"Toda a existência envolve sofrimento.
Todo sofrimento é causado pelos nossos desejos e apetites".
Estamos vivendo tempos onde a gente está insatisfeito, mas não sabe com o que anda insatisfeito, e assim, procuramos encontrar paz e felicidade nos outros, nas coisas, nos bens materiais, nas novenas e peregrinações religiosas, nos amores que se sucedem, nos amigos que cobramos cada vez mais a presença, e não encontramos satisfação.
Se pudessemos resumir tudo em um único objeto, diria que todos nós estamos precisando de "muletas". Estamos vivendo os tempos das muletas, e cada pessoa que vive apertado pela sociedade, anda vivendo uma vida "meia boca", trabalhando para pagar contas que não param de chegar.
Não tá fácil não, estamos nos submetendo aos comerciais da tv e quando vamos ver, estamos cheios de tranqueiras embaixo da cama, em cima do guarda roupa, nos fundos dos armários, coisas que compramos e nem sabemos usar, aparelhos que não servem para nada, CD´s que só tem uma música interessante e que já esquecemos de ouvir, DVD´s que assistimos pela metade, revistas que chegam e mal temos tempo de ler, jornais que amarelam na nossa porta dentro dos saquinhos, comidas que estragam na geladeira...ufa!, viver em tempos modernos não é fácil.
Mas, e você?
Quem é você hoje?
O que te faz feliz?
Você se faz feliz?
Você se basta?
Qual é a sua muleta?
Um cigarro, uma dose de whisky, um homem, uma mulher?
Qual é a razão da sua dor, da sua infelicidade?
Você já experimentou ficar a sós com você?
Experimente!
Desligue-se do mundo, dos cartões, dos mercados e lojas em promoção, experimente andar descalço, experimente trocar o uniforme de sempre, e principalmente; experimente sorrir sem medo de ser feliz.
Podem te roubar tudo, o nome limpo, a paz interior, o companheiro ou companheira, o emprego, a vaga na escola e até aquele parente querido, mas ninguém pode roubar a sua capacidade de mudar tudo ainda hoje, bastando apenas uma decisão, e essa decisão só depende de você: eu quero e vou ser feliz!
Pronto, a mudança começa agora, a mágica aparece nesse instante, nesse exato momento em que você acorda e se dá conta de como você é importante e pode fazer muito mais do que lamentar-se.
Desperte, sorria e viva o novo e único dia em que tudo pode mudar: hoje.
Paulo Roberto Gaefke
Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Gente com defeito?
Essa ideia de pessoas com defeitos tem alguns defeitos.
Um deles está em considerar que Deus criou coisas defeituosas ou que podem
apresentar defeito. Outro defeito é tratar-se, com nosso estrabismo ou miopia
habitual, de um incentivo a enxergarmos e apontarmos defeitos nos outros. Em
geral, nosso ego adere a esse tipo de atitude muito facilmente, bem como a tudo
o que o engrandeça e destaque.
Mas vamos, apenas e exclusivamente neste texto, chamar de
defeitos aquilo que nos incomoda ou desagrada em outras pessoas, razão pela
qual os desaprovamos. Isso é bem genérico. E não é difícil... Vamos lá! Nesse
sentido, podemos dizer que todo mundo tem "defeitos".
Olhando bem, logo notamos que alguns "defeitos"
e "pessoas" são mais difíceis pra nós, pois nos incomodam mais. No
entanto, também notamos que está cheio de gente com defeitos que não nos
afetam! A questão, portanto, não é o defeito do outro, mas, sim, como e por que
aquilo nos afeta.
Comecei a pensar sobre isso. Fui procurar me entender, a
partir dessas minhas reações, tentar me conhecer melhor. Afinal, sou espírita,
logo, acredito em evoluir pra me tornar um ser melhor. Tanto eu, quanto os outros.
E acredito no autoconhecimento como um caminho importante na evolução.
Notei que certos “defeitos” me afetavam quando surgiam em
pessoas próximas a mim, em relação às quais nutria certas expectativas. Tais
expectativas costumam ter fundamento? Em alguns casos. Se certa mãe que devia
cuidar do filho pequeno não consegue suprir as necessidades dele, poderíamos
dizer que o incômodo tem uma base, desde que há uma expectativa legítima de que
mães acalentem e cuidem de seus filhos. Mas é preciso considerar que não existe
apenas isso, pois há também a condição material, mental e emocional da mãe, de
atender a essas necessidades ou não, e pode haver um motivo específico que
explique seu comportamento. Seres humanos têm desafios complexos e se complicam
emocionalmente, iludem-se com prioridades fictícias, adoecem, perdem
empregos...
Pensando assim, também passei a focar nas virtudes e
qualidades que antes estavam ocultas na pessoa, sob aquele pretenso “defeito”
que até então me incomodava tanto. E vi que lá estava aquela criatura,
exercitando essas qualidades e se desenvolvendo, segundo sua possibilidade e
compreensão da vida.
Assim, comecei a ter um olhar mais positivo, que os
budistas talvez chamassem de “compassivo”. Isso não implica fechar os olhos,
mas olhar de outra maneira. Isso também não faz nossa dificuldade passar e tudo
ficar instantaneamente maravilhoso. Mas melhora bem a possibilidade de
compreensão e convivência.
Não vou dizer aqui que costumamos enxergar nos outros
aquilo que não conseguimos ver em nós mesmos, porque é um fato que já comprovei
e uma abordagem já muito batida. Mas até nesse sentido, enxergar no outro o que
precisamos descobrir em nós é uma sabedoria das Leis Divinas e uma providência
educativa.
A inteligência emocional, a percepção de como estamos nos
sentindo, é algo muito valioso, para lidar com tais questões de maneira mais
sensata possível. Como observa Eckhart Tolle em “O Poder do Silêncio” (Ed.
Sextante): “Reclamar e reagir são as formas preferidas da mente para fortalecer
o ego. O eu autocentrado precisa do conflito para fortalecer sua identidade. Ao
lutar contra algo ou alguém, ele demonstra pra si mesmo que ‘isto sou eu’ e
‘aquilo não sou eu’. É comum que países procurem fortalecer sua sensação de
identidade coletiva colocando-se em oposição aos seus inimigos.” Pode ser,
então, que atribuir defeitos seja mais um modo de nos afirmarmos – e
simplesmente isto! Os defeitos, então, estão na nossa visão egocentrada e não
na pessoa, considerada como essencialmente uma criatura divina em vias de
progresso espiritual, seguindo sua trajetória e fazendo uso de seu
livre-arbítrio.
Além do mais, o conceito de “defeito” que adotamos para
este texto, pode perfeitamente aplicar-se a nós mesmos. Nossas atitudes,
hábitos e idiossincrasias podem andar desagradando pessoas por aí. Algumas ou
muitas. Então, é melhor evitar radicalismos e expandir a compreensão.
Reclamações, ações extremadas às vezes são infelizes, tanto em si mesmas quando
nos resultados que ocasionam. Diz Emmanuel em “Seara dos Médiuns” (FEB),
“olvidemos os defeitos do próximo, na certeza de que todos nos encontramos sob
o malho das horas, na bigorna da experiência.”
por Rita Foelker
Conhecimento ou Sabedoria?
Quero relatar uma estória que ilustra com clareza esta diferença:
“Dois discípulos procuraram um mestre para saber a diferença entre Conhecimento e Sabedoria.
O mestre disse-lhes:
- Amanhã, bem cedo, coloquem dentro dos sapatos vinte grãos de feijão, dez em cada pé. Subam, em seguida, a montanha que se encontra junto a esta aldeia, até o ponto mais elevado, com os grãos dentro dos sapatos.
No dia seguinte os jovens discípulos começaram a subir o monte. Lá pela metade um deles estava padecendo de grande sofrimento: seus pés estavam doloridos e ele reclamava muito. O outro subia naturalmente a montanha.
Quando chegaram ao topo um estava com o semblante marcado pela dor; o outro, sorridente.
Então, o que mais sofreu durante a subida perguntou ao colega:
- Como você conseguiu realizar a tarefa do mestre com alegria, enquanto para mim foi uma verdadeira tortura?
O companheiro respondeu:
- Meu caro colega, ontem à noite cozinhei os vinte grãos de feijão”.
Em princípio, conhecer e saber podem ser confundidos, muitas vezes aplicados como sinônimos, mas são coisas bem distintas. Se prestarmos atenção, podemos verificar que a diferença é clara e visível.
O conhecimento é o somatório das informações que adquirimos. É a base daquilo que chamamos de Cultura.
A sabedoria pressupõe não só ter o conhecimento, mas também saber como utilizar esse conhecimento, não só em ocasiões especiais, mas em todos os fatos da vida. Saber não é apenas Ter o conhecimento, mas é Ser o conhecimento.
A sabedoria é saber usar o “Dom Interior “que cada pessoa carrega dentro de si. É possível alguém adquirir um arsenal de conhecimento, contudo, não ser sábio. Sabedoria é o uso que a pessoa dá ao conhecimento.
Para se ser sábio é preciso viver, experimentar, ousar, ponderar, amar, respeitar, ver e ouvir a própria vida.
É preciso buscar, sim, o conhecimento, a informação e a cultura, mas também se deve ter a coragem de experimentar a vida, o amor e o compartilhar. Deve-se atentar para não se tornar alguém fechado em si mesmo e no próprio processo de aprendizado. Fazer isso é o mesmo que iniciar uma viagem e se encantar tanto com a estrada a ponto de se esquecer para onde se está indo. E isso não parece ser uma atitude muito sábia. Então, sejamos sábios: vivamos, amemos e compartilhemos o que há em nossos corações!
E que saibamos cozinhar nossos feijões em nossa vida!!!
"O conhecimento é o processo de acumular dados; a sabedoria reside na sua simplificação."
(Martin H. Fischer).
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Ser transparente
Às
vezes, fico me perguntando por que é tão difícil ser transparente. Costumamos
acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar aos
outros.
Mas
ser transparente é muito mais do que isso.
É ter coragem de expor-se, de ser frágil, de chorar, de falar sobre o que sente. Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair máscaras, baixar armas, destruir muros. Ser transparente é permitir que a doçura aflore, transborde. Mas, infelizmente, a maioria decide não correr este risco.
É ter coragem de expor-se, de ser frágil, de chorar, de falar sobre o que sente. Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair máscaras, baixar armas, destruir muros. Ser transparente é permitir que a doçura aflore, transborde. Mas, infelizmente, a maioria decide não correr este risco.
Preferimos
a dureza da razão à leveza reveladora da fragilidade humana. Preferimos o nó na
garganta às lágrimas que brotam da alma. Preferimos nos perder numa busca por respostas
a simplesmente admitir que não sabemos nada e que temos medo!
Por
mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez
mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a
sensação de proteção.
E
assim, vamos nos afundando em falsas palavras, atitudes, em falsos sentimentos.
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não
sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar. A doçura,
a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós.
Uma
saudade desesperada de nós mesmos, daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas
que não temos coragem de mostrar. Porque aprendemos que isso é ser fraco, é ser
bobo, é ser menos do que o outro! Quando, na verdade, agir com o coração, poupa
a dor.
Sugiro
que deixemos explodir toda a doçura! Que consigamos não prender o choro, não
conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não tentarmos ser tão
invencíveis! Chega de tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto.
Tente
simplesmente viver, sentir e amar.
Rosana Braga
terça-feira, 2 de abril de 2013
O tempo de cada um
A tolerância é uma virtude ainda
rara na atualidade.
Ela permite viver em harmonia
junto a quem pensa e age de forma diferente.
Não se trata apenas de suportar
um modo distinto de ver e entender a vida.
O exercício da tolerância engloba
também o esforço em perceber o que possa haver de admirável na conduta alheia,
especialmente quando difere da nossa.
Mesmo perante equívocos, não criticar
gratuitamente, pelo simples gosto de denegrir.
Por certo, a título de ser
tolerante não vale adotar conduta omissa e conivente.
Na defesa de um bem maior, de um
inocente, do patrimônio público, não é lícito deixar de agir.
Mas ainda aí é preciso ter não
apenas energia, mas também doçura, para não se converter em um carrasco.
Muitas pessoas se angustiam
porque seus amores não lhes compartilham os ideais.
Incontáveis pais estimariam que
seus filhos tivessem padrão de conduta mais digno.
Entre esposos, costuma haver
descompasso no entendimento de questões capitais da existência.
Essa dificuldade em compreender o
ritmo alheio se manifesta em incontáveis setores.
Às vezes, notícias sobre
determinados crimes despertam o desejo generalizado de exterminar os seus
responsáveis.
Notícias de desmandos na política
produzem grande desencanto.
Tem-se a sensação de que a
Humanidade está perdida e de que nada mais há para fazer.
Entretanto, embora de forma
lenta, tudo se aprimora.
A reencarnação é a chave que
permite vislumbrar a lenta sofisticação de todos os Espíritos.
Quem hoje parece lamentável
amanhã será um anjo radioso.
Os seres de grande virtude, cujos
atos tanto encantam, igualmente cometeram erros em sua jornada milenar.
Assim, o desencanto e o
esmorecimento traduzem incompreensão dos mecanismos superiores da vida.
Certamente não é possível e nem
desejável alegrar-se perante indignidades de qualquer ordem.
Mas é necessário compreender que
cada criatura tem o seu ritmo e o seu momento de transformação.
Perante os equivocados, é
necessário exemplificar o bem, mas sem violências e arrogância.
Não vale ser conivente e omisso,
mas também não cabe a imposição das próprias idéias.
Se criaturas difíceis estão
presentes em sua vida, há uma razão para isso.
Na grande oficina da vida, você
foi considerado digno do bom combate.
Os levianos e rudes são os mais
necessitados de amor.
Afinal, como afirmou o Divino
Amigo, os sãos não necessitam de remédio.
Se os valores cristãos iluminam o
seu íntimo, rejubile-se.
Exemplifique-os mediante uma vida
laboriosa e digna.
Mas não os imponha a ninguém.
Afinal, Deus a todos assegura o
livre arbítrio e pacientemente espera o lento desabrochar das virtudes dos
anjos.
Pense nisso.
- Redação do Momento Espírita -
Semelhante atrai semelhante
Somente uma pessoa amorosa, aquela que realmente é
amorosa; pode encontrar o parceiro certo.
Essa é minha observação: se você está infeliz você irá
encontrar alguém também infeliz. Pessoas infelizes são atraídas pelas pessoas
infelizes. E isso é bom, é natural. É bom que as pessoas infelizes não sejam
atraídas pelas pessoas felizes; senão elas destruiriam a felicidade delas. Está
perfeitamente bem.
Somente pessoas felizes são atraídas pelas pessoas
felizes. O semelhante atrai o semelhante. Pessoas inteligentes são atraídas
pelas pessoas inteligentes; pessoas estúpidas são atraídas pelas pessoas estúpidas.
Você encontra as pessoas do mesmo plano. Então a primeira
coisa a lembrar é: um relacionamento está fadado a ser amargo se este surgiu da
infelicidade.
Primeiro seja feliz, seja alegre, seja festivo e então
você encontrará alguma outra alma festiva e haverá um encontro de duas almas
dançantes e uma grande dança irá surgir disso.
Não peça por um relacionamento a partir da solitude, não.
Assim você estará indo na direção errada. Então o outro será usado como um meio
e o outro lhe usará como um meio. E ninguém quer ser usado como um meio! Cada
indivíduo único é um fim em si mesmo. É imoral usar alguém como um
meio.Primeiro aprenda como ser só. A meditação é um caminho para ficar sozinho.
Se você puder ser feliz quando você está só, você
aprendeu o segredo de ser feliz. Agora você pode ser feliz acompanhado. Se você
é feliz, então você tem alguma coisa para compartilhar, para dar. E quando você
dá, você obtém; não é de outra maneira. Assim surge uma necessidade de amar
alguém.
Geralmente a necessidade é de ser amado por alguém. É a
necessidade errada. É uma necessidade infantil; você não está amadurecido. É
uma atitude infantil.
Uma criança nasce. Naturalmente, a criança não pode amar
a mãe; ela não sabe o que é amar e ela não sabe quem é a mãe e quem é o pai.
Ela está totalmente desamparada. Seu ser ainda está para ser integrado; ela
ainda não está reunida.
Ela é somente uma possibilidade. A mãe precisa amar, o
pai precisa amar, a família precisa banhar a criança de amor. Agora ela aprende
uma coisa: que todos têm que amá-la. Ela nunca aprende que ela precisa amar.
Agora a criança irá crescer e se ela permanecer presa nessa atitude que todo
mundo tem que amá-la, ela irá sofrer por toda sua vida. Seu corpo cresceu, mas
sua mente permaneceu imatura.
Uma pessoa amadurecida é aquela que chega a conhecer a
necessidade do outro: que agora tenho que amar alguém.
A necessidade de ser amado é infantil, imatura. A
necessidade de amar é maturidade.
E quando você está preparado para amar alguém, um belo
relacionamento irá surgir; de outra maneira não.
"É possível que duas pessoas num relacionamento
sejam más uma para com a outra"?
Sim, isso é o que está acontecendo por todo o mundo. Ser
bom é muito difícil. Você não é bom nem para si mesmo.
Como você pode ser bom para outra pessoa?
Você nem mesmo ama a si próprio! Como você pode amar
outra pessoa? Ame a si mesmo, seja bom para si mesmo.
Os seus assim chamados santos têm lhe ensinado a nunca
amar a si mesmo, para nunca ser bom para si mesmo.
Seja duro consigo mesmo! Eles têm lhe ensinado a ser
delicado para com os outros e duro para consigo mesmo. Isso é um absurdo.
Eu lhe ensino que a primeira e mais importante coisa é
ser amoroso para consigo mesmo. Não seja duro; seja delicado.
Cuide de si mesmo. Aprenda como se perdoar, cada vez mais
e novamente; sete vezes, setenta e sete vezes, setecentos e setenta e sete
vezes. Aprenda como perdoar a si próprio. Não seja duro; não seja antagônico
consigo mesmo.
Assim você irá florescer.
Nesse florescimento você atrairá alguma outra flor. Isso
é natural. Pedras atraem pedras; flores atraem flores. Assim há um
relacionamento que possui graça, que possui beleza, que possui uma bênção nele.
Se você puder achar um relacionamento assim, seu
relacionamento crescerá para uma oração; seu amor se tornará um êxtase e
através do amor você conhecerá o que é o divino.
(Osho)
sexta-feira, 29 de março de 2013
Amor e Liberdade
O que o homem tem feito para a
mulher, por milênios, é simplesmente monstruoso.Ela não pode pensar em si
mesma como igual ao homem.E o homem que reduziu a mulher a tal estado,
também não pode amá-la. O homem cortou a liberdade da mulher de todas as
maneiras. Isso não é amor, é política.
Você ama uma mulher, mas não lhe dá liberdade. Que tipo de amor é este, que tem medo de dar liberdade? O amor só pode existir em igualdade e em liberdade.
O amor é uma relação na qual ninguém é superior, na qual ambos são completamente conscientes de que são diferentes, de que suas expectativas de vida são diferentes, ainda assim, com todas estas diferenças, eles se amam.
Estarem juntos é um aprendizado enorme, em perdoar, em esquecer, em compreender que o outro é tão humano quanto você, que o outro tem necessidades e carências como você, que o outro comete erros e é tão frágil quanto você.
O amor que só existe com liberdade, por outro lado, só sobrevive com compreensão e perdão.
Rajneesh
Você ama uma mulher, mas não lhe dá liberdade. Que tipo de amor é este, que tem medo de dar liberdade? O amor só pode existir em igualdade e em liberdade.
O amor é uma relação na qual ninguém é superior, na qual ambos são completamente conscientes de que são diferentes, de que suas expectativas de vida são diferentes, ainda assim, com todas estas diferenças, eles se amam.
Estarem juntos é um aprendizado enorme, em perdoar, em esquecer, em compreender que o outro é tão humano quanto você, que o outro tem necessidades e carências como você, que o outro comete erros e é tão frágil quanto você.
O amor que só existe com liberdade, por outro lado, só sobrevive com compreensão e perdão.
Rajneesh
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