Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Vencendo as Forças Astrais - Mantendo a Harmonia


"0 Senhor Deus concedeu ao homem domínio sobre todas as coisas. Mas este domínio não outorga ao homem a liberdade, antes de atingir a mestria pessoal, de sondar as profundezas do eflúvio humano, e se envolver com o mundo do pensamento e sentimento astral.

"A fonte de toda imperfeição humana são os velhos registros astrais. Edifícios e casas, pessoas, e até mesmo animais no mundo da forma estão repletos destes velhos registros. O nosso Tubo de Luz precisa ser forte e elástico para se dobrar quando necessário, sem nunca se romper diante das agressões provocadas por perturbações psíquicas”.

"Precisam aprender a se mexer no mundo da forma como seres vitoriosos sobre a morte e a energia mal-qualificada. Os vórtices de perturbações malignas e psíquicas podem passar do seu lado, mas basta invocarem a sua Presença
Divina pedindo ajuda e liberação. Podem me invocar que lhes ajudarei, colocando o meu círculo cósmico e espada de chama azul ao redor destes focos corrompidos, e libertando, não apenas vocês, como também os seus entes
queridos”.

"Precisam ser persistentes nos seus chamados, e determinados na sua convicção de que a Luz de Deus não deixará de lhes responder, e, sob nenhuma condição, cederem um só milímetro de terreno para essas forças que não são da Luz. Meus amados, estas forças não conseguiriam sobreviver um único dia se a humanidade não as alimentasse com a sua energia. Só existe uma Fonte da Vida que é Deus”.

"Os habitantes do plano astral, de forma geral, se desconectaram da idéia divina. Já não reconhecem mais o Deus do universo como o seu Deus. Procuram usufruir das energias vitais de Deus, transferidas diariamente para o homem, e sugá-las, utilizando a sua consciência mortal imperfeita, jogando irmão contra irmão, criando situações de ódio e confusão, para que as pessoas, por conta própria, entreguem a sua energia numa ação vibratória errada”.

"Todas as vezes que entram em sentimentos de irritação, crítica, condenação e julgamento, ou desarmonia de qualquer forma, estão prolongando a vida das entidades astrais, ao passo que a harmonia divina não lhes traz nenhum tipo de benefício".

E, para vocês, a harmonia divina atua como um selo de proteção. “As energias de Deus, quando mantidas puras e invioláveis pelo homem, nunca podem ser manipuladas pela criação astral, pois ela não consegue fazer algo perfeito;
assim, a perfeição é sinônimo de proteção”.

"Jesus ensinou a chave para a santidade - integridade - quando disse: "Sede, portanto, perfeitos, como o vosso Pai que está nos céus éperfeito (Mateus 5:48)".

Elohim Astrea -Fonte: Livro Do outro lado da vida - Elizabeth Clare Prophet

O deus que habita e mim saúda o deus que que habita em você

Sara

Vida a dois: É possível mudar o outro?


por Patricia Gebrim

É possível mudar o nosso parceiro em um relacionamento?
Gente!!! É muito sério o que tenho para dizer. Por favor, peguem uma folha de papel em branco, canetinhas coloridas de todas as cores, purpurina, tintas... e escrevam bem grande no centro da folha, com direito a gliter e luzes coloridas:
* NINGUÉM MUDA NINGUÉM*
Escreveu?
Agora pendure a folha em um lugar bem visível e leia essa frase ao menos 100 vezes todos os dias, antes de dormir e ao despertar!

Acreditem, é incrível o número de pessoas que ainda desconsideram essa verdade.
Entram em relacionamentos e se enganam, fingindo que certas características do parceiro estão lá quase por acaso, mas que com certeza essas coisas mudarão quando a fada boa do amor cantar sua canção de ninar para o casal apaixonado. Quase como se o amor fosse uma espécie de borracha gigante com a qual pudéssemos apagar do outro as imperfeições que tanto nos incomodam.

Repito... isso não vai acontecer! Amor não é borracha!
Um dos maiores problemas que vejo nos relacionamentos atualmente está no fato de que as pessoas ficam tão desesperadas para encontrar um parceiro que basta alguém as escolher para que se sintam imediatamente gratas por serem salvas desse horrendo destino: solidão. Com isso, nunca escolhem. Basta que sejam escolhidas. Se um sapo as escolhe, vira príncipe na hora!
E se forem escolhidas por alguém que tenha valores muito diferentes dos seus, por exemplo, as pessoas resolvem essa “pequena dificuldade” negando essas diferenças e dizendo a si mesmas que com o tempo isso irá mudar e, magicamente, os dois se tornarão parecidos, quase iguais.

BESTEIRA!

O tempo vai passando e isso não acontece. O outro não muda! E aquelas diferenças começam a incomodar. E em breve os dois estão desesperadamente tentando mudar um ao outro, como se essa fosse a saída para que a relação pudesse funcionar. Em geral nesse processo alguém se torna o cobrador e o outro se torna o que é cobrado e sufocado. Ambos vivenciam a frustração e a dor ao se deparar com a dura verdade: o outro simplesmente não vai mudar.

O outro não vai dar mais do que pode só porque você quer.

O outro não vai aceitar menos do que acredita merecer só porque você quer!
Tente perceber... é muito importante que você perceba isso:
Se, lá no começo de tudo, você tiver calma, se der a si mesmo tempo para conhecer melhor a pessoa que chegou à sua vida, se conseguir escapar dessa loucura coletiva que o leva a aceitar a primeira pessoa que aparecer... se puder fazer isso, talvez possa dar a si mesmo a chance de conhecer o outro melhor antes de fazer uma escolha. E ao fazer isso, talvez possa escolher melhor.
Imagine que você seja uma pessoa doce e carinhosa e decida ter um bichinho de estimação. Você fica tão ansioso para comprar o bichinho que acaba comprando o primeiro que encontrou... um lindo peixe dourado em um aquário redondo. Você leva o aquário para casa todo feliz e o coloca em um lugar de destaque na sua sala. Mas aí a noite chega e você começa a se sentir só... e percebe que sente falta de toque. Pega o peixe dourado e ... o coloca no colo... Ops! E agora?
Peixes não são muito de abraçar. Para falar a verdade eles parecem morrer quando os tiramos de seu mundinho particular... entenda... não adianta querer colocar no colo um peixinho dourado! Não vai funcionar!
Se era tão importante para você afagar um bichinho... por que comprou logo um... peixe????
Devia ter comprado um cachorro... um coelho... talvez um gato (se bem que a maioria dos gatos não são muito de afagos). Mas... um peixe????
Com isso quero deixar clara a importância da escolha, de uma escolha consciente.

Agora, se você já comprou o peixe... NÃO ADIANTA QUERER QUE ELE VIRE UM CACHORRO, entende? Ele não irá NUNCA latir ou se deitar no seu colo. Ou você aceita o peixe como é ou aceita que fez uma besteira, escolheu errado. Nesse caso, deixe que o peixe se vá e corra a um pet shop em busca do cachorrinho mais fofo e peludo que encontrar!

Loucura, no meu ver, é o que vejo em muitos relacionamentos. Gente brigando anos para transformar peixe em cachorro, tartaruga em águia, elefante em gazela... gente perdendo um tempo precioso que não volta mais, tentando encontrar culpados onde não há culpa alguma.
A culpa não é do outro! Um peixe tem todo o direito de ser peixe, afinal!

Nós é que precisamos ter mais clareza do que buscamos, aprender a ter mais calma e consciência em nossas escolhas e parar de agir desesperadamente por medo dessa tal solidão.

domingo, 30 de março de 2008

Desconecte-se dos outros. Conecte-se em si mesmo!

Durante muito tempo eu vivi conectada às pessoas. Não no sentido bom, de ser apenas uma vida pulsando por todos nós, mas aquele sentido de conexão por dependência, por apego, por necessidade de aprovação.

Com a desculpa de querer ajudar, eu me mantive ligada às pessoas, repassando meus conhecimentos, auxiliando com minha força de trabalho, dando idéias criativas para solucionar problemas ou apenas dando carinho e suporte, pois acreditava que este era meu dever como filha, como irmã, como mulher, enfim, como ser humano.

Entretanto, secretamente, eu aguardava uma espécie de retorno, que na verdade (na minha mente) tinha que ser em igual medida e empenho. Só que não são todas as pessoas que querem ou que têm esta disposição para se dedicar a nós, até porque elas têm que se dedicar a si mesmas. E isso, com certeza, já dá muito trabalho e ocupa muito tempo.

Então, comecei a perceber que minha vida estava ficando defasada em relação àqueles que eu ajudava. E, enquanto eles prosperavam e iam para frente, eu ficava para trás.

Perguntava-me por que aquilo acontecia.

No final, entendi que, enquanto estava dando minha ajuda – na maioria das vezes não solicitada – estava deixando de fazer e realizar coisas na minha própria vida, pois não sobrava tempo para mim e, quando sobrava, estava exausta emocionalmente, pois vivia de acordo com os sentimentos expressos pelos outros: se estavam felizes, eu me enchia de alegria; se estavam chateados, ficava apreensiva; se se irritavam, devia ser comigo, etc.

Porém, também me questionava a respeito da caridade e ficou claro para mim que a caridade só é válida quando a fazemos desinteressadamente e, principalmente, quando não fazemos dela uma questão de comparação, nos colocando acima ou abaixo de quem recebe a nossa graça.

Portanto, com tudo bem entendido, senti dentro de mim mesma que era o momento de me desconectar dos outros; que era chegado o momento de conectar-me a mim mesma e procurar suprir as minhas próprias necessidades.

Compreendi que era perfeitamente possível sentir alegria sem ter ninguém por perto; que eu podia me divertir sem culpa e que não precisava estar sempre disponível, principalmente se isso iria me prejudicar de alguma forma; aprendi a dizer não, a cuidar mais de mim, a me concentrar nos meus próprios projetos e sonhos e a enxergar as pessoas tais como são, aceitando-as e compreendendo-as, mas nunca mais as colocando sobre mim mesma em questão de importância.

Por isso, se você ainda vive como eu vivia, dê um voto de confiança a si mesmo e liberte-se. Ainda dá tempo de arrumar sua mala e seguir seu caminho rumo ao seu próprio destino. Se quiserem lhe acompanhar, ótimo. Se não, não lamente. Você é único e completo, rico e insubstituível e é capaz de preencher toda a sua vida por si só.

Acesse meu site: www.manik33.blogspot.com

por Vanessa Mazza Furquim

domingo, 23 de março de 2008

O que é ilusão?


Podemos pensar que é mais fácil vivermos sozinhos. Mas, se não houvesse um propósito para convivermos entre as pessoas, não começaríamos nascendo de um pai e uma mãe... Nossos pais ou as figuras deles são os primeiros com os quais nos relacionamos. E daí os avós, irmãos, amigos, colegas, tios, primos, vizinhos, padeiros, trocadores de ônibus, médicos, professores, caixas de banco... nossos inimigos... , ou seja, toda e qualquer pessoa que passe pelas nossas vidas, que cruze nossos caminhos. Elas podem permanecer pela vida toda, durante uma fase da vida, ou uma passagem relâmpago, não importa. Todas têm seu papel em nossos caminhos e nós nos deles.

É através dos relacionamentos que SOMOS, que fazemos ou deixamos de fazer, que nos expressamos, que trocamos, que aprendemos, que crescemos. Mais ainda, as divergências ou as diferenças nos dão a oportunidade de repensarmos nossos pensamentos, nossas atitudes, nossos comportamentos, nossos sentimentos, principalmente aqueles que não contamos nem pro espelho ou pra nossos melhores amigos, ou talvez, nem pra Deus.

Os relacionamentos nos dão a oportunidade de refletirmos, de olharmos pra dentro, de nos conhecermos, de nos perdoarmos, de nos reformarmos, de nos aceitarmos. Através dos relacionamentos, vivemos, exercitamos sermos humanos e reais.

Quando algo no outro nos incomoda, muitas vezes, ele está servindo de instrumento, de espelho, para nos mostrar o que está em nós e que não conseguimos ver, o que não conseguimos aceitar ou nossas próprias sombras. E, quando negamos esta parte no outro, estamos negando ela em nós mesmos.

Não necessariamente teremos ao nosso lado pessoas que queremos, mas sim aquelas que precisamos para que a gente seja presença no Mundo. Enquanto fechava este artigo, recebi um trecho que expressa bem isto:

"A flor-de-lótus é aquela que tem as raízes na lama mas mantém suas pétalas impecavelmente brancas. Ela precisa dos nutrientes que estão na lama para florescer. Isto é desapego, estar perto do que você mais deseja estar livre e usar isso para fazer você crescer. Aquela pessoa, que agora está perto de nós, é talvez o melhor professor que poderíamos ter, se fossemos capazes de ver o nutriente na sua presença." Om Shanti

Se fugimos de alguma situação, esta situação se apresentará em um outro momento, de alguma outra forma, através de alguma outra pessoa, para que possamos vivenciar o que estamos evitando... Tudo para que a gente cresça. Pra que a gente evolua.

Esta é a Grande Teia, e faz parte do grande Mistério da Vida, em que todos estamos interligados, em que todos fazemos parte de algo muito maior e extremamente Grandioso. Pois somos todos UM.

Pode não ser fácil muitas vezes conviver, mas vale MUITO a pena.

Eu escolho estar com e entre as pessoas, viver em "comum" com elas, ser através delas. Eu também escolho através delas aprender a amar.

Helga Costa Marcos
Pós-graduada em Gerência de Telecomunicações e Gestão Empresarial, certificada PMP e Gerente de Projetos de TI. Colaboradora do Instituto Daat, Master&Wizard Avatar e Mestre de Reiki. Ministra palestras de gerenciamento de projetos, cursos de Reiki Usui e Avatar (Star´s Edge). Estuda temas e técnicas de auto-cura, auto-desenvolvimento e auto-conhecimento.

Eu e o outro.


Podemos pensar que é mais fácil vivermos sozinhos. Mas, se não houvesse um propósito para convivermos entre as pessoas, não começaríamos nascendo de um pai e uma mãe... Nossos pais ou as figuras deles são os primeiros com os quais nos relacionamos. E daí os avós, irmãos, amigos, colegas, tios, primos, vizinhos, padeiros, trocadores de ônibus, médicos, professores, caixas de banco... nossos inimigos... , ou seja, toda e qualquer pessoa que passe pelas nossas vidas, que cruze nossos caminhos. Elas podem permanecer pela vida toda, durante uma fase da vida, ou uma passagem relâmpago, não importa. Todas têm seu papel em nossos caminhos e nós nos deles.

É através dos relacionamentos que SOMOS, que fazemos ou deixamos de fazer, que nos expressamos, que trocamos, que aprendemos, que crescemos. Mais ainda, as divergências ou as diferenças nos dão a oportunidade de repensarmos nossos pensamentos, nossas atitudes, nossos comportamentos, nossos sentimentos, principalmente aqueles que não contamos nem pro espelho ou pra nossos melhores amigos, ou talvez, nem pra Deus.

Os relacionamentos nos dão a oportunidade de refletirmos, de olharmos pra dentro, de nos conhecermos, de nos perdoarmos, de nos reformarmos, de nos aceitarmos. Através dos relacionamentos, vivemos, exercitamos sermos humanos e reais.

Quando algo no outro nos incomoda, muitas vezes, ele está servindo de instrumento, de espelho, para nos mostrar o que está em nós e que não conseguimos ver, o que não conseguimos aceitar ou nossas próprias sombras. E, quando negamos esta parte no outro, estamos negando ela em nós mesmos.

Não necessariamente teremos ao nosso lado pessoas que queremos, mas sim aquelas que precisamos para que a gente seja presença no Mundo. Enquanto fechava este artigo, recebi um trecho que expressa bem isto:

"A flor-de-lótus é aquela que tem as raízes na lama mas mantém suas pétalas impecavelmente brancas. Ela precisa dos nutrientes que estão na lama para florescer. Isto é desapego, estar perto do que você mais deseja estar livre e usar isso para fazer você crescer. Aquela pessoa, que agora está perto de nós, é talvez o melhor professor que poderíamos ter, se fossemos capazes de ver o nutriente na sua presença." Om Shanti

Se fugimos de alguma situação, esta situação se apresentará em um outro momento, de alguma outra forma, através de alguma outra pessoa, para que possamos vivenciar o que estamos evitando... Tudo para que a gente cresça. Pra que a gente evolua.

Esta é a Grande Teia, e faz parte do grande Mistério da Vida, em que todos estamos interligados, em que todos fazemos parte de algo muito maior e extremamente Grandioso. Pois somos todos UM.

Pode não ser fácil muitas vezes conviver, mas vale MUITO a pena.

Eu escolho estar com e entre as pessoas, viver em "comum" com elas, ser através delas. Eu também escolho através delas aprender a amar.

Helga Costa Marcos
Pós-graduada em Gerência de Telecomunicações e Gestão Empresarial, certificada PMP e Gerente de Projetos de TI. Colaboradora do Instituto Daat, Master&Wizard Avatar e Mestre de Reiki. Ministra palestras de gerenciamento de projetos, cursos de Reiki Usui e Avatar (Star´s Edge). Estuda temas e técnicas de auto-cura, auto-desenvolvimento e auto-conhecimento.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Aprendendo com um Anjo menino



Diz o Anjo Menino:

... sou um ANJO, ... ih! estou me expondo muito, Ele pode não gostar...

... e Deus, disse: “que haja luz; e a luz surgiu”.

... assim, de forma semelhante o conhecimento divino se traduz pela consciência do saber, diante da necessidade de aplicarem-se no serviço do bem humanitário... D'US, se traduz pela consciência humana da grandiosidade do poder da vida, vive no pensamento de cada pessoa, esta presente em todos os corações, proporcionando amor e felicidade, esperança e paz, em si e para todos...

...“paz na terra aos homens de boa vontade”; para consumar a existência humana, o coração se torna responsável pelo amor e o cérebro pela inteligência, razão, desejo, vontade e pela verdade de viver....

... a liberdade espiritual permite viver o agora, pois não se pode viver no passado e, tampouco, no futuro, assim, conheça a verdade do seu viver, a verdadeira consciência de si mesma, do próprio sentimento e pensamento e, então estará preparada para conviver com outras pessoas... cada pessoa é responsável pelo resultado do seu desenvolvimento pessoal, psíquico, e pode sentir, pensar e agir como bem lhe convier, mas, tudo que semear, em algum tempo e lugar, ela colherá...

...ninguém nasce por você, vive por você ou morrerá por você, você deverá fazer tudo isso por si mesma... uma vez, lhe conferido o livre-arbítrio, nem D'US, nem ninguém poderá interagir nessa determinada ação; contudo, o livre-arbítrio deve sempre estar relacionado com as virtudes; e por isso somente alguns desenvolvem especialmente a capacidade de conhecer a si e servir a todos seres vivos.

... os conhecimentos nos permitem entender a relação espiritual que existe entre o homem e a natureza, aquela que transcende a matéria, é subjetiva no pensamento, mas consciente na razão, permitindo que seja aplicada a sabedoria, essencial para contemplar o simples viver...

... sábio, portanto é o homem que se mantém livre para praticar o bem, desenvolvendo o amor por si e pelo próximo... porém, para alguns homens que não conseguiram desenvolver a espiritualidade na virtude de ser e, por conseguinte, não sabem lidar consigo e nem com próximo, daí surgem certas pessoas, os sábios, nós os anjos, para proporcionar condições, em concordância com a vontade de cada um, para atender aos apelos, e permitir que também possam desenvolver um viver espiritual, com sentimento de amor, felicidade, esperança e fé e, então, viverem coerentemente compreendendo os fatos do seu viver...

... assim, nós os anjos somos simplesmente pessoas divinas, protetoras e defensoras, orientadoras e controladoras, zeladoras e servidoras capazes de transmitir virtudes e sentimentos... por isso, assistimos as pessoas que suplicam pela virtude, ao deixarmos emanar intenso positivismo e otimismo e, dessa maneira, cumprimos a finalidade para a qual conseguimos nos desenvolver; no plano espiritual, o homem deve reconhecer o serviço elementar dos anjos para usufruir a divina bem-aventurança, a fim de poder, se caso estiver preparado, conceber em pensamento a bênção angelical produzida pela consciência da aceitação de uma ajuda, pela oportunidade de reconhecer a razão da própria existência espelhada no próximo, ao incorporar e promover as virtudes...

...na amizade se encontra o amor e por isso nos manifestamos rumo à liberdade do viver, despojados de tudo, para expressarmos o amor e a felicidade, ...amor q eu defino como sentimento de empatia com incondicional afetiva emotividade...

...nós os anjos, não sabemos o dia nem a hora em que seremos encarregados de uma missão divina, numa ação irradiante, nem como, em corpos físicos, como amigos abençoados, com mentes servidoras, vigilantes e cuidadosas, plenos de otimismo purificado e de força vital, exerceremos os ensinamentos da divina libertação espiritual... na verdade, as pessoas é que determinam a nossa existência ao se encontrarem diante de situações mal resolvidas consigo mesma e, então, apelam, se lamentarem, por uma ajuda, pela proteção...

...o sentimento de bem-estar interrompido por certas razões alheias, justifica a necessidade de se apelar, para encontrar-se com um anjo; a facilidade com que as pessoas se relacionam conosco, ao expressarem uma sinceridade, confiança, responsabilidade e afetividade, de forma gratuita, pode transparecer a existência do acaso... mas nada é por acaso, sempre existe uma razão maior, algo que por si só se justifica, assim se estabelece uma relação angelical…

... compreenda que é preciso viver espiritualmente para se renunciar a toda existência afim de encontrar o amor, a felicidade, a fé, a esperança, a paz e, então, somente assim obter a eternidade... "voar" pela infinitude do universo divino no inexorável destino de viver no presente...

quinta-feira, 13 de março de 2008

A Vida Retribui e Transfere


A vida é como jogar uma bola na parede. Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde. Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul. Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca. Se a bola for jogada com força, ela voltará com força. Por isso, nunca “jogue uma bola na vida,” de forma que não esteja pronto para recebê-la. A vida não dá nem empresta. Não se comove nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos. (Albert Einstein)

Quando eu falo em espiritualidade, não estou me referindo a nenhuma igreja, a nenhuma religião particular, embora respeite todas. Refiro-me à espiritualidade como o fazia Einstein, apontando para uma vivência cósmica; ou, ainda, outro físico contemporâneo, Fritjof Capra, que denominou seu penúltimo livro de "Pertencendo ao Universo".

Espiritualidade é uma consciência não-dual, uma consciência de participação, da parte no todo, que na essência é o amor, e na prática é solidariedade. Uma pessoa que despertou para essa dimensão espiritual é uma pessoa que não se vê separada do outro, da comunidade e do Universo. Eu pergunto: em sã consciência, você colocaria fogo no seu corpo? Se você sente-se não-separado do outro, você jogaria fogo em alguém que está dormindo num banco?

E se você se sente não-separado da natureza, você iria empestá-la, destruir ecossistemas por uma neurose de progresso compulsivo, que foi decantada no século passado por Comte e que, agora, testemunhamos o lado sombrio dessa religião do progresso a qualquer custo, progresso a custa da hecatombe? Você empestaria a natureza se você se sentisse não-separado dela?

Sem sombra de dúvida. Nestes últimos séculos temos investido, de forma unilateral, no mundo da matéria, e os frutos são notáveis, sintetizados na tecnociência maravilhosa que dispomos. A grande tragédia, entretanto, é que não houve praticamente nenhum investimento significativo no mundo da subjetividade, da alma, da ética, da consciência, da essência.

O resultado encontra-se nos noticiários tristes e apocalípticos de cada dia: escalada de violência e guerras infindáveis; a exclusão desumana de uma maioria, que morre de fome, por uma minoria, que morre de medo; extinção em massa de espécies; rota da colisão do ser humano com a natureza e todo tipo de aplicações tecnológicas irresponsáveis.

O investimento maciço na alma é a única estratégia que poderá viabilizar a perpetuação, com qualidade e dignidade de nossa espécie. Antigas e esquecidas lições: para que serve ganhar o mundo inteiro se você perdeu a sua alma, se você se perdeu de si mesmo, se você se esqueceu do ser que lhe faz ser? Felizmente, crise é também oportunidade de aprender e de evoluir. Gosto de confiar que o ser humano será a maior descoberta do terceiro milênio!

Autoria: Roberto Crema