Você já teve a impressão que a vida de todo mundo vai pra frente e a sua não?
Já se perguntou por que você não consegue isso ou aquilo?
Alguma vez já pensou que você anda, anda e parece estar sempre no mesmo lugar?
Há muita e muita gente assim, que dá passos e mais passos e não avança.
São pessoas atracadas a algum porto e que ainda não conseguiram se libertar.
Não adianta, se estamos amarrados a alguma coisa, não dá pra ir adiante.
A corrente pode até nos levar de um lado para o outro, as tempestades nos atingirem e até mesmo o sol e lindas noites de lua, mas não saímos do lugar.
São as amarras da vida, problemas mal ou não resolvidos.
Coisinhas que julgamos pequenas e que deixamos pra depois, mas que, estando no nosso caminho ainda, acabam nos atrapalhando.
Muitas vezes pensamos que "deixar pra lá" resolve e acabamos deixando.
Nos dizemos que o tempo é o melhor remédio e não digo que não seja.
Mas não há remédio que possa funcionar se a raiz do mal continua intacta.
As feridas que carregamos no nosso ser, os relacionamentos doentes, mas deixados para o amanhã, os empregos que não nos dão nenhuma satisfação, fazem com que nossa vida ande devagar, mesmo se o tempo passa e envelhecemos com ele.
Falta-nos coragem para tomar atitudes e é a vida quem decide do nosso destino.
Se você quer, realmente, que sua vida ande enquanto você é jovem o bastante para bem viver, solte as amarras.
Lave a alma do que te atormenta, converse sobre seus problemas com as pessoas envolvidas; no trabalho, se você acha que é seu único meio de sobrevivência e que não pode ficar sem ele, então, mude sua maneira de trabalhar, procure encontrar satisfação naquilo que você faz.
Os horizontes existem para que não percamos a fé, para que possamos sonhar com o que há do outro lado e, quem sabe, seguir nesse rumo.
Ninguém pode evoluir se está aprisionado a alguma coisa.
Se tiver que se apegar, que seja então à vontade de construir algo positivo da sua vida.
Nunca espere pelos outros, nunca olhe para os outros se dizendo por que eles conseguem e você não.
Evite comparar-se com este ou aquele, pois você é uma pessoa única e de qualquer maneira não existe ninguém perfeito, com vida perfeita.
Dando o melhor de si, você vai perceber que seu potencial é muito maior do que você pensa.
Dando o primeiro passo, que geralmente é o mais difícil, os outros se seguirão.
E se você acha que sozinho não vai conseguir, há um Libertador que pode ouvir seu pranto, segurar sua mão e te ajudar.
"Deus é a verdade que liberta."
Solte as amarras da sua vida, sejam elas quais forem, uma a uma, devagarinho.
Depois navegue...e seja muito, muito feliz!"
Letícia Thompson
Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
Os não ditos...
As palavras às vezes cortam como uma faca e de maneira irrefletida ferimos os outros, mesmo se os amamos, sem que haja retorno. Conscientes disso é que em muitos dos casos, nos calamos, quando tudo o que pensamos e sentimos nos queima por dentro.
Essas coisas são os não ditos das relações e da vida.
As palavras que não dizemos, mas não enterramos também, estão sempre entre nosso coração e nossa garganta e nos ferem interiormente. São opções que fazemos, seja para não machucar outras pessoas, seja, simplesmente, pela falta de coragem de sermos nós, inteiros e límpidos.
A comunicação é a base de todo relacionamento saudável. Pessoas que se amam, que seja na amizade, no amor ou nas relações familiares, devem estar prontas para serem quem são, para perdoar e receber perdão.
Não nos calaríamos tanto se soubéssemos que o outro nos ouviria com a alma, nos entenderia e continuaria a nos amar, apesar de tudo. Mas as pessoas, por mais maduras que pareçam, nem sempre estão prontas para ouvir as verdades, se essas forem doloridas. Assim são criadas as relações superficiais, onde pensamos tanto e falamos de menos, onde sentimos e sufocamos.
Nos falta um pouco de humildade para aceitar nossa imperfeição, aceitar que o outro possa não gostar de algo em nós e ter o direito de dizê-lo. Nos falta a ousadia de sermos nós, sem essa máscara que nos torna bonitos por fora e doentes por dentro.
A comunicação na boa hora, com as palavras escolhidas e certas, consertaria muitos relacionamentos, sararia muitas almas, tornaria as pessoas mais verdadeiras e mais bonitas.
Sabemos que as pessoas nos amam quando nos conhecem profundamente, intimamente e continuam nos amando. Quando com elas temos a liberdade e coragem de dizer: isso eu sinto, isso eu sou.
Letícia Thompson
Essas coisas são os não ditos das relações e da vida.
As palavras que não dizemos, mas não enterramos também, estão sempre entre nosso coração e nossa garganta e nos ferem interiormente. São opções que fazemos, seja para não machucar outras pessoas, seja, simplesmente, pela falta de coragem de sermos nós, inteiros e límpidos.
A comunicação é a base de todo relacionamento saudável. Pessoas que se amam, que seja na amizade, no amor ou nas relações familiares, devem estar prontas para serem quem são, para perdoar e receber perdão.
Não nos calaríamos tanto se soubéssemos que o outro nos ouviria com a alma, nos entenderia e continuaria a nos amar, apesar de tudo. Mas as pessoas, por mais maduras que pareçam, nem sempre estão prontas para ouvir as verdades, se essas forem doloridas. Assim são criadas as relações superficiais, onde pensamos tanto e falamos de menos, onde sentimos e sufocamos.
Nos falta um pouco de humildade para aceitar nossa imperfeição, aceitar que o outro possa não gostar de algo em nós e ter o direito de dizê-lo. Nos falta a ousadia de sermos nós, sem essa máscara que nos torna bonitos por fora e doentes por dentro.
A comunicação na boa hora, com as palavras escolhidas e certas, consertaria muitos relacionamentos, sararia muitas almas, tornaria as pessoas mais verdadeiras e mais bonitas.
Sabemos que as pessoas nos amam quando nos conhecem profundamente, intimamente e continuam nos amando. Quando com elas temos a liberdade e coragem de dizer: isso eu sinto, isso eu sou.
Letícia Thompson
Um Homem Também Chora
Quando o pai voltava do trabalho, o garotinho corria com os braços abertos em busca de um abraço aconchegante.
Mas, o pai, acostumado à educação rígida e equivocada do início do século vinte,ia logo dizendo: “homem não abraça homem”.
O menino ficava sem saber o que fazer com a vontade de demonstrar seu afeto e carinho àquele a quem amava e admirava.
Isso lhe causava extremo desconforto, mas foi se acostumando a não abraçar o pai,e nem chorar, pois “homens não choram”, segundo a mesma educação que recebia.
Sempre que algo o infelicitava, prendia o choro na garganta e corria para os braços
da mãezinha dedicada, a quem podia abraçar sem medo de ser menos homem.
Esse conceito ancestral, infelizmente, ainda é muito comum nos dias de hoje.
Muitos filhos homens não se sentem à vontade para abraçar seus pais e, menos ainda, para beijá-los.
Aquele garoto, que agora já está com mais de 75 anos de idade, conta que foi muito difícil conviver com a dificuldade de extravasar seus sentimentos com quem quer que fosse.
Não conseguia abraçar os amigos, não conseguia chorar graças às orientações que recebera na infância.
Diz ele, que só conseguiu vencer essa barreira, com muito esforço, há pouco tempo.
Hoje ele consegue se entregar num abraço sem medo de ser feliz.
Mas chorar em público é algo que procura evitar, pois a frase ouvida muitas vezes na infância, ainda o persegue: “homens não choram”.
Mas a lógica nos diz que os homens também podem e devem chorar, sem que isso os diminua como homens.
Homens que se privam de extravasar suas dores e tristezas pelas lágrimas, geralmente arrebentam o coração em enfartes fulminantes.
O que faz um ser humano ser digno não é o fato de deixar de chorar, ou de evitar se envolver num abraço.
O que dá dignidade a um homem é a sua capacidade de amar, de se entregar, de se deixar levar pela emoção sadia.
O cancioneiro popular, Gonzaguinha, retratou, através da música guerreiro menino, essa realidade:
Um homem também chora...
Também deseja colo... Palavras amenas
Precisa de carinho, precisa de ternura
Precisa de um abraço da própria candura
Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos no fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho que os torne refeitos
É triste ver este homem guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra a dor que traz no peito, pois ama e ama.
Um homem se humilha, se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida, e a vida é o trabalho
E sem o seu trabalho um homem não tem honra
E sem a sua honra, se morre, se mata.
Pense nisso!
Hombridade não é sinônimo de dureza.
O homem é um espírito temporariamente mergulhado num corpo masculino, mas é um filho de Deus como outro qualquer.
Um homem também chora...
Um homem também sente saudade...
Um homem também se entristece quando parte um ser querido..
Um homem também se equivoca, também de arrepende, também se sente só muitas vezes.
E, às vezes, a única maneira de aliviar um pouco o peito oprimido é deixar que as lágrimas jorrem com vontade.
Paulo de tarso, o incomparável apóstolo, na luta para vencer-se a si mesmo, encontrava nas lágrimas uma forma de desabafo.
Aquele gigante do cristianismo deixava, nas horas difíceis, as lágrimas aliviarem seu coração oprimido.
“A cada gota de pranto era um pouco de fel que expungia da alma, renovando-lhe as sensações de tranqüilidade e de alívio.”
Jesus, o maior Homem de que se tem notícia, também chorou.
Pense nisso, e se sentir vontade ou necessidade, abra as comportas do peito e deixe que as lágrimas lavem e aliviem seu coração, sem medo de ser feliz.
Momento Espírita
Paulo Nunes Jr
Mas, o pai, acostumado à educação rígida e equivocada do início do século vinte,ia logo dizendo: “homem não abraça homem”.
O menino ficava sem saber o que fazer com a vontade de demonstrar seu afeto e carinho àquele a quem amava e admirava.
Isso lhe causava extremo desconforto, mas foi se acostumando a não abraçar o pai,e nem chorar, pois “homens não choram”, segundo a mesma educação que recebia.
Sempre que algo o infelicitava, prendia o choro na garganta e corria para os braços
da mãezinha dedicada, a quem podia abraçar sem medo de ser menos homem.
Esse conceito ancestral, infelizmente, ainda é muito comum nos dias de hoje.
Muitos filhos homens não se sentem à vontade para abraçar seus pais e, menos ainda, para beijá-los.
Aquele garoto, que agora já está com mais de 75 anos de idade, conta que foi muito difícil conviver com a dificuldade de extravasar seus sentimentos com quem quer que fosse.
Não conseguia abraçar os amigos, não conseguia chorar graças às orientações que recebera na infância.
Diz ele, que só conseguiu vencer essa barreira, com muito esforço, há pouco tempo.
Hoje ele consegue se entregar num abraço sem medo de ser feliz.
Mas chorar em público é algo que procura evitar, pois a frase ouvida muitas vezes na infância, ainda o persegue: “homens não choram”.
Mas a lógica nos diz que os homens também podem e devem chorar, sem que isso os diminua como homens.
Homens que se privam de extravasar suas dores e tristezas pelas lágrimas, geralmente arrebentam o coração em enfartes fulminantes.
O que faz um ser humano ser digno não é o fato de deixar de chorar, ou de evitar se envolver num abraço.
O que dá dignidade a um homem é a sua capacidade de amar, de se entregar, de se deixar levar pela emoção sadia.
O cancioneiro popular, Gonzaguinha, retratou, através da música guerreiro menino, essa realidade:
Um homem também chora...
Também deseja colo... Palavras amenas
Precisa de carinho, precisa de ternura
Precisa de um abraço da própria candura
Guerreiros são pessoas, são fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos no fundo do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho que os torne refeitos
É triste ver este homem guerreiro menino, com a barra de seu tempo por sobre seus ombros eu vejo que ele berra, eu vejo que ele sangra a dor que traz no peito, pois ama e ama.
Um homem se humilha, se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida, e a vida é o trabalho
E sem o seu trabalho um homem não tem honra
E sem a sua honra, se morre, se mata.
Pense nisso!
Hombridade não é sinônimo de dureza.
O homem é um espírito temporariamente mergulhado num corpo masculino, mas é um filho de Deus como outro qualquer.
Um homem também chora...
Um homem também sente saudade...
Um homem também se entristece quando parte um ser querido..
Um homem também se equivoca, também de arrepende, também se sente só muitas vezes.
E, às vezes, a única maneira de aliviar um pouco o peito oprimido é deixar que as lágrimas jorrem com vontade.
Paulo de tarso, o incomparável apóstolo, na luta para vencer-se a si mesmo, encontrava nas lágrimas uma forma de desabafo.
Aquele gigante do cristianismo deixava, nas horas difíceis, as lágrimas aliviarem seu coração oprimido.
“A cada gota de pranto era um pouco de fel que expungia da alma, renovando-lhe as sensações de tranqüilidade e de alívio.”
Jesus, o maior Homem de que se tem notícia, também chorou.
Pense nisso, e se sentir vontade ou necessidade, abra as comportas do peito e deixe que as lágrimas lavem e aliviem seu coração, sem medo de ser feliz.
Momento Espírita
Paulo Nunes Jr
Reflexões para a vida
Não destrua seus valores comparando-se com outras pessoas.
É por sermos diferentes uns dos outros que cada um de nós é especial.
Não estabeleça seus objetivos por aquilo que os outros consideram importante.
Só você sabe o que é melhor para você.
Não considere como garantidas as coisas que estão mais perto de seu coração.
Dê atenção a elas como à sua vida, pois sem elas a vida não tem sentido.
Não deixe sua vida escorregar pelos dedos, vivendo no passado ou só voltado para o futuro.
Não desista enquanto você tiver algo para dar.
Uma coisa só termina realmente no momento em que você deixa de tentar.
Não tenha medo de admitir que você é "menos que perfeito".
É esse tênue fio que nos liga uns aos outros.
Não tenha medo de correr riscos.
É aproveitando as oportunidades que nós aprendemos a ser valentes.
Não exclua o amor de sua vida dizendo que ele é impossível de encontrar.
A maneira mais rápida de perder o amor é agarrar-se demais a ele,e a melhor maneira de conservar o amor é dar-lhe asas.
Não despreze seus sonhos.
Viver sem sonhos é viver sem esperança.
Viver sem esperança é viver sem objetivo.
Não corra pela vida muito depressa.
Apressa pode fazê-lo esquecer não só onde você esteve,mas também para onde você vai.
A Vida não é uma competição, mas uma jornada, e cada passo do caminho deve ser saboreado.
Eduardo Manciolli
É por sermos diferentes uns dos outros que cada um de nós é especial.
Não estabeleça seus objetivos por aquilo que os outros consideram importante.
Só você sabe o que é melhor para você.
Não considere como garantidas as coisas que estão mais perto de seu coração.
Dê atenção a elas como à sua vida, pois sem elas a vida não tem sentido.
Não deixe sua vida escorregar pelos dedos, vivendo no passado ou só voltado para o futuro.
Não desista enquanto você tiver algo para dar.
Uma coisa só termina realmente no momento em que você deixa de tentar.
Não tenha medo de admitir que você é "menos que perfeito".
É esse tênue fio que nos liga uns aos outros.
Não tenha medo de correr riscos.
É aproveitando as oportunidades que nós aprendemos a ser valentes.
Não exclua o amor de sua vida dizendo que ele é impossível de encontrar.
A maneira mais rápida de perder o amor é agarrar-se demais a ele,e a melhor maneira de conservar o amor é dar-lhe asas.
Não despreze seus sonhos.
Viver sem sonhos é viver sem esperança.
Viver sem esperança é viver sem objetivo.
Não corra pela vida muito depressa.
Apressa pode fazê-lo esquecer não só onde você esteve,mas também para onde você vai.
A Vida não é uma competição, mas uma jornada, e cada passo do caminho deve ser saboreado.
Eduardo Manciolli
sábado, 18 de setembro de 2010
Viver
A vida é o dom mais precioso que recebemos. Feios ou bonitos, grandes ou pequenos, ricos ou pobres, todos os que vivemos aqui, estamos porque um dia vencemos a nossa primeira batalha na luta pela sobrevivência.
Eram milhões nessa corrida, mas fomos nós que chegamos na reta final. Todos já nascemos vencedores e nem nos damos conta. O que muda na nossa vida vem depois. Porque essa luta, foi só um começo de uma série de batalhas para se ter um lugar ao sol.
Viver nem sempre é fácil.
O fato de que respiramos nos torna seres viventes, mas isso não significa necessariamente que vivemos a vida.
Vive quem aproveita todas as oportunidades para se aperfeiçoar, vive quem pensa nos outros além de si mesmo, vive quem não fica parado esperando que as coisas lhe caiam do céu. Vive quem consegue guardar a fé na adversidade.
Caminhar pela vida pode ser difícil muitas vezes.
Todos os caminhos não são asfaltados e nem sempre temos calçados bons o suficiente para enfrentar os pedregulhos de uma estrada de chão.
Mas é justamente nesses caminhos que podemos mostrar quem somos. Os fracos desistem, os frágeis se cansam e se sentam, os perseverantes continuam e tornam-se vitoriosos.
Porque a gente sempre sai mais forte depois de uma adversidade. Tudo na nossa vida é uma questão de atitude.
Se fomos vitoriosos na nossa primeira batalha, o que nos impede de continuar sendo na vida? Isso explica o tal de: "fulano começou do nada e olha onde chegou".
O tempo que gastamos em lamentações poderia ser muito útil para outras coisas.
Viver é isso: andar, correr, cair, se machucar, se levantar, comprar remédio, fazer curativo e começar tudo de novo. Com a cabeça erguida e, no meio disso tudo, um sorriso guardado para qualquer situação e os olhos sempre fixos em Deus, para que possamos dizer como o Apóstolo Paulo: "Posso todas as coisas nAquele que me fortalece."
Letícia Thompson
Eram milhões nessa corrida, mas fomos nós que chegamos na reta final. Todos já nascemos vencedores e nem nos damos conta. O que muda na nossa vida vem depois. Porque essa luta, foi só um começo de uma série de batalhas para se ter um lugar ao sol.
Viver nem sempre é fácil.
O fato de que respiramos nos torna seres viventes, mas isso não significa necessariamente que vivemos a vida.
Vive quem aproveita todas as oportunidades para se aperfeiçoar, vive quem pensa nos outros além de si mesmo, vive quem não fica parado esperando que as coisas lhe caiam do céu. Vive quem consegue guardar a fé na adversidade.
Caminhar pela vida pode ser difícil muitas vezes.
Todos os caminhos não são asfaltados e nem sempre temos calçados bons o suficiente para enfrentar os pedregulhos de uma estrada de chão.
Mas é justamente nesses caminhos que podemos mostrar quem somos. Os fracos desistem, os frágeis se cansam e se sentam, os perseverantes continuam e tornam-se vitoriosos.
Porque a gente sempre sai mais forte depois de uma adversidade. Tudo na nossa vida é uma questão de atitude.
Se fomos vitoriosos na nossa primeira batalha, o que nos impede de continuar sendo na vida? Isso explica o tal de: "fulano começou do nada e olha onde chegou".
O tempo que gastamos em lamentações poderia ser muito útil para outras coisas.
Viver é isso: andar, correr, cair, se machucar, se levantar, comprar remédio, fazer curativo e começar tudo de novo. Com a cabeça erguida e, no meio disso tudo, um sorriso guardado para qualquer situação e os olhos sempre fixos em Deus, para que possamos dizer como o Apóstolo Paulo: "Posso todas as coisas nAquele que me fortalece."
Letícia Thompson
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
A Alma se lembra
Seja o que for que vocês se esqueceram acerca da alegria, da paz, do amor incondicional e das bênçãos do espírito, a sua alma se lembra. Ela se lembra de que há uma conexão interna com um espaço onde vocês são livres da culpa, da vergonha e das energias que os deprimem e que fazem vocês acreditarem que são menos que perfeitos. A alma se lembra do motivo pelo qual vocês estão aqui, do propósito de cura e das tarefas que concordaram em concluir. E a alma se lembra de uma época em que vocês eram livres, inteiros, completos e viviam com alegria ilimitada. Sempre que se esquecerem de quem são, peçam para sua alma lhes lembrar.
A alma está ciente da dor que vocês experienciaram em cada existência, do medo e do desespero que sentiram ao acreditar que estavam separados da Fonte. Ela guarda essas memórias para vocês, a fim de ajudá-los a se lembrar do propósito da sua jornada de cura e dos desequilíbrios energéticos que precisam integrar novamente. Lembra-lhes que se originaram da perfeição e de que o seu caminho de cura é o que lhes trará e a toda humanidade à harmonia com a divindade.
A alma é a sua presença divina na forma física e guarda a memória da divindade até que vocês possam se reconectar com ela. A memória humana está centrada nas limitações, na carência e na imperfeição e necessita de que a alma lembre de que vocês são a luz do mundo, uma encarnação humana da Fonte, a resposta às orações para a paz e o amor. Quando vocês se esquecerem de que sua luz brilha intensamente tanto interna quanto externamente, a alma os ajudará a se lembrar.
A alma aguarda pacientemente que vocês reconheçam a sua presença, para pedir força quando sentirem que fracassaram ou que não podem continuar em sua jornada, para conectar-se com o momento de paz quando a realidade está imersa no caos. Ela mantém sob proteção suas memórias mais preciosas e cada vez que se esquecerem de quem vocês são e do motivo pelo qual estão empenhados nesta jornada, a alma terá as respostas. Vão para dentro de si mesmos, conectem-se com as belas memórias do Lar que a sua alma guarda, e encontrem a paz mediante o conhecimento de que não vieram aqui sozinhos. A parceria com a sua alma é tudo de que precisam para se lembrarem da alegria do céu e do amor que os envolve, os protege e que está a sua disposição.
Mensagem do Arcanjo Uriel Canalizada por Jennifer Hoffman
23 de março de 2009
Tradução de Ivete Brito
Direitos reservados © 2004,2005, 2006 para Jennifer Hoffman
A alma está ciente da dor que vocês experienciaram em cada existência, do medo e do desespero que sentiram ao acreditar que estavam separados da Fonte. Ela guarda essas memórias para vocês, a fim de ajudá-los a se lembrar do propósito da sua jornada de cura e dos desequilíbrios energéticos que precisam integrar novamente. Lembra-lhes que se originaram da perfeição e de que o seu caminho de cura é o que lhes trará e a toda humanidade à harmonia com a divindade.
A alma é a sua presença divina na forma física e guarda a memória da divindade até que vocês possam se reconectar com ela. A memória humana está centrada nas limitações, na carência e na imperfeição e necessita de que a alma lembre de que vocês são a luz do mundo, uma encarnação humana da Fonte, a resposta às orações para a paz e o amor. Quando vocês se esquecerem de que sua luz brilha intensamente tanto interna quanto externamente, a alma os ajudará a se lembrar.
A alma aguarda pacientemente que vocês reconheçam a sua presença, para pedir força quando sentirem que fracassaram ou que não podem continuar em sua jornada, para conectar-se com o momento de paz quando a realidade está imersa no caos. Ela mantém sob proteção suas memórias mais preciosas e cada vez que se esquecerem de quem vocês são e do motivo pelo qual estão empenhados nesta jornada, a alma terá as respostas. Vão para dentro de si mesmos, conectem-se com as belas memórias do Lar que a sua alma guarda, e encontrem a paz mediante o conhecimento de que não vieram aqui sozinhos. A parceria com a sua alma é tudo de que precisam para se lembrarem da alegria do céu e do amor que os envolve, os protege e que está a sua disposição.
Mensagem do Arcanjo Uriel Canalizada por Jennifer Hoffman
23 de março de 2009
Tradução de Ivete Brito
Direitos reservados © 2004,2005, 2006 para Jennifer Hoffman
Sejamos Luz!

O Divino escultor esculpiu nossa imagem-forma na Luz.
Sorrindo, Ele disse dentro de cada espírito:
“Você ocupará muitas formas na existência, terá vários rostos e corpos, de cores e formatos diferentes, mas a sua verdadeira face é a da Luz!” Porém, o tempo passou, e nos identificamos com as diversas formas,não só físicas, mas, também, com aquelas mentais e emocionais.
Passamos a viver e agir nas formas, mas sem sentir o Espírito em nós. Passamos a viver de forma vazia, sem sentido e sem profundidade.
Apegamo-nos demais às formas moldadas e condensadas nas energias da natureza, e mesmo quando elas se desgastam, e o seu uso não é mais possível, ficamos meio perdidos, chorando sobre a referência externa com a qual nos identificávamos tanto.
Foi por isso que o sábio Jesus disse: “Deixem que os mortos enterrem os seus mortos!”
O Rabi estava certo: quem anda com o espírito entorpecido nas ilusões sensoriais do mundo e acha que é só isso que existe, na verdade está morto de raciocínio, percepção e espírito.
Confundir a Luz do espírito com a casca abandonada é o mesmo que confundir a roupa com quem a veste.
Se é necessário respeitar o invólucro carnal abandonado, pois era morada do espírito em ascensão, é mais necessário, ainda, respeitar o próprio espírito, essência imperecível e dotado de todos os potenciais celestes. E
nenhum espírito, em época alguma, jamais foi seguro pelo caixão ou pelo solo onde o seu corpo ficou sendo transformado em outras
energias pela generosa Mãe Terra.
Aos corpos que ficam na Terra, o nosso muito obrigado, por tudo o que aprendemos por intermédio deles. Porém, somos espíritos com a face da Luz! Somos forma e semelhança da Luz, pois não somos animais vertebrados, somos consciências imperecíveis. Somos a cara de Deus!
Não somos brancos, negros, amarelos ou vermelhos. Não somos nem mesmo terrestres, pois qualquer espírito é egresso de outros planos sutis, não-físicos. Portanto, somos extraterrestres, pois terrestres são apenas os corpos que ocupamos temporariamente.
SOMOS LUZ!
Enquanto os “mortos enterram os seus mortos”, os espíritos continuam vivendo além... Os primeiros olham as tumbas e choram a ilusão de suas referências apenas físicas; os últimos olham para as estrelas e alçam vôo para outras paragens. E lá em cima não há nenhum número de tumba como referência, nem esquifes enterrados para alguém se guiar na dor de sua perda ilusória. O que tem mesmo é uma infinidade de espíritos
vivos, todos com a cara de Deus!
O Divino Escultor esculpiu nossa imagem-forma na Luz. Portanto,
façamos jus a essa Luz.
SEJAMOS LUZ!
Wagner Borges
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