Se tivéssemos que nomeá-los, poderíamos chamá-las almas crísticas, em lugar de trabalhadores da luz.
Tiveram alguma vez a experiência de que um grave engano cometido por vocês eventualmente mudou as coisas de uma maneira positiva e inexplicável?
Algo similar aconteceu como resultado da interferência galáctica com a Terra e a humanidade. No processo de imprimir nas almas da Terra suas energias, as forças galácticas, na realidade, criaram um grande crisol de fusão de influências na Terra. Poder-se-ia dizer que os elementos combativos dentro das diferentes ‘almas galácticas’ se implantaram na humanidade como uma corrente de água, forçando deste modo os seres humanos a encontrar um modo de unir-se a eles ou de levá-los a uma coexistência pacífica. Embora tenha complicado bastante a viagem das almas terrestres, isto pôde finalmente criar a melhor oportunidade para uma ruptura positiva, uma saída da situação paralisante a que tinham chegado os conflitos galácticos.

Recordem, todas as coisas estão interconectadas. Há um nível no qual as almas terrestres e as almas galácticas são/foram conduzidas pelo mesmo propósito. Esse é o nível angélico. Cada alma é um anjo no seu âmago. (Falaremos disto em outro capítulo)
No nível angélico, tanto os guerreiros galácticos como as almas terrestres consentiram em formar parte do drama cósmico esboçado acima.
A interferência galáctica não só ‘ajudou’ a Terra a ser o crisol de fusão que se teve a intenção de que fosse (no nível angélico), mas também marcou o começo de um novo tipo de consciência dos guerreiros galácticos.
Inesperadamente, isto marcou o final da etapa do ego, o final da maturidade para eles e o começo de algo novo.

O final da etapa do ego para os trabalhadores da luz

As guerras intergalácticas tinham alcançado um ponto morto antes de a Terra entrar em jogo. Quando a batalha com a Terra recomeçou, ela realmente se deslocou para a Terra. Com esta transposição, algo começou a mudar dentro da consciência galáctica. O tempo das guerras galácticas terminou.
Embora eles permaneceram ativamente envolvidos com a humanidade e a Terra, as almas galácticas lentamente se retiraram para o papel de observadores. Nesse papel, começaram a se conscientizar de um tipo particular de cansaço em seu interior. Sentiam-se vazios por dentro. Embora a luta e a batalha continuassem, isto não os fascinava como antes. Começaram a fazer a si mesmos perguntas filosóficas tais como: qual é o significado de minha vida? Por que estou lutando todo o tempo? O poder realmente me faz feliz? À medida que se faziam as perguntas, intensificava-se seu aborrecimento com guerra.

Os guerreiros galácticos foram gradualmente alcançando o final de sua etapa do ego. Inconscientemente transportaram a ‘energia do ego’ e a ‘luta pelo poder’ à Terra, um lugar que estava energeticamente aberto a essa energia. As almas humanas estavam naquele tempo começando a explorar a ‘etapa da consciência do ego’.
Na consciência dos guerreiros galácticos criou-se um certo espaço: o espaço para a dúvida, o espaço para a reflexão. Entraram numa fase de transformação, a qual descreveremos distinguindo os seguintes passos:

1. Estar insatisfeitos com o que a consciência baseada no ego tem para lhes oferecer, desejar ‘algo mais’: o começo do final.
2. Começar a ser conscientes de suas amarras à consciência baseada no ego, reconhecer e liberar as emoções e pensamentos que estão com ela: a metade do final.
3. Permitir que morram dentro de vocês as velhas energias apoiadas no ego, eliminando o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.
4. O despertar dentro de vocês da consciência baseada no coração, motivada por amor e liberdade; ajudar a outros a fazer a transição: o novo tempo.

Esses quatro passos marcam a transição da consciência baseada no ego para aquela baseada no coração. Por favor, recordem que tanto a Terra como a humanidade e os reino galácticos passam por esses estágios, porém não simultaneamente.
O planeta Terra agora está passando pela etapa 3. Muitos de vocês trabalhadores da luz também estão passando pela etapa 3, em sintonia com o processo interno da Terra. Alguns de vocês ainda estão lutando com a etapa 2 e alguns chegaram à etapa 4, desfrutando das delícias da alegria genuína e da inspiração.

Grande parte da humanidade, entretanto, não deseja de jeito nenhum deixar a consciência baseada no ego. Não entraram na etapa 1 da fase de transição. Isto não é algo para julgar ou criticar ou pelo qual afligir-se. Tratem de ver isto como um processo natural, como o crescimento de uma planta. Vocês não julgam uma flor por ser um botão, antes de estar completamente florescida. Tratem de ver isto sob esta ótica. Fazer julgamentos morais a respeito dos efeitos destrutivos em seu mundo da consciência baseada no ego apóia-se em falta de intuição nas dinâmicas espirituais. Mais ainda, isso debilita sua própria força, já que a irritação e a frustração que vocês sentem às vezes ao ouvir suas notícias ou ler seus periódicos não podem ser transformadas em algo construtivo. Isso somente os esgota e baixa seu nível de vibração. Tratem de tomar certa distância das coisas, numa posição de confiança.

Tratem de sentir intuitivamente as correntes ocultas na consciência coletiva, as coisas que vocês com muita dificuldade lêem ou escutam nos meios de comunicação.
Não tem sentido tentar modificar as almas que ainda estão presas à realidade da consciência baseada no ego. Elas não querem a sua ‘ajuda’, já que ainda não estão abertas às energias baseadas no coração, que vocês – trabalhadores da luz – desejam compartilhar com eles. Ainda que pareçam necessitar de sua ajuda, enquanto eles não a quiserem, eles não a necessitam. É muito simples.

Os trabalhadores da luz são completamente aficionados a dar e ajudar, mas freqüentemente perdem seu poder de discernimento ao agir como trabalhador da luz. Por favor, usem seu poder de discernimento nisto, já que o desejo de ajudar pode tragicamente chegar a ser uma armadilha para os trabalhadores da luz, a qual os impede de completar realmente o passo 3 da transição. (Discutiremos a noção de ‘ajudar’ mais adiante em outra mensagem).

Agora terminaremos nossa descrição dos trabalhadores da luz no final de sua etapa do ego.
Como dissemos, naquele tempo vocês pertenciam ao sistema estelar das Plêiades e vocês, como outros impérios galácticos, interferiram na humanidade quando ela tomou sua forma atual. Quando começaram a desempenhar mais e mais o papel de observadores, cansaram de lutar.
O poder que vocês tiveram por aquele longo tempo, resultou num tipo de dominação que aniquilou as qualidades únicas e individuais daquilo que vocês dominavam. Portanto, nada novo podia entrar em sua realidade. Mataram tudo o que era o ‘outro’. Esta forma de proceder fez com que depois de um tempo sua realidade fosse estática e previsível. Quando se tornaram conscientes do vazio da luta pelo poder, sua consciência se abriu a novas possibilidades. Surgiu um desejo por ‘algo mais’. Tinham completado o passo 1 da transição para a consciência baseada no coração. As energias do ego, que tinham reinado livremente por eons de tempo, assentaram-se e permitiram abrir um espaço para ‘algo mais’. Em seus corações, brotou uma nova energia, como uma delicada flor. Uma voz sutil e tranqüila começou a falar-lhes de ‘lar’, um lugar que vocês uma vez conheceram, mas que tinham perdido o rastro ao longo de seu caminho. Sentiram falta dele no interior de vocês.

Exatamente como as almas terrestres, vocês alguma vez experimentaram o estado oceânico de unidade, do qual cada alma nasce. Gradualmente evoluíram a partir desse oceano como unidades individuais de consciência. Como essas ‘pequenas almas’, entusiasmaram-se em explorar e ao mesmo tempo tinham a dolorosa memória interior de um paraíso que tiveram de deixar para trás.
Ao alcançar a etapa do ego da consciência, esta dor ainda permanecia dentro de vocês. O que essencialmente tratam de fazer é preencher esse vazio em seu coração com o poder. Procuraram preenchê-los, vocês mesmos, jogando o jogo de ‘lutar e conquistar’.

O ego é a energia que mais se opõe à unidade. Ao exercer poder, isolam-se ‘do outro’. Ao lutar por poder, distanciam-se mais e mais do lar: a consciência de unidade. O fato de que o poder os leva longe do lar, em lugar de trazê-los mais perto, ocultou vocês de si mesmos por muito tempo, já que o poder está fortemente entrelaçado com a ilusão.
O poder pode facilmente ocultar esta verdadeira face de uma alma inocente e inexperiente. O poder cria a ilusão de abundância, de realização, de reconhecimento e inclusive de amor.

A etapa do ego é uma exploração sem restrições da área do poder: de ganhar, perder, lutar, dominar, manipular, de ser o ofensor e ser a vítima. Em um nível interno, a alma se rasga durante esta etapa. A etapa do ego está relacionada com um ataque à integridade da alma. Por integridade, queremos dizer a unidade natural e totalidade da alma. Ao entrar na consciência apoiada no ego, a alma entra em um estado de esquizofrenia. Perde sua inocência. Por um lado, batalha e conquista, por outro, reconhece que é mal danificar ou destruir outros seres vivos. Não está muito equivocada de acordo com algumas leis ou julgamentos objetivos. Mas a alma subconscientemente se dá conta de que está fazendo algo que se opõe à sua natureza divina. Está na natureza de sua própria essência divina o ‘criar e dar’ vida.
Quando a alma atua a partir de um desejo de poder pessoal, no fundo surge um sentimento de culpa. Outra vez, não há julgamento externo sobre a alma que afirma ser ela culpada. A alma mesma se dá conta de que está perdendo sua inocência e pureza. Enquanto ela persegue poder no exterior, um sentimento crescente de indignação a está comendo por dentro.

A etapa da consciência apoiada no ego é um estágio natural na viagem da alma. Na realidade, essa implica a completa exploração de um dos aspectos de ser da alma: a vontade. Sua vontade constitui a ponte entre o mundo interno e o mundo externo. A vontade é essa parte de vocês que enfoca sua energia de alma dentro do mundo material. A vontade pode ser inspirada pelo desejo de poder ou pelo desejo de unidade. Depende da etapa de sua consciência interior. Quando uma alma alcança o final da etapa do ego, a vontade começa a ser mais e mais um fragmento estendido do coração. O ego ou a vontade pessoal não se destrói, mas flui conforme com o desejo e inspiração do coração. Neste ponto o ego aceita o coração como seu guia espiritual. Restabelece-se a totalidade natural da alma.

Quando vocês, as almas trabalhadoras da luz das Plêiades, alcançaram o passo 2 da transição da consciência apoiada no ego à consciência apoiada no coração, sentiram o sincero desejo de corrigir o que tinham feito de mal na Terra. Compreenderam que tinham maltratado os seres humanos viventes sobre a Terra e que tinham dificultado a livre expressão e desenvolvimento deles. Vocês se deram conta de que tinham violado a VIDA mesma, ao manipulá-la e controlá-la de acordo com suas necessidades.
Quiseram libertar o homem dos limites do medo e da limitação, o que havia trazido muita escuridão a suas vidas, e sentiram que poderiam cumprir mais com isto encarnando vocês mesmos em corpos humanos. Assim, encarnaram em corpos humanos, cuja compilação genética foi parcialmente criada por vocês mesmos, para transformar suas criações desde o seu interior. As almas que foram a Terra com esta missão propuseram espalhar/difundir Luz dentro de suas próprias criações (manipuladas).
Por isso, vocês são chamados ‘Trabalhadores da luz’. Vocês tomaram a decisão de fazer isto – e de chegar a estar enredados em séries completas de vidas terrestres - por um novo sentido de responsabilidade e também pelo sincero impulso de encarregar-se desta carga kármica sobre vocês, e desse modo serem capazes de deixar o passado ir completamente.

Nenhum comentário:

Postagens Recentes