Você já pensou que o nosso grande problema,
nas relações pessoais,
é que desejamos que os outros sejam iguais a nós?
Em se falando de amigos,
desejamos que eles gostem exatamente do que gostamos,
que apreciem o mesmo gênero de filmes e música
que constituem o nosso prazer.
No âmbito familiar,
prezaríamos que todos os componentes da família
fossem ordeiros, organizados e disciplinados como nós.
No ambiente de trabalho,
reclamamos dos que deixam a cadeira fora do lugar,
papel espalhado sobre a mesa
e que derramam café, quando se servem.
Dizemos que são relaxados
e que é muito difícil conviver
com pessoas tão diferentes de nós mesmos.
Por vezes, chegamos às raias da infelicidade,
por essas questões.
E isso nos recorda da história de um menino chamado Pedro.
Ele tinha algumas dificuldades muito próprias.
Por exemplo, quando tentava desenhar uma linha reta,
ela saía toda torta.
Quando todos à sua volta olhavam para cima,
ele olhava para baixo.
Ficava olhando para as formigas,
os caracóis, em sua marcha lenta,
as florzinhas do caminho.
Se ele achava que ia fazer um dia lindo e ensolarado, chovia.
E lá se ia por água abaixo, todo o piquenique programado.
Um dia, de manhã bem cedo,
quando Pedro estava andando de costas contra o vento,
ele deu um encontrão em uma menina,
e descobriu que ela se chamava Tina.
E tudo o que ela fazia era certinho.
Ela nunca amarrava os cordões de seus sapatos de forma incorreta
nem virava o pão com a manteiga para baixo.
Ela sempre se lembrava do guarda-chuva
e até sabia escrever o seu nome direito.
Pedro ficava encantado com tudo que Tina fazia.
Foi ela quem lhe mostrou a diferença entre direito e esquerdo.
Entre a frente e as costas.
Um dia, eles resolveram construir uma casa na árvore.
Tina fez um desenho
para que a casa ficasse bem firme em cima da árvore.
Pedro juntou uma porção de coisas para enfeitar a casa.
Os dois acharam tudo muito engraçado.
A casa ficou linda, embora as trapalhadas de Pedro.
Bem no fundo, Tina gostaria que tudo
que ela fizesse não fosse tão perfeito.
Ela gostava da forma de Pedro viver e ver a vida.
Então Pedro lhe arranjou
um casaco e um chapéu que não combinavam.
E toda vez que brincavam,
Tina colocava o chapéu e o casaco,
para ficar mais parecida com Pedro.
Depois, Pedro ensinou Tina
a andar de costas e a dar cambalhotas.
Juntos, rolaram morro abaixo.
E juntos aprenderam a fazer aviões de papel
e a fazê-los voar para muito longe.
Um com o outro,
aprenderam a ser amigos até debaixo d’água.
E para sempre.
Eles aprenderam que o delicioso em um relacionamento
é harmonizar as diferenças.
Aprenderam que as diferenças são importantes,
porque o que um não sabe, o outro ensina.
Aquilo que é difícil para um,
pode ser feito ou ensinado pelo outro.
É assim que se cresce no mundo.
Por causa das grandes diferenças
entre as criaturas que o habitam.
***
A sabedoria divina colocou as pessoas no mundo,
com tendências e gostos diferentes umas das outras.
Também em níveis culturais diversos
e degraus evolutivos diferentes.
Tudo para nos ensinar
que o grande segredo do progresso
está exatamente em aprendermos uns com os outros,
a trocar experiências e valorizar as diferenças.
Autor:
Equipe de Redação do Momento Espírita
Além do horizonte, existem outros mundos a serem descobertos.
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
Lá, folhas não caem, elas flutuam.
Lá, o meio de transporte são pássaros que vem até você e com o suspiro de seu amor, neste mundo todos andam de mãos dadas lá é aonde a harmonia toma conta da natureza de todas as espécies viventes.
Lá, não colhemos flores, mas as flores colhem a gente.
Chegou o tempo de despertar e acreditar que esta vida vale apena ser vivida.
-Rhenan Carvalho-
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
A arte de ser Feliz
Para ser feliz, aprenda a rir de si mesmo. Isso vai te tornar uma pessoa mais agradável para os que te cercam e vai te ensinar a ver a vida com menos seriedade.
Rir não é só o melhor remédio, é um tratamento completo. Ria, ria sempre.
Aprenda que os outros não são responsáveis pelos seus problemas; eles podem até oferecer um ombro, mas cada qual carrega a sua cruz; porém saiba que quem te oferece um ombro é o tesouro mais precioso que você poderia encontrar.
Aprenda também que você não é responsável pelos problemas alheios. Oferecer a mão, o ombro, o sorriso fará de você um bom samaritano e o melhor dos amigos, mas jamais você poderá viver o que não te pertence. Cada um de nós deve viver e conviver com as conseqüências dos próprios atos.
Aprenda que decepções e mágoas fazem parte do caminho, como ervas daninhas. Ninguém está livre delas e de uma maneira geral chegam quando mais precisamos ver e sentir as flores. Porém quando conseguimos vencê-las o campo fica muito mais bonito de se olhar e sentir.
As rosas não são menos belas por possuírem espinhos. Portanto, não exija de si mesmo e nem dos outros a perfeição. Seja apenas o que você é, seja verdadeiro. Os que te amarem além da sua aparência serão aqueles pelos quais sua vida vai valer a pena.
Seja apenas isso: feliz! Com arte, com cor, com muito bom humor. As coisas simples são normalmente as que pensamos por último, mas geralmente são a base de uma vida equilibrada.
Letícia Thompson
***
"Se queres ser feliz amanhã, tenta hoje mesmo."
Liang Tzu
Rir não é só o melhor remédio, é um tratamento completo. Ria, ria sempre.
Aprenda que os outros não são responsáveis pelos seus problemas; eles podem até oferecer um ombro, mas cada qual carrega a sua cruz; porém saiba que quem te oferece um ombro é o tesouro mais precioso que você poderia encontrar.
Aprenda também que você não é responsável pelos problemas alheios. Oferecer a mão, o ombro, o sorriso fará de você um bom samaritano e o melhor dos amigos, mas jamais você poderá viver o que não te pertence. Cada um de nós deve viver e conviver com as conseqüências dos próprios atos.
Aprenda que decepções e mágoas fazem parte do caminho, como ervas daninhas. Ninguém está livre delas e de uma maneira geral chegam quando mais precisamos ver e sentir as flores. Porém quando conseguimos vencê-las o campo fica muito mais bonito de se olhar e sentir.
As rosas não são menos belas por possuírem espinhos. Portanto, não exija de si mesmo e nem dos outros a perfeição. Seja apenas o que você é, seja verdadeiro. Os que te amarem além da sua aparência serão aqueles pelos quais sua vida vai valer a pena.
Seja apenas isso: feliz! Com arte, com cor, com muito bom humor. As coisas simples são normalmente as que pensamos por último, mas geralmente são a base de uma vida equilibrada.
Letícia Thompson
***
"Se queres ser feliz amanhã, tenta hoje mesmo."
Liang Tzu
terça-feira, 13 de abril de 2010
Aprenda com você mesmo
Cada um de nós tem uma área da vida que necessita ser cuidada com mais atenção. Se alguma parte de sua vida anda aborrecida e sem sal, é sinal de que precisa ser mais bem cuidada. Fique atento ao sinal de alerta da mudança: ele toca sempre que substituímos a alegria de viver pela preocupação. E a fluidez pela tensão. Nesses momentos, você tem de tirar o barco do porto e colocá-lo no mar, rumo a um novo mundo.
É claro que ninguém pode comprar a alegria de viver na padaria da esquina. Temos de aprender a conquistá-la. As lições estão dentro de nós. Precisamos ser professores e alunos de nós mesmos.
Na Índia, os mestres dizem que a diferença entre alguém que está com câncer e alguém com dor de cabeça depende da intensidade da aula de que a pessoa está precisando. Na vida, quanto mais teimoso for o aluno, mais as aulas serão dolorosas. Quanto menos o aluno aprender, mais a vida vai bater pesado para que acorde e aprenda.
A escola da vida funciona assim. Se a pessoa está insatisfeita e fica em casa reclamando da sina em vez de tentar mudá-la, vai se tornar cada vez mais angustiada, arrumar uma úlcera ou uma depressão. Ela tem a ilusão de se acostumar com a dor, mas o pior é que a dor não pára de aumentar. A alegria de viver fica tão inacessível quanto o pico do Everest.
Negar uma necessidade nunca foi boa solução. O problema vai continuar até a pessoa se convencer de que precisa sair daquela situação e começar algo novo. Essa é a lição que está fazendo falta. Quando nos recusamos a aprendê-la, o problema se agrava.
Muitas vezes, as pessoas insistem em comportamentos que dão resultados negativos e depois reclamam. Não percebem que reclamar é inútil e que a única saída é analisar a situação e buscar solucioná-la. Fazer as mesmas coisas e esperar que os resultados mudem é acumular sofrimento. Isso nos deixa amargos.
Na vida, nós somos problema ou solução. Se formos parte do problema, ninguém vai gostar de ficar ao nosso lado. Se formos solução, conseguiremos fazer com que os outros tenham vontade de estar conosco e nos ajudar.
O psicanalista americano Erick Ericsson disse que por volta dos 50 anos as pessoas se encontram numa encruzilhada existencial, entre a amargura e a sabedoria. Aquelas que aprenderam a viver conquistam a maturidade. Mas as que percebem que estão se aproximando da morte ficam amarguradas.
Quem aprendeu a simplificar a vida desfruta cada dia com alegria. Quem só aprendeu a reclamar de tudo terá de agüentar o peso da vida por mais algum tempo.
Roberto Shinyashiki
É claro que ninguém pode comprar a alegria de viver na padaria da esquina. Temos de aprender a conquistá-la. As lições estão dentro de nós. Precisamos ser professores e alunos de nós mesmos.
Na Índia, os mestres dizem que a diferença entre alguém que está com câncer e alguém com dor de cabeça depende da intensidade da aula de que a pessoa está precisando. Na vida, quanto mais teimoso for o aluno, mais as aulas serão dolorosas. Quanto menos o aluno aprender, mais a vida vai bater pesado para que acorde e aprenda.
A escola da vida funciona assim. Se a pessoa está insatisfeita e fica em casa reclamando da sina em vez de tentar mudá-la, vai se tornar cada vez mais angustiada, arrumar uma úlcera ou uma depressão. Ela tem a ilusão de se acostumar com a dor, mas o pior é que a dor não pára de aumentar. A alegria de viver fica tão inacessível quanto o pico do Everest.
Negar uma necessidade nunca foi boa solução. O problema vai continuar até a pessoa se convencer de que precisa sair daquela situação e começar algo novo. Essa é a lição que está fazendo falta. Quando nos recusamos a aprendê-la, o problema se agrava.
Muitas vezes, as pessoas insistem em comportamentos que dão resultados negativos e depois reclamam. Não percebem que reclamar é inútil e que a única saída é analisar a situação e buscar solucioná-la. Fazer as mesmas coisas e esperar que os resultados mudem é acumular sofrimento. Isso nos deixa amargos.
Na vida, nós somos problema ou solução. Se formos parte do problema, ninguém vai gostar de ficar ao nosso lado. Se formos solução, conseguiremos fazer com que os outros tenham vontade de estar conosco e nos ajudar.
O psicanalista americano Erick Ericsson disse que por volta dos 50 anos as pessoas se encontram numa encruzilhada existencial, entre a amargura e a sabedoria. Aquelas que aprenderam a viver conquistam a maturidade. Mas as que percebem que estão se aproximando da morte ficam amarguradas.
Quem aprendeu a simplificar a vida desfruta cada dia com alegria. Quem só aprendeu a reclamar de tudo terá de agüentar o peso da vida por mais algum tempo.
Roberto Shinyashiki
sábado, 10 de abril de 2010
Auto Piedade
Pessoas existem que se queixam da própria vida, de não conseguirem resolver seus problemas ou, até mesmo, de não encontrarem cura para seus males.
Muitas vezes, porém, a solução de tudo isso está dentro de si e da real vontade de vencer. A auto piedade e a chantagem emocional inconsciente atrapalha o desenvolvimento da solução desses problemas.
Às vezes, e na grande maioria dos casos é isso que ocorre; existe a necessidade da pessoa realmente querer sair da situação em que se encontra. De nada adianta consultar médicos, do corpo ou do espírito, se não existir o desejo de superar suas dificuldades.
A falta de carinho, de compreensão por parte de familiares ou um estado de solidão, isso quando não faz parte de sua natureza, leva a pessoa inconscientemente a uma auto comiseração que atrai, cada vez mais, negatividade sobre si, envolvendo-a de tal forma até chegar ao ponto em que não conseguirá se libertar mais, tamanha a rede de pensamentos negativos que se formou em sua mente, impedindo-a de raciocinar com clareza. As casas de recuperação mental estão repletas de casos semelhantes.
Por esse motivo devemos sempre, seja qual for a situação em que nos encontremos, ter equilíbrio mental e espiritual, para não nos deixarmos absorver pelas dificuldades pelas quais passamos.
Os problemas são necessários ao nosso amadurecimento e ao aprimoramento de nosso espírito.
Devemos procurar solucioná-los com clareza, objetividade, confiança em Deus e em nossa capacidade de vencer, à medida que se sucedem em nossa vida, sem nos deixarmos enredar por pensamentos negativistas. Devemos ter fé na caridade divina e consciência de que Deus jamais abandona um filho seu; jamais nos põe às costas peso maior do que conseguimos suportar.
Vamos deixar que Deus governe nossa vida. Ele sempre nos apontará a saída de uma situação difícil.
Deus nos fez para vencer SEMPRE!
Rose Mori
O que é a verdade?
Contam as lendas que a verdade foi enviada por Deus ao mundo em forma de um gigantesco espelho.
E quando o espelho estava chegando sobre a face da Terra quebrou-se, partiu-se em inumeráveis pedaços que se espalharam por todos os lados.
As pessoas sabiam que a verdade era o espelho, mas não sabiam que ele havia se partido.
E por essa razão, as que encontravam um dos pedaços acreditavam que tinham nas mãos a verdade absoluta, quando, na realidade, possuíam apenas uma pequena parcela.
E quem deterá a verdade absoluta?
A verdade absoluta só Deus a possui e vai revelando ao homem na medida em que este esteja apto para conhecê-la.
Assim é que os inventores, os cientistas, os pesquisadores, vão descobrindo a cada século novas verdades que se acumulam e fomentam o progresso da Humanidade.
É como se fossem juntando os pedaços do grande espelho e conseguissem abranger uma parte maior.
Assim, a verdade é conquistada, graças aos esforços dos homens e não numa revelação bombástica sem proveito para quem a recebe.
Ademais, depois que a verdade é descoberta, ninguém pode encarcerá-la, nem guardá-la só para si.
Quem experimenta o sabor da verdade não mais permanece o mesmo. Toda uma evolução nele se opera e uma transformação radical e libertadora é inevitável.
Por vezes, a nossa cegueira não nos deixa vê-la, mas ela está em toda parte, latente, dentro e fora do mundo e é, muitas vezes, confundida com a ilusão.
Retida na consciência humana, é, a princípio, uma chispa que as forças do autoconhecimento e do autoaperfeiçoamento transformarão em uma estrela fulgurante.
A verdade emancipa a alma e a completa. Infinita, vitaliza o microcosmo e expande-se nas galáxias.
Vibra na molécula, agiganta-se no espaço ilimitado, e encontra-se ao alcance de todos.
É perene e existe desde todos os tempos e sobreviverá ao fim das eras.
A verdade é Deus. E para penetrá-la faz-se necessário diluir-se em amor como os grãos de açúcar em um cálice de água em movimento.
Só agora podemos compreender o motivo pelo qual Jesus calou-Se quando Pilatos lhe perguntou: O que é a verdade?
* * *
A verdade é luz que se expande.
Aquece sem queimar e vivifica sem produzir cansaço.
A meditação facilita-lhe o contato, a oração aproxima o homem da sua matriz e a caridade propicia a vivência com ela.
A humildade abre a porta para que adentre no coração do homem e a fé facilita-lhe a hospedagem nos sentimentos.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 7, do livro
A um passo da imortalidade, pelo Espírito Eros,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 05.11.2009.
E quando o espelho estava chegando sobre a face da Terra quebrou-se, partiu-se em inumeráveis pedaços que se espalharam por todos os lados.
As pessoas sabiam que a verdade era o espelho, mas não sabiam que ele havia se partido.
E por essa razão, as que encontravam um dos pedaços acreditavam que tinham nas mãos a verdade absoluta, quando, na realidade, possuíam apenas uma pequena parcela.
E quem deterá a verdade absoluta?
A verdade absoluta só Deus a possui e vai revelando ao homem na medida em que este esteja apto para conhecê-la.
Assim é que os inventores, os cientistas, os pesquisadores, vão descobrindo a cada século novas verdades que se acumulam e fomentam o progresso da Humanidade.
É como se fossem juntando os pedaços do grande espelho e conseguissem abranger uma parte maior.
Assim, a verdade é conquistada, graças aos esforços dos homens e não numa revelação bombástica sem proveito para quem a recebe.
Ademais, depois que a verdade é descoberta, ninguém pode encarcerá-la, nem guardá-la só para si.
Quem experimenta o sabor da verdade não mais permanece o mesmo. Toda uma evolução nele se opera e uma transformação radical e libertadora é inevitável.
Por vezes, a nossa cegueira não nos deixa vê-la, mas ela está em toda parte, latente, dentro e fora do mundo e é, muitas vezes, confundida com a ilusão.
Retida na consciência humana, é, a princípio, uma chispa que as forças do autoconhecimento e do autoaperfeiçoamento transformarão em uma estrela fulgurante.
A verdade emancipa a alma e a completa. Infinita, vitaliza o microcosmo e expande-se nas galáxias.
Vibra na molécula, agiganta-se no espaço ilimitado, e encontra-se ao alcance de todos.
É perene e existe desde todos os tempos e sobreviverá ao fim das eras.
A verdade é Deus. E para penetrá-la faz-se necessário diluir-se em amor como os grãos de açúcar em um cálice de água em movimento.
Só agora podemos compreender o motivo pelo qual Jesus calou-Se quando Pilatos lhe perguntou: O que é a verdade?
* * *
A verdade é luz que se expande.
Aquece sem queimar e vivifica sem produzir cansaço.
A meditação facilita-lhe o contato, a oração aproxima o homem da sua matriz e a caridade propicia a vivência com ela.
A humildade abre a porta para que adentre no coração do homem e a fé facilita-lhe a hospedagem nos sentimentos.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 7, do livro
A um passo da imortalidade, pelo Espírito Eros,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 05.11.2009.
Deus que eu acredito..
Eu acredito em Deus!!!
Mas não sei se o Deus em que eu acredito é o mesmo Deus em que acredita o balconista, a professora, o porteiro.
O Deus em que acredito não foi globalizado.
O Deus com quem converso não é uma pessoa, não é pai de ninguém.
É uma idéia, uma energia, uma eminência.
Não tem rosto, portanto não tem barba.
Não caminha, portanto não carrega um cajado.
Não está cansado, portanto não tem trono.
O Deus que me acompanha não é bíblico.
Jamais se deixaria resumir por dez mandamentos, algumas parábolas e um pensamento que não se renova.
O meu Deus é tão superior quanto o Deus dos outros, mas sua superioridade está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade.
O Deus em que acredito me ensina a guerrear conforme as armas que tenho e detecta em mim a honestidade dos atos.
Não distribui culpas a granel: as minhas são umas, as
do vizinho são outras, e nossa penitência é a reflexão.
Ave Maria, Pai Nosso: isso qualquer um decora sem saber o que está dizendo. Para o Deus em que acredito, só vale o que se está sentindo.
O Deus em que acredito não condena o prazer.
Se ele não tem controle sobre enchentes, guerrilhas e violência, se não tem controle sobre traficantes, corruptos e vigaristas, se não tem controle sobre a miséria, o câncer e as mágoas, então que Deus seria ele se ainda por cima condenasse o que nos resta: o lúdico, o sensorial, a libido que nasce com toda criança e se desenvolve livre, se assim o permitirem?
O Deus em que acredito não é tão bonzinho:
me castiga e me deixa uns tempos sozinha.
Não me abandona, mas me exige mais do que uma visita à igreja, uma flexão de joelhos e uma doação aos pobres: cobra caro pelos meus erros e não aceita promessas performáticas, como carregar uma cruz gigante nos ombros.
A cruz pesa onde tem que pesar: dentro.
É onde tudo acontece e Este é o Deus que me acompanha.
Um Deus simples.
Deus que é Deus não precisa ser difícil e distante, sabe-tudo e vê tudo.
Meu Deus é discreto e otimista.
Não se esconde, ao contrário, aparece principalmente nas horas boas para incentivar, para me fazer sentir o quanto vale um pequeno momento grandioso: um abraço numa amiga, uma música na hora certa, um silêncio.
Meu Deus é humilde.
Não posso imaginar um Deus repressor e não posso imaginar um Deus que não sorri.
Porque quem não te sorri, não é teu cúmplice...
(autor desconhecido)
Mas não sei se o Deus em que eu acredito é o mesmo Deus em que acredita o balconista, a professora, o porteiro.
O Deus em que acredito não foi globalizado.
O Deus com quem converso não é uma pessoa, não é pai de ninguém.
É uma idéia, uma energia, uma eminência.
Não tem rosto, portanto não tem barba.
Não caminha, portanto não carrega um cajado.
Não está cansado, portanto não tem trono.
O Deus que me acompanha não é bíblico.
Jamais se deixaria resumir por dez mandamentos, algumas parábolas e um pensamento que não se renova.
O meu Deus é tão superior quanto o Deus dos outros, mas sua superioridade está na compreensão das diferenças, na aceitação das fraquezas e no estímulo à felicidade.
O Deus em que acredito me ensina a guerrear conforme as armas que tenho e detecta em mim a honestidade dos atos.
Não distribui culpas a granel: as minhas são umas, as
do vizinho são outras, e nossa penitência é a reflexão.
Ave Maria, Pai Nosso: isso qualquer um decora sem saber o que está dizendo. Para o Deus em que acredito, só vale o que se está sentindo.
O Deus em que acredito não condena o prazer.
Se ele não tem controle sobre enchentes, guerrilhas e violência, se não tem controle sobre traficantes, corruptos e vigaristas, se não tem controle sobre a miséria, o câncer e as mágoas, então que Deus seria ele se ainda por cima condenasse o que nos resta: o lúdico, o sensorial, a libido que nasce com toda criança e se desenvolve livre, se assim o permitirem?
O Deus em que acredito não é tão bonzinho:
me castiga e me deixa uns tempos sozinha.
Não me abandona, mas me exige mais do que uma visita à igreja, uma flexão de joelhos e uma doação aos pobres: cobra caro pelos meus erros e não aceita promessas performáticas, como carregar uma cruz gigante nos ombros.
A cruz pesa onde tem que pesar: dentro.
É onde tudo acontece e Este é o Deus que me acompanha.
Um Deus simples.
Deus que é Deus não precisa ser difícil e distante, sabe-tudo e vê tudo.
Meu Deus é discreto e otimista.
Não se esconde, ao contrário, aparece principalmente nas horas boas para incentivar, para me fazer sentir o quanto vale um pequeno momento grandioso: um abraço numa amiga, uma música na hora certa, um silêncio.
Meu Deus é humilde.
Não posso imaginar um Deus repressor e não posso imaginar um Deus que não sorri.
Porque quem não te sorri, não é teu cúmplice...
(autor desconhecido)
Voltar a nascer
Você acredita em reencarnação? Acredita que alguém que tenha morrido possa retornar a viver, em outro corpo? Acha que isso tudo é somente uma grande fantasia, excelente para enredo de filmes, matéria literária para encher páginas e mais páginas de revistas?Talvez algo sensacional para títulos de manchetes?
Pois aquela senhora de 86 anos cultivava as saudades do seu irmão há mais de seis décadas quando um casal entrou em contato com ela. A princípio, de forma muito prudente, como a sondar seus sentimentos e depois, revelando enfim que, em sua casa, seu filho dizia ter sido irmão dela.
Anne Barron lembrava de que, no dia 3 de março de 1945, estava em sua sala de estar, fazendo a limpeza. Estava ansiosa porque toda a família iria se reunir em sua casa para aguardar, em breves dias, o retorno do irmão.
Então, ela sentiu como se ele estivesse ali, ao lado dela. E falaram e falaram. Eram muito ligados.
A reunião nunca aconteceu porque James foi dado como desaparecido em uma missão, como piloto. O dia em que desaparecera? 3 de março.
Agora, um menino de 5 anos estava ao telefone, para falar com ela. Ele a chamou de Annie. Ela estremeceu. Somente seu irmão a chamava dessa forma. A conversa foi muito interessante.
O garoto tinha conhecimento de muitas coisas da família. Referia-se ao pai e à mãe de ambos como um irmão faria. O menino se lembrava com riqueza de detalhes do alcoolismo do pai, de que uma outra irmã, de nome Ruth, tinha sido colunista social de um jornal da cidade.
A quantidade de minúcias da família sobre as quais conversavam Anne e o novo James era impressionante. Com o tempo, quaisquer dúvidas foram eliminadas da mente de Anne. Aquele era seu irmão, que voltara a viver, em outro corpo.
Então, ela resolveu mandar para a cidade onde ele morava, um presente. Era um quadro que a mãe deles havia pintado do filho quando ele era criança.
Quando o recebeu, a primeira pergunta do pequeno a Anne foi: Onde está o quadro que ela pintou de você?
Anne ficou sem fôlego. Apenas ela sabia que sua mãe pintara dois retratos: seu e de seu irmão. O retrato de Anne estava no sótão. Ninguém no mundo sabia disso, só ela.
A cada vez que com ele falava ao telefone, ela tinha mais certeza: aquele garoto era um Espírito familiar. Quando o ouvia, ela não podia deixar de reconhecer que era o Espírito do seu irmão, morto na guerra, que voltara.
Quando se encontraram, pela primeira vez, face a face, ele a olhou atentamente. Quieto, ele a ficou examinando com o olhar, avaliando. Algo como se estivesse tentando encontrar o rosto da irmã de 24 anos na mulher de agora 86 anos. Ela envelhecera. Ele renascera.
Não demorou muito e conversavam, de forma natural, com afetividade, identificando-se um com o outro.
* * *
A reencarnação é Lei natural e todos os Espíritos a ela se submetem, até alcançar a perfeição. Foi isso que Jesus ensinou ao falar a Nicodemos: "Em verdade, em verdade te digo: ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo".
Redação do Momento Espírita, com base nos caps.
32 e 33 do livro A volta, de Bruce e Andréa Leininger
com Ken Gross, ed. Bestseller.
Em 29.03.2010
Pois aquela senhora de 86 anos cultivava as saudades do seu irmão há mais de seis décadas quando um casal entrou em contato com ela. A princípio, de forma muito prudente, como a sondar seus sentimentos e depois, revelando enfim que, em sua casa, seu filho dizia ter sido irmão dela.
Anne Barron lembrava de que, no dia 3 de março de 1945, estava em sua sala de estar, fazendo a limpeza. Estava ansiosa porque toda a família iria se reunir em sua casa para aguardar, em breves dias, o retorno do irmão.
Então, ela sentiu como se ele estivesse ali, ao lado dela. E falaram e falaram. Eram muito ligados.
A reunião nunca aconteceu porque James foi dado como desaparecido em uma missão, como piloto. O dia em que desaparecera? 3 de março.
Agora, um menino de 5 anos estava ao telefone, para falar com ela. Ele a chamou de Annie. Ela estremeceu. Somente seu irmão a chamava dessa forma. A conversa foi muito interessante.
O garoto tinha conhecimento de muitas coisas da família. Referia-se ao pai e à mãe de ambos como um irmão faria. O menino se lembrava com riqueza de detalhes do alcoolismo do pai, de que uma outra irmã, de nome Ruth, tinha sido colunista social de um jornal da cidade.
A quantidade de minúcias da família sobre as quais conversavam Anne e o novo James era impressionante. Com o tempo, quaisquer dúvidas foram eliminadas da mente de Anne. Aquele era seu irmão, que voltara a viver, em outro corpo.
Então, ela resolveu mandar para a cidade onde ele morava, um presente. Era um quadro que a mãe deles havia pintado do filho quando ele era criança.
Quando o recebeu, a primeira pergunta do pequeno a Anne foi: Onde está o quadro que ela pintou de você?
Anne ficou sem fôlego. Apenas ela sabia que sua mãe pintara dois retratos: seu e de seu irmão. O retrato de Anne estava no sótão. Ninguém no mundo sabia disso, só ela.
A cada vez que com ele falava ao telefone, ela tinha mais certeza: aquele garoto era um Espírito familiar. Quando o ouvia, ela não podia deixar de reconhecer que era o Espírito do seu irmão, morto na guerra, que voltara.
Quando se encontraram, pela primeira vez, face a face, ele a olhou atentamente. Quieto, ele a ficou examinando com o olhar, avaliando. Algo como se estivesse tentando encontrar o rosto da irmã de 24 anos na mulher de agora 86 anos. Ela envelhecera. Ele renascera.
Não demorou muito e conversavam, de forma natural, com afetividade, identificando-se um com o outro.
* * *
A reencarnação é Lei natural e todos os Espíritos a ela se submetem, até alcançar a perfeição. Foi isso que Jesus ensinou ao falar a Nicodemos: "Em verdade, em verdade te digo: ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo".
Redação do Momento Espírita, com base nos caps.
32 e 33 do livro A volta, de Bruce e Andréa Leininger
com Ken Gross, ed. Bestseller.
Em 29.03.2010
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