Muitos de nós costumamos reclamar das dificuldades do mundo, mas será que temos pensado nas facilidades que são colocadas em nossas mãos?
Apressamo-nos em quitar a conta de luz elétrica para não pagar a multa cobrada pelo atraso. Todavia, a usina solar que nos fornece claridade, calor e vida, não é lembrada em nossa conversa diária.
Reclamamos quando pagamos a conta de água encanada, mas sequer nos lembramos da gratuidade da água das chuvas e das fontes cristalinas que enriquecem a vida.
Gastamos elevada soma de dinheiro na aquisição de gêneros alimentícios que nos atendam ao paladar, contudo, o oxigênio, elemento mais importante a sustentar-nos o organismo, é utilizado em nosso sangue sem pesar-nos no orçamento.
Despendemos altos valores para renovar o guarda-roupa, e apesar disso, não nos lembramos o quanto devemos ao corpo de carne a resguardar-nos o espírito.
Remuneramos muito bem o profissional especializado pela adaptação de um só dente artificial; entretanto, nada tivemos que pagar para obter a dentadura natural completa. . .
Pagamos pelas drágeas medicamentosas para acalmar leve dor de cabeça, e esquecemos de que recebemos de graça a faculdade de pensar.
Pagamos altas quantias para assistir a um espetáculo esportivo ou artístico, contudo, podemos contemplar de graça o solo cheio de flores e o céu faiscante de estrelas...
Para ouvir as melodias de uma orquestra qualquer, temos que desembolsar quantia significativa, no entanto, ouvimos diariamente a divina música da natureza, sem consumir um único centavo...
Observando essas pequenas situações, nos daremos conta de que temos mais para agradecer do que para reclamar.
O que normalmente ocorre, é que o hábito de agradecer ainda não faz parte de nós.
Conforme a recomendação de Paulo, o apóstolo, devemos dar graças por tudo.
Um dia, uma senhora ouviu um orador fazer essa recomendação e logo que ele concluiu sua fala, ela aproximou-se dele e lhe falou:
Ah, meu amigo, como é que eu posso dar graças por tudo, se a minha mãe está internada num hospital há meses, fazendo tratamentos dolorosos?
Pense, minha amiga, que tantas mães morrem nas sarjetas sem cuidados médicos nem assistência amiga de um familiar, e a sua genitora pode dispor de um hospital e de toda uma equipe de médicos e enfermeiros para atendê-la.
A senhora retrucou:
É, meu amigo, mas eu só sobrevivo à custa de dez remédios diferentes que tomo todos os dias...
O orador, que realmente desejava mostrar-lhe que tinha motivos para agradecer, respondeu compassivo:
Veja a senhora que existem tantas pessoas que não têm recursos para comprar um único remédio para aliviar a dor, enquanto a senhora pode comprar dez...
Por fim, a senhora entendeu que tinha motivos de sobra para agradecer a Deus por tudo...
Deus nos dá sempre o de que necessitamos, embora nem sempre seja o que gostaríamos de receber.
É que Deus sabe o que é melhor para nosso progresso. Como Pai justo e bom, não leva em conta nossas reclamações e oferece-nos sempre um novo dia repleto de oportunidades para que gravitemos para Seu amor, que é fonte inesgotável de bênçãos.
Redação do Momento Espírita com base no cap. 66, do livro O Espírito da Verdade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira, ed Feb.
Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Tempo de provação — horas de resistência.
"Recorda que tudo se altera para o bem. Ninguém nasceu para tristeza ou desânimo. O que possa parecer fracasso ou desencanto, é preparação para um mundo novo...."
Não esmoreças.
Terás tido lutas ou estarás dentro delas, qual ocorre a tantos outros companheiros.
Observas lares numerosos em dificuldade pela própria sobrevivência.
Notaste almas queridas em processo de desvinculação violenta.
Acompanhaste a desencarnação imprevista de pessoas amadas.
Por outro lado, encontras novas telas de sofrimento como sejam:
Acidentes de resultados amargos;
moléstias obscuras;
milhares de criaturas em fuga para as drogas de excitação ou de inércia;
experiências estranhas;
desajustes psicológicos.
Entretanto, não te deixes abater e caminha para diante.
Resiste aos movimentos que tendam a desfibrar-te a coragem mantém-te de pé na tarefa a que a vida te buscou.
Recorda que tudo se altera para o bem.
Obstáculos são, por si, movimentos de renovação e progresso.
O que possa parecer fracasso ou desencanto é preparação para um mundo novo.
Ninguém retrocede.
Sem problemas, não há lições e, sem lições, a evolução não partiria da estaca zero.
Não há corações transviados e sim companheiros em transformação.
Hoje será sempre o dia de se realizar o melhor.
Ninguém nasceu para tristeza ou desânimo.
Não existem criaturas que o trabalho não melhore.
Não conseguimos modificar os outros, mas ser-nos-á sempre possível renovar a nós mesmos.
Estejamos convencidos de que nunca é tarde para que alguém seja feliz e que o Reino de Deus está dentro de nós. E com semelhante luz ser-nos-á possível esquecer quaisquer provações e vencê-las, situando-nos, desde agora, a caminho da Vida Superior...
Emmanuel
Do livro "Inspiração", pelo Espírito Emmanuel, Francisco C. Xavier
Realização: Instituto André Luiz
Não esmoreças.
Terás tido lutas ou estarás dentro delas, qual ocorre a tantos outros companheiros.
Observas lares numerosos em dificuldade pela própria sobrevivência.
Notaste almas queridas em processo de desvinculação violenta.
Acompanhaste a desencarnação imprevista de pessoas amadas.
Por outro lado, encontras novas telas de sofrimento como sejam:
Acidentes de resultados amargos;
moléstias obscuras;
milhares de criaturas em fuga para as drogas de excitação ou de inércia;
experiências estranhas;
desajustes psicológicos.
Entretanto, não te deixes abater e caminha para diante.
Resiste aos movimentos que tendam a desfibrar-te a coragem mantém-te de pé na tarefa a que a vida te buscou.
Recorda que tudo se altera para o bem.
Obstáculos são, por si, movimentos de renovação e progresso.
O que possa parecer fracasso ou desencanto é preparação para um mundo novo.
Ninguém retrocede.
Sem problemas, não há lições e, sem lições, a evolução não partiria da estaca zero.
Não há corações transviados e sim companheiros em transformação.
Hoje será sempre o dia de se realizar o melhor.
Ninguém nasceu para tristeza ou desânimo.
Não existem criaturas que o trabalho não melhore.
Não conseguimos modificar os outros, mas ser-nos-á sempre possível renovar a nós mesmos.
Estejamos convencidos de que nunca é tarde para que alguém seja feliz e que o Reino de Deus está dentro de nós. E com semelhante luz ser-nos-á possível esquecer quaisquer provações e vencê-las, situando-nos, desde agora, a caminho da Vida Superior...
Emmanuel
Do livro "Inspiração", pelo Espírito Emmanuel, Francisco C. Xavier
Realização: Instituto André Luiz
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Por que os acidentes acontecem?
No inicio de maio, eu sofri um acidente na rua, tive um desvio de patela, meu joelho saiu do lugar e fui ao chão. Rompi ligamentos inclusive e não foi uma coisa simples, mas poderia ser pior. Bom, foi só o que pensei na época, embora eu saiba que até os acidentes devam ser analisados , eu estava muito atarefada naquele momento e ainda por cima eu teria então que enfrentar uma cirurgia.
Na semana seguinte, uma cliente sofreu um acidente de transito. Ela estava dirigindo calmamente, à noite, quando um motoqueiro bêbado, não respeitou o farol vermelho e foi parar em cima do carro dela. Ela nem tinha o notado antes disso.
Não bastasse isso, outro caso ocorreu um pouco depois. Um homem estava andando de bicicleta numa ciclovia do Rio, nem viu nada, só se lembra que depois acordou numa cama de hospital, ficou 12 dias hospitalizado com traumatismo craniano!
Algumas pessoas podem se espantar quando tentamos analisar acidentes como qualquer outro sintoma psicossomático. Espantam-se porque acham que acidentes não tem nada a ver com sintomas, já que são imprevisíveis e externas a nós, coisas que não podemos controlar, portanto, nada temos a ver com isso. Será?
Em 1926, um psicólogo alemão já estudava esses casos e publicou o livro psicologia pratica dos acidentes e o próprio Freud sugeriu em outra obra, que tanto os acidentes, os lapsos lingüísticos e outros pequenos enganos, são de fato, intenções do nosso inconsciente.
Sim, o que eu estou dizendo é que nós buscamos esses acidentes, da mesma forma como as doenças são não desgraças, mas avisos na nossa vida. Sei que não é lá muito agradável pensar e muito menos admitir. Isso é mesmo muito difícil para a maioria das pessoas, do mesmo modo como é difícil assumir responsabilidade por tudo o que nos acontece, por toda nossa existência.
Lembro-me de um tio viúvo e sem filhos a lamentar que a pior coisa dele ter ficado sozinho, não era a solidão, mas não poder culpar a mais ninguém por nada. Pode até ser chato e até dar medo admitir, mas a verdade é que tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa.
Podem dizer que Nao faz sentido, mas faz. Já foi provado estatisticamente, nos EUA, numa pesquisa de seis anos que, 36,4% dos acidentes acontecem com apenas 3,9% das pessoas. Isso nos diz que eram acidentes diferentes, mas sempre as mesmas pessoas. Não dá o que pensar? Em outra obra sobre psicossomática o autor deduz, que na maioria dos acidentes, está implícito um elemento intencional, ou seja, eles tem motivação inconsciente.
Admitindo que nós provocamos, de forma inconsciente, nossos acidentes, a pergunta que se faz é: por que? O acidente nos questiona, de forma súbita, o modo de a "vítima" fazer as coisas. De uma forma muito simplificada, é o nosso consciente nos mandando um aviso para corrigirmos o rumo, isso principalmente em acidentes de transito. O acidente é uma ruptura na vida do indivíduo e ao mesmo tempo um aviso doloroso e incisivo.
Como então interpretar os acidentes? Primeiro perceber que ele é um alerta, depois interpretar o nosso próprio relato do ocorrido. Geralmente ouvimos, perdi o controle, não deu tempo de brecar, eu não vi o pedestre e etc. Ficando só com as três opções acima... Eu estava andando normalmente na rua, ia apenas trocar o passo, ninguém me bateu ou me empurrou, meu joelho deslocou e aí eu caí. Minha rota, não estava errada, pois não houve colisão pra me fazer mudar de rumo. Mas eu estava fazendo muito mais coisas do que eu deveria e possivelmente, até do que daria conta, então eu literalmente desabei, não pude manter o pé no lugar. E isso me obrigou a fazer uma cirurgia e depois disso ficar 30 dias de cama, se nem dar mais do que dez passos por dia, daí, tive mesmo que pensar nesse assunto.
O outro caso foi um acidente de transito mesmo, a cliente estava na sua mão e dirigia corretamente, mas não notou o motoqueiro que praticamente se jogou em cima do carro dela. Em nossas conversas, ela mesmo descobriu e admitiu que não prestava real atenção ao que fazia da vida e às pessoas que estavam a sua volta, inclusive magoando seu parceiro e as vezes delegando a outros responsabilidades que eram suas por ser muito auto-indulgente. Agora, ela está tentando mudar isso. Como o acidente ocorreu à noite, também dei um toque pra ela prestar mais atenção a coisas do seu próprio inconsciente.
O terceiro caso é ainda mais grave, pois resultou numa concussão cerebral e aí o sistema intelectual do indivíduo foi totalmente abalado e questionado. Toda tentativa de sentar-se na posição correta provocava dores e assim ele era obrigado a se deitar. Foi-lhe tirado a capacidade de se por de pé, de se sustentar em pé e também foi tirado da cabeça e do raciocínio dessa pessoa o domínio que isso exercia até então e o paciente passou a perceber como pensar dói. E talvez, tenha aprendido que nem só com a razão pode resolver as coisas.
No entanto, me chamou a atenção outro sintoma muito curioso. O sujeito tinha sofrido um traumatismo craniano com grande edema cerebral, que por sorte, foi drenado naturalmente para o ouvido, não necessitando de posterior cirurgia. Depois de um tempo, percebi que o que realmente o incomodava era o fato de não poder ouvir direito. Pensei, o sujeito sofre o maior trauma na cabeça e não se preocupa muito com o cérebro, o objeto da atenção dele era o ouvido! Sempre reclamava que era um saco o chiado no ouvido o tempo todo. Será que ele não estava cansado de ouvir pessoas falando com ele sempre o que fazer ou não fazer? Acho que sim, ele se incomodava com as pessoas lhe dizendo sempre como agir, assim esse chiado o incomodava.
Mas ao mesmo tempo, ele tinha uma gritante preocupação com perder a função daquele ouvido e não poder escutar mais. Seu inconsciente quer a liberdade e o direito de fazer suas próprias escolhas, mas seu racional se preocupa em não poder continuar ouvindo direito as direções que seus parentes próximos lhe dão. Esse é um sério conflito. Além dos outros alertas provocados pelo acidente, ele tem também que elaborar e decidir isso.
Uma das maiores dificuldades na vida é reconhecermos, na hora, a necessidade de mudar. De modo geral, a mudança provoca medo. Mas os que forem suficientemente honestos consigo mesmos serão capazes de reconhecer, depois do acontecido, que elas estavam descontentes com o rumo de suas vidas ou ao menos tinham alguns desejos não respeitados, portanto, algo precisa ser mudado.
O que nos acontece sempre é o que nós desejamos que aconteça, seja esse desejo inconsciente ou não. A própria lei da atração, famosa hoje em dia, comprova isso.
Os acidentes nos alertam para as mudanças a serem feitas. O único problema é que, apesar de serem o inicio de uma solução, sozinhos, não resolvem nada, pois é preciso uma ação consciente do indivíduo na direção correta. É preciso ter coragem para promover as mudanças necessárias. Infelizmente nem todos enxergam assim ou não tem tanta coragem pra mudar e aí tomam para si a pecha de azarados, pois são sempre aquelas pessoas que mais "atraem" acidentes.
Rosemary Rezende - Tecnica Agrícola, Medica Veterinária, Homeopata, Terapeuta Holística. Atualmente trabalhando com Terapia Nexus, massoterapia Indiana, Numerologia Indiana, Florais e Homeopatia
Na semana seguinte, uma cliente sofreu um acidente de transito. Ela estava dirigindo calmamente, à noite, quando um motoqueiro bêbado, não respeitou o farol vermelho e foi parar em cima do carro dela. Ela nem tinha o notado antes disso.
Não bastasse isso, outro caso ocorreu um pouco depois. Um homem estava andando de bicicleta numa ciclovia do Rio, nem viu nada, só se lembra que depois acordou numa cama de hospital, ficou 12 dias hospitalizado com traumatismo craniano!
Algumas pessoas podem se espantar quando tentamos analisar acidentes como qualquer outro sintoma psicossomático. Espantam-se porque acham que acidentes não tem nada a ver com sintomas, já que são imprevisíveis e externas a nós, coisas que não podemos controlar, portanto, nada temos a ver com isso. Será?
Em 1926, um psicólogo alemão já estudava esses casos e publicou o livro psicologia pratica dos acidentes e o próprio Freud sugeriu em outra obra, que tanto os acidentes, os lapsos lingüísticos e outros pequenos enganos, são de fato, intenções do nosso inconsciente.
Sim, o que eu estou dizendo é que nós buscamos esses acidentes, da mesma forma como as doenças são não desgraças, mas avisos na nossa vida. Sei que não é lá muito agradável pensar e muito menos admitir. Isso é mesmo muito difícil para a maioria das pessoas, do mesmo modo como é difícil assumir responsabilidade por tudo o que nos acontece, por toda nossa existência.
Lembro-me de um tio viúvo e sem filhos a lamentar que a pior coisa dele ter ficado sozinho, não era a solidão, mas não poder culpar a mais ninguém por nada. Pode até ser chato e até dar medo admitir, mas a verdade é que tudo o que nos acontece é responsabilidade nossa.
Podem dizer que Nao faz sentido, mas faz. Já foi provado estatisticamente, nos EUA, numa pesquisa de seis anos que, 36,4% dos acidentes acontecem com apenas 3,9% das pessoas. Isso nos diz que eram acidentes diferentes, mas sempre as mesmas pessoas. Não dá o que pensar? Em outra obra sobre psicossomática o autor deduz, que na maioria dos acidentes, está implícito um elemento intencional, ou seja, eles tem motivação inconsciente.
Admitindo que nós provocamos, de forma inconsciente, nossos acidentes, a pergunta que se faz é: por que? O acidente nos questiona, de forma súbita, o modo de a "vítima" fazer as coisas. De uma forma muito simplificada, é o nosso consciente nos mandando um aviso para corrigirmos o rumo, isso principalmente em acidentes de transito. O acidente é uma ruptura na vida do indivíduo e ao mesmo tempo um aviso doloroso e incisivo.
Como então interpretar os acidentes? Primeiro perceber que ele é um alerta, depois interpretar o nosso próprio relato do ocorrido. Geralmente ouvimos, perdi o controle, não deu tempo de brecar, eu não vi o pedestre e etc. Ficando só com as três opções acima... Eu estava andando normalmente na rua, ia apenas trocar o passo, ninguém me bateu ou me empurrou, meu joelho deslocou e aí eu caí. Minha rota, não estava errada, pois não houve colisão pra me fazer mudar de rumo. Mas eu estava fazendo muito mais coisas do que eu deveria e possivelmente, até do que daria conta, então eu literalmente desabei, não pude manter o pé no lugar. E isso me obrigou a fazer uma cirurgia e depois disso ficar 30 dias de cama, se nem dar mais do que dez passos por dia, daí, tive mesmo que pensar nesse assunto.
O outro caso foi um acidente de transito mesmo, a cliente estava na sua mão e dirigia corretamente, mas não notou o motoqueiro que praticamente se jogou em cima do carro dela. Em nossas conversas, ela mesmo descobriu e admitiu que não prestava real atenção ao que fazia da vida e às pessoas que estavam a sua volta, inclusive magoando seu parceiro e as vezes delegando a outros responsabilidades que eram suas por ser muito auto-indulgente. Agora, ela está tentando mudar isso. Como o acidente ocorreu à noite, também dei um toque pra ela prestar mais atenção a coisas do seu próprio inconsciente.
O terceiro caso é ainda mais grave, pois resultou numa concussão cerebral e aí o sistema intelectual do indivíduo foi totalmente abalado e questionado. Toda tentativa de sentar-se na posição correta provocava dores e assim ele era obrigado a se deitar. Foi-lhe tirado a capacidade de se por de pé, de se sustentar em pé e também foi tirado da cabeça e do raciocínio dessa pessoa o domínio que isso exercia até então e o paciente passou a perceber como pensar dói. E talvez, tenha aprendido que nem só com a razão pode resolver as coisas.
No entanto, me chamou a atenção outro sintoma muito curioso. O sujeito tinha sofrido um traumatismo craniano com grande edema cerebral, que por sorte, foi drenado naturalmente para o ouvido, não necessitando de posterior cirurgia. Depois de um tempo, percebi que o que realmente o incomodava era o fato de não poder ouvir direito. Pensei, o sujeito sofre o maior trauma na cabeça e não se preocupa muito com o cérebro, o objeto da atenção dele era o ouvido! Sempre reclamava que era um saco o chiado no ouvido o tempo todo. Será que ele não estava cansado de ouvir pessoas falando com ele sempre o que fazer ou não fazer? Acho que sim, ele se incomodava com as pessoas lhe dizendo sempre como agir, assim esse chiado o incomodava.
Mas ao mesmo tempo, ele tinha uma gritante preocupação com perder a função daquele ouvido e não poder escutar mais. Seu inconsciente quer a liberdade e o direito de fazer suas próprias escolhas, mas seu racional se preocupa em não poder continuar ouvindo direito as direções que seus parentes próximos lhe dão. Esse é um sério conflito. Além dos outros alertas provocados pelo acidente, ele tem também que elaborar e decidir isso.
Uma das maiores dificuldades na vida é reconhecermos, na hora, a necessidade de mudar. De modo geral, a mudança provoca medo. Mas os que forem suficientemente honestos consigo mesmos serão capazes de reconhecer, depois do acontecido, que elas estavam descontentes com o rumo de suas vidas ou ao menos tinham alguns desejos não respeitados, portanto, algo precisa ser mudado.
O que nos acontece sempre é o que nós desejamos que aconteça, seja esse desejo inconsciente ou não. A própria lei da atração, famosa hoje em dia, comprova isso.
Os acidentes nos alertam para as mudanças a serem feitas. O único problema é que, apesar de serem o inicio de uma solução, sozinhos, não resolvem nada, pois é preciso uma ação consciente do indivíduo na direção correta. É preciso ter coragem para promover as mudanças necessárias. Infelizmente nem todos enxergam assim ou não tem tanta coragem pra mudar e aí tomam para si a pecha de azarados, pois são sempre aquelas pessoas que mais "atraem" acidentes.
Rosemary Rezende - Tecnica Agrícola, Medica Veterinária, Homeopata, Terapeuta Holística. Atualmente trabalhando com Terapia Nexus, massoterapia Indiana, Numerologia Indiana, Florais e Homeopatia
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Eternamente envolvidos pelo amor
Desde os raios do sol que cuidam e sustentam a vida no nosso precioso planeta, até o estender de uma mão amiga ao outro que está necessitado, nossa existência está fundada neste princípio unificador que nós conhecemos em nosso coração como amor. A própria vida é a expressão do amor incondicional e você está aqui exatamente agora só porque você é uma magnífica presença desse mesmo amor.
A beleza da nossa jornada é que nós representamos todo um espectro de tamanhos e formas, cores e gêneros, crenças e perspectivas, enquanto estamos sempre conectados em um laço comum de unidade através do nosso coração. Desde a menor partícula atômica até o esplendor de uma idéia construtiva que muda o mundo, é o amor que orienta a nossa grande expedição nesta experiência de vida.
Nós vivemos para amar tal qual nós amamos viver. Cada um de nós representa uma expressão maravilhosamente distinta e exclusiva de nosso potencial individual e coletivo para compartilhar o amor. Este amor anima e nos estimula para vivermos o amor em todos os aspectos e facetas da vida. Esse é o nosso mais profundo desejo, personificar este amor já que é isto que nós somos no âmago do nosso ser.
Mesmo quando nós escolhemos criar a ilusão de que de alguma forma nós estamos separados do amor, o potencial de amar permanece em todos os momentos. Se nós permitirmos que a percepção de separação dure por tempo suficiente para que comecemos a duvidar de nós mesmos e desta eterna conexão, ou até além, permitirmos que o pensamento de medo penetre, um simples reconhecimento do nosso batimento cardíaco já é suficiente para nos lembrar de que o amor está bem ali, dentro do nosso ser.
Você tem importância com cada inspiração que você faz e cada passo que você dá. Toda ação e interação, pensamento, palavra e sentimento faz diferença para todos.
Ninguém jamais poderá substituir você e o que você traz para esta incrível tapeçaria da vida é inestimável e apreciável.
O amor é assim.
Este é você... uma incrível presença de amor.
Harold Becker
Copyright © 2000 - 2009 The Love Foundation, Inc.
FONTE: http://spiritlibrary.com/
Tradução: SINTESE
A beleza da nossa jornada é que nós representamos todo um espectro de tamanhos e formas, cores e gêneros, crenças e perspectivas, enquanto estamos sempre conectados em um laço comum de unidade através do nosso coração. Desde a menor partícula atômica até o esplendor de uma idéia construtiva que muda o mundo, é o amor que orienta a nossa grande expedição nesta experiência de vida.
Nós vivemos para amar tal qual nós amamos viver. Cada um de nós representa uma expressão maravilhosamente distinta e exclusiva de nosso potencial individual e coletivo para compartilhar o amor. Este amor anima e nos estimula para vivermos o amor em todos os aspectos e facetas da vida. Esse é o nosso mais profundo desejo, personificar este amor já que é isto que nós somos no âmago do nosso ser.
Mesmo quando nós escolhemos criar a ilusão de que de alguma forma nós estamos separados do amor, o potencial de amar permanece em todos os momentos. Se nós permitirmos que a percepção de separação dure por tempo suficiente para que comecemos a duvidar de nós mesmos e desta eterna conexão, ou até além, permitirmos que o pensamento de medo penetre, um simples reconhecimento do nosso batimento cardíaco já é suficiente para nos lembrar de que o amor está bem ali, dentro do nosso ser.
Você tem importância com cada inspiração que você faz e cada passo que você dá. Toda ação e interação, pensamento, palavra e sentimento faz diferença para todos.
Ninguém jamais poderá substituir você e o que você traz para esta incrível tapeçaria da vida é inestimável e apreciável.
O amor é assim.
Este é você... uma incrível presença de amor.
Harold Becker
Copyright © 2000 - 2009 The Love Foundation, Inc.
FONTE: http://spiritlibrary.com/
Tradução: SINTESE
Castelo de Areia
Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia.
Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia,
com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo,
reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado,
mas tive uma surpresa.
Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, Sorrindo, de mãos dadas
e começaram a construir outro castelo...
Compreendi que havia recebido uma importante lição:
Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa.
E mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.
Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de dar uma reviravolta !!!.
Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.
Autor desconhecido
Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia,
com torres, passarelas e passagens internas.
Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo,
reduzindo o castelo à um monte de areia e espuma.
Achei que as crianças cairiam no choro, depois de tanto esforço e cuidado,
mas tive uma surpresa.
Em vez de chorar, correram para a praia, fugindo da água, Sorrindo, de mãos dadas
e começaram a construir outro castelo...
Compreendi que havia recebido uma importante lição:
Gastamos muito tempo de nossas vidas construindo alguma coisa.
E mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir o que levamos tanto tempo para construir.
Mas quando isso acontecer, somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de dar uma reviravolta !!!.
Tudo é feito de areia;
Só o que permanece é o nosso relacionamento com as outras pessoas.
Autor desconhecido
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Saber cultivar
Você costuma cuidar do seu jardim, cultivar flores e plantas?
Nem todas as pessoas gostam de cultivar, e raras são as que se dedicam a algum tipo de cultura com conhecimento de causa.
Mas esse não é o caso de um fazendeiro que venceu o prêmio milho-crescido, pois ele entendia muito bem da arte de cultivar, no seu mais amplo sentido.
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava uma fita azul.
Uma vez, um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivava seu milho.
Descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho com os vizinhos.
Intrigado, o repórter lhe perguntou:
Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos, uma vez que eles estão competindo com você todo ano?
Por que? disse o fazendeiro, então, você não sabe?
É que o pólen do milho maduro é levado através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização continuada degradará a qualidade do meu milho.
Assim, se eu desejo cultivar milho de boa qualidade, tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.
Aquele fazendeiro estava atento às conectividades e interdependências da vida.
O milho dele não seria de boa qualidade, a menos que o milho do vizinho também fosse.
Isso também acontece em outras situações da vida.
Aquele que escolhe estar em paz deve fazer com que seus vizinhos igualmente estejam em paz.
Aquele que quer viver bem deve ajudar os outros para que também vivam bem.
Aquele que quer ser feliz tem que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
Quando descobrirmos a arte de cultivar, saberemos que quanto mais as coisas boas se espalharem mais elas nos beneficiarão.
Se o nosso colega de trabalho estiver se sentindo bem, nós sentiremos as suas vibrações de paz, e a recíproca é verdadeira.
Se nosso amigo estiver satisfeito e feliz, sua felicidade acabará nos alcançando e compartilharemos da sua satisfação.
Se a sociedade em que vivemos gozar de perfeita harmonia, com certeza seremos contagiados por essa harmonia que a todos envolve.
Assim, se ainda não temos o hábito do cultivo compartilhado, façamos essa experiência e veremos que os resultados serão sempre favoráveis.
Se você gosta de semear flores, divida as boas sementes com os seus vizinhos, pois assim seu jardim ficará sempre exuberante.
Se você deseja colher frutos apetitosos, distribua sementes de boa qualidade com o maior número de pessoas possível, assim terá sempre a garantia de uma ótima safra.
Além disso, caso a sua colheita venha a sofrer algum tipo de prejuízo, você terá a garantia de que algum dos seus vizinhos o socorrerá na crise.
Pense nisso!
Redação do Momento Espírita com base em história do livro How to talk well, de James Bender, tradução de Sérgio Barros
Nem todas as pessoas gostam de cultivar, e raras são as que se dedicam a algum tipo de cultura com conhecimento de causa.
Mas esse não é o caso de um fazendeiro que venceu o prêmio milho-crescido, pois ele entendia muito bem da arte de cultivar, no seu mais amplo sentido.
Todo ano ele entrava com seu milho na feira e ganhava uma fita azul.
Uma vez, um repórter de jornal o entrevistou e aprendeu algo interessante sobre como ele cultivava seu milho.
Descobriu que o fazendeiro compartilhava a semente do seu milho com os vizinhos.
Intrigado, o repórter lhe perguntou:
Como pode você se dispor a compartilhar sua melhor semente de milho com seus vizinhos, uma vez que eles estão competindo com você todo ano?
Por que? disse o fazendeiro, então, você não sabe?
É que o pólen do milho maduro é levado através do vento de campo para campo. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização continuada degradará a qualidade do meu milho.
Assim, se eu desejo cultivar milho de boa qualidade, tenho que ajudar meus vizinhos a cultivar milho bom.
Aquele fazendeiro estava atento às conectividades e interdependências da vida.
O milho dele não seria de boa qualidade, a menos que o milho do vizinho também fosse.
Isso também acontece em outras situações da vida.
Aquele que escolhe estar em paz deve fazer com que seus vizinhos igualmente estejam em paz.
Aquele que quer viver bem deve ajudar os outros para que também vivam bem.
Aquele que quer ser feliz tem que ajudar os outros a achar a felicidade, pois o bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos.
Quando descobrirmos a arte de cultivar, saberemos que quanto mais as coisas boas se espalharem mais elas nos beneficiarão.
Se o nosso colega de trabalho estiver se sentindo bem, nós sentiremos as suas vibrações de paz, e a recíproca é verdadeira.
Se nosso amigo estiver satisfeito e feliz, sua felicidade acabará nos alcançando e compartilharemos da sua satisfação.
Se a sociedade em que vivemos gozar de perfeita harmonia, com certeza seremos contagiados por essa harmonia que a todos envolve.
Assim, se ainda não temos o hábito do cultivo compartilhado, façamos essa experiência e veremos que os resultados serão sempre favoráveis.
Se você gosta de semear flores, divida as boas sementes com os seus vizinhos, pois assim seu jardim ficará sempre exuberante.
Se você deseja colher frutos apetitosos, distribua sementes de boa qualidade com o maior número de pessoas possível, assim terá sempre a garantia de uma ótima safra.
Além disso, caso a sua colheita venha a sofrer algum tipo de prejuízo, você terá a garantia de que algum dos seus vizinhos o socorrerá na crise.
Pense nisso!
Redação do Momento Espírita com base em história do livro How to talk well, de James Bender, tradução de Sérgio Barros
A felicidade pode demorar
Às vezes as pessoas que amamos nos magoam, e nada podemos fazer senão continuar nossa jornada com nosso coração machucado.
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez. E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu. (dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá. Manifeste suas ideias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra. Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco. Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem...
François de Bitencourt
Às vezes nos falta esperança. Às vezes o amor nos machuca profundamente,e vamos nos recuperando muito lentamente dessa ferida tão dolorosa.
Às vezes perdemos nossa fé, então descobrimos que precisamos acreditar,
tanto quanto precisamos respirar...é nossa razão de existir.
Às vezes estamos sem rumo, mas alguém entra em nossa vida, e se torna o nosso destino.
Às vezes estamos no meio de centenas de pessoas, e a solidão aperta nosso coração pela falta de uma única pessoa.
Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um pôr do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto.
É a força da natureza nos chamando para a vida.
Você descobre que as pessoas que pareciam ser sinceras e receberam sua confiança, te traíram sem qualquer piedade.
Você entende que o que para você era amizade, para outros era apenas conveniência, oportunismo.
Você descobre que algumas pessoas nunca disseram eu te amo, e por isso nunca fizeram amor, apenas transaram...
Descobre também que outras disseram eu te amo uma única vez. E agora temem dizer novamente, e com razão, mas se o seu sentimento for sincero poderá ajudá-las a reconstruir um coração quebrado.
Assim ao conhecer alguém, preste atenção no caminho que essa pessoa percorreu, são fatores importantes: a relação com a família, as condições econômicas nas quais se desenvolveu. (dificuldades extremas ou facilidades excessivas formam um caráter), os relacionamentos anteriores e as razões do rompimento, seus sonhos, ideais e objetivos.
Não deixe de acreditar no amor. Mas certifique-se de estar entregando seu coração para alguém que dê valor aos mesmos sentimentos que você dá. Manifeste suas ideias e planos, para saber se vocês combinam. E certifique-se de que quando estão juntos, aquele abraço vale mais que qualquer palavra. Esteja aberto a algumas alterações, mas jamais abra mão de tudo, pois se essa pessoa te deixar, então nada irá lhe restar.
Tenha sempre em mente que às vezes tentar salvar um relacionamento, manter um grande amor, pode ter um preço muito alto se esse sentimento não for recíproco. Pois em algum outro momento essa pessoa irá te deixar e seu sofrimento será ainda mais intenso, do que teria sido no passado.
Pode ser difícil fazer algumas escolhas, mas muitas vezes isso é necessário.
Existe uma diferença muito grande entre conhecer o caminho e percorrê-lo.
A tristeza pode ser intensa, mas jamais será eterna.
A felicidade pode demorar a chegar, mas o importante é que ela venha para ficar e não esteja apenas de passagem...
François de Bitencourt
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